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9 de junho de 2015
Descubra o grau de consciência que você está (Texto do livro A Era de Ouro da Humanidade)
Dispersos:
• Pensam pouco ou quase nada sobre o coletivo.
• Estão vivendo o individualismo e materialismo.
• Consumo inconsciente.
• Necessidade de serem reconhecidos e amados.
• Estão sempre procurando relacionamentos que preenchem seus vazios interiores.
• Se sentem capazes, mas não conseguem compreender para aonde estão indo. Derivam na vida.
• São os seres mantenedores do sistema atual.
• São facilmente manipulados e condicionados. Massa de manobra.
• Não gostam de filosofia e estudos que levam ao autoenfrentamento e o autoconhecimento.
• Geralmente estão atrelados a crenças e religiões.
• Não são piores nem melhores, só estão em estado de hibernação da consciência.
• Praticam o julgamento alheio e adoram fofocas.
• Ao invés de admirar, ainda persistem em invejar.
• Aceitam ser enganados.
Em Memorização:
• Despertaram, abriram os olhos, mas continuam deitados na cama.
• Não conseguem se levantar do sono profundo. O Corpo pesa e a força puxa para trás.
• Sentem medo do desconhecido e temem perder o controle das suas vidas.
• Compreendem que existe mais além do que podem ver.
• Estão saindo em busca de informações e esclarecimentos.
• A intuição, paranormalidade, mediunidade, inspiração e a criatividade começam a surgir com naturalidade.
• Não sabem se estão acordadas ou dormindo.
• Não sabem se estão no velho ou no novo mundo.
• Começam a ler muitos livros e se informar sobre o lado oculto da vida.
• Ao invés de invejar preferem admirar outras pessoas.
Em processo de Despertar:
• Decidiram se levantar da cama e começaram a caminhar.
• Querem descobrir seus propósitos de vida.
• Participam de encontros, palestras e vivências espirituais e mediúnicas.
• Acham-se pessoas especiais, mas ainda não descobriram que não são.
• Sentem que existe um mundo além do nosso que cria todas as coisas.
• Percebem que possuem dons e talentos criativos que nunca sentiram antes.
• Querem viver uma nova vida, mas não sabem por onde começar.
• Sentem solidão, pois se sentem diferentes dos demais. Sentem preconceito.
• Começam a ter sonhos lúcidos e projeções fora do corpo conscientes.
• Começam a sentir a intuição aumentar gradativamente.
• Conseguem ler as intenções das pessoas e sentir a energia dos ambientes.
• Querem descobrir o que foram em vidas passadas para compreenderem suas missões terrenas.
• Compreendem que existe muito mais vida além da vida.
• Tornam-se introvertidas e passam a falar somente o necessário.
• Sentem irritabilidade e nervosismo.
• Começam a sentir a necessidade de valorizar as coisas imateriais como amor, amizade e caridade.
• A maioria dos despertos volta a dormir por medo do autoenfrentamento.
Em processo de reconexão:
• Já estão caminhando e sabem que não podem voltar atrás.
• Não aceitam mais ser enganadas.
• Já compreenderam que o amor próprio vem primeiro que o amor dos terceiros.
• São seres que quebram os paradigmas dos sistemas atuais.
• Começam a valorizar o consumo consciente.
• Necessitam conhecer a si próprios ao invés de viver pelo reconheci¬mento alheio.
• Sentem a presença de seus mentores pessoais e percebem que estão sendo inspirados.
• Costumam ver números repetidos como 11.11 ou 22.22 em relógios, placas de carro e computadores.
• Sonham constantemente com lugares lúdicos e fantásticos. Cachoeiras, voos baixos, mares e oceanos.
• A intuição fica aguçada e se sentem nervosas por se sentirem diferentes e mais aceleradas que as pessoas com quem convive.
• Disfunções constantes de fígado, má digestão e metabolismo lento.
• Dores de cabeça e cansaço extremo devido o descompasso entre o mundo espiritual sutil e o mundo físico que é bem mais denso.
• Sono desconfortável.
• Vontade de não estar neste planeta. Síndrome do estrangeiro.
• Querem ajudar o próximo, mas sabem que precisam primeiro ajudar a si mesmos.
• O amor sem condições é uma meta, porém não conseguem compre¬ender como praticar.
• São universalistas, não tem religião fixa.
• As crenças e dogmas não fazem mais parte do seu dia a dia.
Reconectados:
• Sabem que passaram por muitas provações e o único caminho é o autoconhecimento e a humildade.
• Sentem o corpo pesado devido ao descompasso com a mente e o espírito.
• Não querem estar neste planeta, mas aceitam e compreendem que precisam passar por muitos aprendizados.
• Compreendem a fonte de seus sofrimentos e tentam seguir na direção da autocura.
• Não focam suas energias nos problemas, somente nas soluções.
• Conhecem seus propósitos de vida e lutam por ele.
• Não conseguem comer alimentos pesados que dificultem o metabo¬lismo. Comem pouco.
• Sentem irritabilidade, mas tem autocontrole.
• Precisam exercer a fé o tempo todo, como se fosse a grande prova.
• Não aceitam mais os velhos modelos de consumo e relacionamento. Preferem consumir somente o suficiente.
• Adotam a filosofia do “menos e mais”.
• Meditam o tempo todo, mesmo estando dirigindo e trabalhando. A meditação se torna simultânea e natural.
• Contato direto com o espírito. Vibram na frequência neutra da gratidão.
• Sabem que estão reconectados e não costumam dizer para as pessoas.
• Não querem ser reconhecidas como pessoas especiais, pois sabem que não são.
• Têm paz, pois sabem que possuem uma família espiritual e um dia retornarão para a grande morada.
• Valorizam mais as coisas imateriais que as coisas materiais.
• Sentem que a gratidão é a única fonte da verdadeira felicidade.
• Sabem que seus sucessos é algo que alegra não somente a si, mas todos que estão ao seu redor, inclusive os seres espirituais que o acompanham.
• Querem aprender ensinando.
1 de junho de 2015
A Glândula Pineal, o maior Encobrimento da História da Humanidade.
A glândula pineal (também chamada de corpo pineal, epífise cerebral, epífise ou o “terceiro olho”) é uma pequena glândula endócrina no cérebro dos vertebrados. Ela produz a melatonina derivado da serotonina, um hormónio que afecta a modulação do padrão vigília / sono e funções sazonais. A sua forma assemelha-se a uma pequena pinha (daí o seu nome), e está localizada perto do centro do cérebro, entre os dois hemisférios, escondida num sulco onde os dois corpos talâmicos arredondados se juntam.
O Segredo: O que eles não querem que se saiba
A Glândula Pineal ou o Terceiro Olho de cada ser humano pode ser ativado para as frequências do mundo espiritual e permite que se tenha a sensação de conhecimento profundo, euforia divina e da capacidade de amar incondicionalmente. Quando a glândula pineal está sintonizada a frequências apropriadas com a ajuda da meditação, yoga ou vários métodos esotéricos, métodos ocultistas, permite à pessoa viajar para outras dimensões. Isto é mais conhecido como viagem astral, projeção astral ou visualização remota.Com mais prática avançada e métodos antigos, também é possível controlar os pensamentos e ações de pessoas no mundo físico. Sim, é bizarro, mas os Estados Unidos, os antigos governos da União Soviética e várias organizações sombra têm vindo a fazer este tipo de pesquisa durante séculos e têm tido sucesso para além da nossa imaginação. A Glândula Pineal é representada no Catolicismo em Roma, eles retratam a “pineal” na arte como uma pinha em forma de cone. As sociedades antigas, como os Egípcios e os Romanos sabiam os benefícios e exemplificaram isso nas suas vastas simbologias com um símbolo de um olho.
A Glândula Pineal também é referência na parte de trás da nota de um dólar dos EUA, na qual é chamada de “all seeing eye”, que é uma referência para a capacidade de um indivíduo (ou grupo de indivíduos) em usar esta glândula e ir para o outro lado (mundo espiritual) e, possivelmente, controlar os pensamentos e ações das pessoas no mundo físico ficando a saber o que eles estão a pensar o tempo todo no nosso mundo físico.
Várias pesquisas confirmam que existem certos períodos da noite, entre a uma e as quatro da manhã, onde os produtos químicos são libertados no cérebro que provocam sentimentos de conexão com a sua origem superior. A Conspiração: Como eles estão a matar a sua Glândula Pineal
No final dos anos 90, um cientista com o nome de Jennifer Luke realizou o primeiro estudo sobre os efeitos do fluoreto de sódio na glândula pineal. Ela determinou que a glândula pineal, localizada no meio do cérebro, foi alvo do fluoreto. A glândula pineal simplesmente absorveu mais flúor do que qualquer outra matéria física no corpo, até mais que os ossos. A Glândula Pineal é como um ímã para o fluoreto de sódio. Este calcifica a glândula e faz com que seja menos eficaz em equilibrar os processos hormonais do corpo.
Desde então que diversas investigações provaram que o Fluoreto de Sódio afeta a glândula mais importante do nosso cérebro! É a única coisa que ataca o centro mais importante da nossa glândula no cérebro. É predominante em alimentos, bebidas, no nosso banho e na água potável. Fluoreto de Sódio é colocado em 90% do abastecimento de água dos Estados Unidos. Os filtros de água que se compra em supermercados não extraem o Fluoreto da água. Só osmose reversa ou a destilação da água. A forma mais barata é comprar um destilador de água.
Fluoreto de Sódio está no abastecimento de água, alimentos, pepsi, pasta de dentes, antissépticos bucais, isto tudo para emburrecer as massas, literalmente! O flúor foi introduzido na água pelos Nazistas e os Russos nos seus campos de concentração para tornar a população do campo dóceis e não questionar a autoridade.
Eu não sou um teórico da conspiração, mas acredito que se se retirar o poder da alma, é estar a desligar a nossa essência com o nosso Deus e o poder da nossa origem, da nossa espiritualidade, e transformar-nos em escravos mundanos de sociedades secretas, organizações sombra e o controle do mundo corporativo.
Pineal - A Glândula da Vida Mental
No séc. XVII, Descartes ensinava que a glândula pineal ou epífise era a sede da alma. No entanto, até há pouco tempo, essa estrutura cerebral era considerada simplesmente um orgão vestigial, um resquício do fotorreceptor dorsal ou terceiro olho presente em certos vertebrados inferiores.
Conhecida das religiões orientais, ela era particularmente festejadas entre os hindus como um dos componentes dos chacras coronário, a flor de mil pétalas. Mas somente a partir de 1945, com o lançamento do livro Missionários da Luz, recebido pelo médium Chico Xavier, tivemos mais amplas revelações quanto às funções da pineal no complexo mente-corpo-espírito. Nele, o autor espiritual André Luiz, pseudônimo de respeitado médico e cientista do início do século, falecido no Rio de Janeiro, expressando-se mais na condição de repórter do que de pesquisador, explica as funções, até então desconhecidas, da pineal. "Não se trata de órgão morto, mas poderosa usina", esclarece. Essas e outras informações preciosas podem ser resumidas em cinco itens:
a) A pineal segrega hormônios psíquicos ou "unidades-força" que controlam as glândulas sexuais e todo o sistema endócrino. Na puberdade, acordam no organismo do homem as forças criadoras. Aos 14 anos, aproximadamente, deixa a ação frenadora que exercia durante o período infantil e recomeça a funcionar como fonte criadora e válvula de escapamento. A partir da adolescência promove, portanto, a recapitulação da sexualidade, faz com que a criatura examine o inventário de suas paixões vividas em outras existências, que reaparecem sob fortes impulsos. Tanto os cromossomos da bolsa seminal como os do ovário recebem sua influência direta e determinada. Desse modo, sua posição na experiência sexual é básica e absoluta; b) Preside os fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão do corpo espiritual; c) Comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade, graças à sua ligação com a mente, através de princípios eletromagnéticos do campo vital; d) Supre de energias psíquicas todos os armazéns autônomos dos órgãos; e) É a glândula da vida mental, um dos principais constituintes do centro coronário, o mais importante centro vital do psicossoma ou corpo espiritual, instalado no diencéfalo.
Como vemos, em 1945, André Luiz revelou funções extremamente especializadas e importantes da pineal na economia orgânica, não suspeitadas ainda pela pesquisa médica terrestre, e foi além, afirmando que estamos plugados a outras dimensões da vida através dela. Durante a tarefa mediúnica, a epífise torna-se extremamente luminosa. Nesse momento, entram em jogo vibrações sutilíssimas, não detectadas por aparelhos comuns. A providência divina dotou essa pequenina estrutura, semelhante a uma ervilha e com o formato de um cone, que não pesa mais de 100 mg, de uma extraordinária potencialidade laboratorial que permite traduzir estímulos psíquicos em reações de ordem somática e vice-versa, colocando o ser encarnado em permanente contato com o mundo espiritual que é eterno, primitivo, preexistente.
Sono e envelhecimento
Muitos estudos foram feitos para se determinar, no homem, quais os efeitos da luz sobre a produção de melatonina (hormônio do sono). Concluiu-se que a luz do sol ou uma forte luz artificial determina a supressão da secreção de melatonina. Normalmente, o organismo tem um padrão constante de atuação, em que há altos níveis de secreção da melatonina à noite e baixos durante o dia. A luz exerce, portanto, papel primordial na regulação do hormônio pineal e atua em ciclos de 25 ou 26 horas. Os estudos cronobiológicos de Wurtman a respeito da melatonina levaram, inclusive, à utilização da luz artificial intensa para alguns casos de depressão, com bons resultados.
O escuro influencia, portanto, elevando a taxa de produção da melatonina. É possível que, intuitivamente, o homem sempre soubesse disso, porque desde os tempos imemoriais, desde as cavernas primitivas, ele tem procurado realizar seus intercâmbios com o outro lado da vida em ambientes muito pouco iluminados.
Mas não somente a luz, também o pólo magnético da Terra tem influência direta sobre o seu funcionamento.
Foram demonstradas a variação de melatonina conforme as estações do ano e sua influência na reprodução sazonal dos animais e nos fenômenos de hibernação. No homem também está presente essa variação sazonal. Nos velhos há uma redução desse processo hormonal, mas os pesquisadores não acreditam que ela esteja relacionada com a calcificação, mas a outros fatores.
A produção máxima de melatonina é alcançada durante o sono e coincide com os períodos de maior escuridão.
Observou-se que pacientes com jet-lag têm desordens dos ritmos circadianos, com perturbação nos níveis de produção da melatonina: picos em horários anormais e falta de sincronização. Há, nesses casos, um distúrbio do sono, da concentração, da fadiga, da capacidade de concentração etc.
Sistema imunológico
Sabe-se que o sistema imunológico apresenta ritmo circadiano e sazonal no cumprimento de suas funções, o que indica que ele, provavelmente, tem a sua atividade regulada pela pineal. Já se constatou essa dependência em experiências com animais.
Do mesmo modo, verificou-se que a retirada da pineal provoca um crescimento do tecido do tumor canceroso, enquanto que a administração de melatonina produz efeito contrário. Sobretudo, no câncer de mama, parece que a secreção baixa de melatonina pode influir no seu desenvolvimento.
Tudo indica que ela também tenha um papel no estresse. Já se constatou relação direta entre níveis de produção de melatonina com fadiga e sonolência em indivíduos submetidos à constante privação do sono e de informação quanto ao período claro-escuro.
Em ratos pinealecomizados (privados de pineal) houve indução da hipertensão arterial que foi bloqueada com a administração da melatonina. É provável também a sua influência nas alterações da mielina e no glaucoma.
Há ainda relatos de influência da pineal em doenças neurológicas, como a epilepsia, doença de Parkinson, esclerose lateral aminotrófica e em distúrbios endócrinos, como a síndrome de Turner, hipogonadismo etc.
Centro das emoções
"Se pudéssemos apontar para um centro das emoções no cérebro, esse o seria o hipotálamo. Isso significa apenas que é nesse nível que os vários componentes da reação emocional são organizados em padrões definitivos", afirma Marino Jr.. De fato, o hipotálamo faz parte de um sistema complexo responsável pelo mecanismo que elabora as funções emotivas, o sistema límbico de Maclean.
André Luiz afirma que a pineal preside os fenômenos nervosos da emotividade. Já vimos que dois núcleos hipotalâmicos sofrem a sua ação direta. Cremos que é uma questão de tempo para a constatação científica dessa informação mediúnica.
Altschule (1957), Eldred et al. (1961) e outros autores têm realizado importantes estudos que demonstram a ação benéfica de extratos pineais sobre alguns esquizofrênicos.
Hartley e Smith (1973), com os resultados de seus trabalhos na Escola de Farmácia da Universidade de Bradford, Inglaterra, estão inclinados a admitir que, nos casos de esquizofrenia, a HIOMT, enzima responsável pela sintetização da melatonina, estaria agindo sobre substratos anormais, produzindo as substâncias implicadas na moléstia. Como a enzima age em um ritmo circadiano, é possível que na esquizofrenia ela trabalhe fora de fase com seu substrato, favorecendo uma transmetilação anormal. Há indícios de implicação da pineal na etimologia dessa moléstia, mas os estudos precisam avançar mais para que se chegue a uma conclusão definitiva.
André Luiz, o médico desencarnado, afirma que a pineal é a glândula mestra, aquela que tem ascendência sobre todo o sistema endócrino.
Neste artigo, citamos importantes pesquisadores que já detectaram a ação da melatonina sobre o hipotálamo, estrutura nobre considerada, até a presente, como responsável pelo sistema endócrino. Vimos também a ação gonadal desse hormônio sobre a reprodução sazonal dos animais em diversos distúrbios endócrinos.
Wurtman lembrou muito bem que nenhuma glândula foi tão exaustivamente pesquisada como a tireóide. No entanto, só muito recentemente foi detectada a tireocalciotonina, hormônio tireoideano de tão grande significado fisiológico. Com esse apontamento, ele quis ressaltar o número ainda restrito de pesquisa sobre a pineal, uma vez que elas só começaram em meados deste século, enquanto as outras glândulas endócrinas já vinham sendo alvo de investigação há muitas décadas. Na verdade, a pesquisa médica vai evoluir muito mais no próximo milênio. Não se pode esquecer que o perispírito ainda é um ilustre desconhecido e sua simples descoberta por parte da ciência oficial, com possibilidade de investigação laboratorial, contribuirá para a mudança definitiva do enfoque materialista-mecanicista em que ela está lastreada. Aliás, só se conhecerá o potencial integral da pineal com as pesquisas concominantes do psicossoma. A verdadeira usina de luz em que ela se transforma, durante o fenômeno mediúnico, segundo descrição de André Luiz, só poderá ser detectada por lentes que alcancem a quarta dimensão.
Quanto a revelação de que ela é o centro das emoções, já vimos que é ainda o hipotálamo considerado como tal. Estudando, porém, o sistema límbico e suas conexões com a habênula (epitálamo) e as inter-relações desta glândula pineal, não é difícil prever que o aprofundamento das pesquisas determinarão mais ampla participação desta última no mecanismo das emoções.
O autor espiritual relata ainda, em seus estudos, que a pineal comanda as forças subconscientes sob a determinação direta da vontade. Ele entende como forças subconscientes todo o arquivo da personalidade encarnada relativo a experiências de outras encarnações, desde a fase pré-racional até os dias presentes. Este assunto é tão amplo e importante que exigiria um outro artigo muito mais extenso do que este, inclusive com considerações psicanalíticas.
A pineal supre de energias psíquicas todos os armazéns autônomos dos órgãos. Aqui é útil lembrar que em outro livro – Evolução em Dois Mundos – André Luiz introduz o conceito de bióforos, esclarecendo que são estruturas do corpo espiritual presentes no interior da célula e com atuação marcante no seu funcionamento. Como exemplo, ele cita os mitocôndrios que acumulam energias espirituais sob a forma de grânulos e imprimem na intimidade celular a vontade do espírito. Desse modo, todos os estados mentais felizes e infelizes refletem-se sobre a economia orgânica.
Função espiritual
Finalmente, é preciso considerá-la como glândula da vida mental. Já comentamos estudos que a colocam na etiologia de doenças como esquizofrenia.
É preciso considerar também o que Philip Lansky descreve sobre a conversão da melatonina em 10-methoxyharmalan, um potente alucinógeno. Em seu artigo – Neurochemistry and the Awakening of Kundalini – Lansky enfoca o processo pelo qual se dá a transmutação de energia sexual em psíquica, procurando explicar, neuroquimicamente, a experiência vivida por Gopi Krishna em sua autobiografia. Esse é o trecho descrito por Krishna, denominado kundalini:
"Durante uma dessas intensas concentrações, eu subitamente senti uma estranha sensação na base da espinha, no lugar onde toca o assento, enquanto eu sentei de pernas cruzadas em um tapete dobrado espalhado no chão. A sensação foi tão extraordinária e prazerosa que minha atenção foi dirigida forçosamente para isso. No momento em que minha atenção foi então inesperadamente para o ponto onde foi focalizado, a sensação cessou... Quando completamente imerso, de novo experimentei a sensação, mas, desta vez, ao invés de alongar minha mente até o ponto onde eu tinha fixado, eu mantive uma rigidez de atenção para fora. A sensação de novo estendeu-se para cima, crescendo em intensidade, e eu senti a mim mesmo flutuando; mas com um grande esforço, eu mantive minha atenção centrada ao redor da lótus. De repente, eu senti uma corrente de líquido luminosa entrando em meu cérebro através da medula espinhal".
Ao buscar explicações neuroquímicas para a experiência espiritual, Lansky faz as seguintes observações: A) os conceitos tradicionais conhecidos revelam uma interação entre os centros sexuais dos chacras inferiores e os centros psíquicos localizados no cérebro, nos chacras superiores ; b) a experiência de Gopi Krishna envolve a percepção subjetiva da luz. Esse fenômeno mental poderia ser chamado de "alucinatório"; c) o chacra superior, o mais importante deles, está associado à glândula pineal.
Em seguida, Lansky faz conciderações sobre a melatonina, sobre suas funções ainda em grande parte desconhecidas, ressaltando as experiências que evidenciam o efeito inibitório sobre mamíferos, machos e fêmeas, e também o inverso, os hormônios sexuais, testosterona, estrógeno e progesterona inibindo a biossíntese da melatonina. E ressalta também o que já está muito estabelecido, que a pineal está envolvida na percepção da luz. Nesse ponto, Lansky diz que a melatonina pode se transformar em 10-methoxyharmalan, que é um potente alucinógeno. Isso poderia explicar também as alucinações que ocorrem em diferentes desordens mentais. Como se vê, a experiência do nascimento da kundalini e de sua transformação parece envolver diretamente a pineal.
É interessante destacar também que ela permite ao homem reencarnado adaptar-se ao tempo da terceira dimensão, bem como faculta-lhe a percepção, durante o fenômeno mediúnico, do tempo em outras dimensões. O fato de que ela provê o organismo de um tempo circulante parece estar ligado à sua atividade rítmica em torno de 24 horas, que produz maior ou menor quantidade de melatonina, conforme os períodos de obscuridade e de claridade.
Na realidade, o olho humano deixa passar a informação de claro-escuro, mas só a pineal é capaz de interpretar mais amplamente os dados ambientais, inclusive aquele do pólo magnético da Terra, sob a direção da mente.
É interessante lembrarmos aqui as pesquisas da NASA sobre médiuns brasileiros do estado de Minas Gerais. Eles detectaram a aura recorde de Chico Xavier, com mais de 20 metros, e procuraram relacionar os dados sobre o magnetismo terrestre desse Estado brasileiro – os índices mais baixos do mundo – com a incidência de médiuns excepcionais. Segundo as informações espirituais, deve haver relação direta porque a pineal funciona também com base no pólo magnético da Terra. Essas três experiências, portanto, não devem ser negligenciadas pelos pesquisadores da pineal. Mas ela ainda tem a nobre missão de facultar ao homem a percepção de uma outra luz que promana do mundo espiritual em fenômeno conhecido de tempos imemoriais, o da mediunidade, capaz de impulsionar o homem para as mais amplas e definitivas conquistas.
Como limpar a glândula pineal
Aqui estão alguns princípios básicos para desintoxicação da pineal:
1. Mercúrio - este é realmente ruim para a glândula pineal. É veneno. Não deixe isto entrar em seu corpo. Obturações dentárias de mercúrio são toxinas para a pineal. Remova-as. Todas as vacinas também mercúrio contaminado. Thimersal (um conservante de vacina) é metilo mercúrio e é muito difícil de sair do cérebro, uma vez entrando lá. Evite comer peixes e alimentadores inferiores, tais como os camarões. Atum e carne de golfinho são particularmente ruins - quanto maior o peixe, maior a concentração de mercúrio em seu tecido do corpo.
Lâmpadas Eco - se uma for quebrada, vapor de mercúrio é liberado para o quarto e inalado. Evite a todo custo quebrar uma em local fechado.
O mercúrio pode ser removido do corpo através da utilização diária de chlorella, grama de trigo e espirulina. Erva de Coentro tomado diariamente pode ajudar a remover o mercúrio do tecido cerebral.
2. Flúor - em pastas de dentes e água da torneira. Outro veneno pesado. Evite a todo custo. Calcifica o tecido pineal e, basicamente, fecha a glândula.
3. Alimentos orgânicos - alguns pesticidas são toxinas para a pineal. Alimentos orgânicos saudáveis com uma alta proporção de matéria-prima oferecem suporte para desintoxicação da pineal. A carne não é útil também. Algumas pessoas que canalizam parecem não serem afetadas, mas para muitas a toxicidade e a densidade da carne irá gerar desafios e queremos fazer o trabalho mais fácil se pudermos.
4. Álcool + fumo - Naturalmente, estes precisam sair junto com as ligações emocionais que conduzem a usá-los (geralmente se resume a questões de auto-estima ou trauma não resolvido).
5. Cura do Coração - eleva a vibração geral do ser e cura o medo - uma vantagem útil para quando começar a ver outras dimensões.
6. Outras toxinas - se algo é tóxico não coloque em seu corpo. Se você não pode dizer o seu nome é mais provável que seja ruim. As toxinas incluem adoçantes artificiais (aspartame K), açúcar refinado, phylenanine (em abóboras), desodorantes, produtos químicos de limpeza, anti-sépticos bucais dentários (água salgada é suficiente) e purificadores de ar.
7. Chocolate Cru - Cacau bruto é um estimulante / desintoxicante da glândula pineal em doses elevadas por causa do alto teor antioxidante. Seja disciplinado com as etapas 1-6 por um ano e assim certamente trará o despertar da pineal. Passo 6 é opcional, mas muito útil também.
28 de maio de 2015
Saiba quem foi Krishnamurti
Jiddu Krishnamurti (telugu: జిడ్డు కృష్ణ మూర్తి) (Madanapalle, 11 de maio de 1895 — Ojai, 17 de fevereiro de 1986) foi um filósofo,escritor, e educador indiano. Proferiu discursos que envolveram temas como revolução psicológica, meditação, conhecimento, liberdade, relações humanas, a natureza da mente, a origem do pensamento e a realização de mudanças positivas na sociedade global. Constantemente ressaltou a necessidade de uma revolução na psique de cada ser humano e enfatizou que tal revolução não poderia ser levada a cabo por nenhuma entidade externa seja religiosa, política ou social. Uma revolução que só poderia ocorrer através do autoconhecimento; bem como da prática correta da meditação ao homem liberto de toda e qualquer forma de autoridade psicológica.
Com seus três irmãos, os que sobreviveram de um total de dez, acompanhou seu pai Jiddu Narianiah a Adyar em 23 de janeiro de 1909, pois este conquistara um emprego de secretário-assistente da Sociedade Teosófica, entidade que estuda todas asreligiões. Reza a tradição brâmane, a qual a família era vinculada, que o oitavo filho toma no batismo o nome Krishna, em homenagem ao deus Sri Krishna, de quem a mãe, Sanjeevamma, era devota; foi o que aconteceu com Krishnamurti, a quem foi dado o nome de Krishna, juntamente com o nome de família, Jiddu.
Com a idade de treze anos, passou a ser educado pela Sociedade Teosófica, que o considerava um dos grandes Mestres domundo. Em Adyar, Krishnamurti, foi 'descoberto' por Charles W. Leadbeater, famoso membro da Sociedade Teosófica (ST), em abril de 1909, que, após diversos encontros com o menino, viu que ele estava talhado para se tornar o 'Instrutor do Mundo', acontecimento que vinha sendo aguardado pelos teosofistas. Após dois anos, em 1911 foi fundada a Ordem Internacional da Estrela do Oriente, com Krishnamurti como chefe, que tinha como objetivo reunir aqueles que acreditavam nesse acontecimento e preparar a opinião pública para o seu aparecimento, com a doação de diversas propriedades e somas em dinheiro.
Krishnamurti assim foi sendo preparado pela ST; algo, porém, iniciou sua separação de seus tutores: a morte de seu irmão Nitya em 13 de novembro de 1925, que lhe trouxe uma experiência que culminou em uma profunda compreensão. Krishnamurti em breve viria a emergir como um instrutor espiritual, e dito Mestre extraordinário e inteiramente descomprometido. As suas palestras e escritos não se ligam a nenhuma religião específica, nem pertencem ao Oriente ou ao Ocidente, mas sim ao mundo na sua globalidade:
"Afirmo que a Verdade é uma terra sem caminho. O homem não pode atingi-la por intermédio de nenhuma organização, de nenhum credo (…) Tem de encontrá-la através do espelho do relacionamento, através da compreensão dos conteúdos da sua própria mente, através da observação. (…)"
Durante o resto da existência, foi rejeitando insistentemente o estatuto de guia espiritual que alguns tentaram lhe atribuir. Continuou a atrair grandes audiências por todo o mundo, mas recusando qualquer autoridade, não aceitando discípulos e falando sempre como se fosse de pessoa a pessoa. O cerne do seu ensinamento consiste na afirmação de que a necessária e urgente mudança fundamental da sociedade só pode acontecer através da transformação da consciência individual. A necessidade doautoconhecimento e da compreensão das influências restritivas e separativas das religiões organizadas, dos nacionalismos e de outros condicionamentos, foram por ele constantemente realçadas. Chamou sempre a atenção para a necessidade urgente de um aprofundamento da consciência, para esse "vasto espaço que existe no cérebro onde há inimaginável energia". Essa energia parece ter sido a origem da sua própria criatividade e também a chave para o seu impacto catalítico numa tão grande e variada quantidade de pessoas.
A educação foi sempre uma da preocupações de Krishnamurti. Fundou várias escolas em diferentes partes do mundo onde crianças, jovens e adultos pudessem aprender juntos a viver um quotidiano de compreensão da sua relação com o mundo e com os outros seres humanos, de descondicionamento e de florescimento interior. Durante sua vida, viajou por todo o mundo falando às pessoas, tendo falecido em 1986, com a idade de noventa anos. As suas palestras e diálogos, diários e outros escritos estão reunidos em mais de sessenta livros.
Reconhecendo a importância dos seus ensinamentos, amigos do filósofo estabeleceram fundações, na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina e na Índia, assim como Centros de Informação, em muitos países do mundo, onde se podem colher informações sobre Krishnamurti e a sua obra. As fundações têm carácter exclusivamente administrativo e destinam-se não só a difundir a sua obra mas também a ajudar a financiar as escolas experimentais por ele fundadas.
Foi vegetariano desde nascença.7
Índice
[esconder]Biografia[editar | editar código-fonte]
Nascimento[editar | editar código-fonte]
Jiddu Krishnamurti veio de uma família telagú de linha Brahmanica. Nasceu em 12 de maio em um pequeno povoado situado a 250 quilómetros ao norte de Madrasta. Como oitavo filho, seu nome foi dado segundo a tradição ortodoxa hindu, em homenagem a Sri Krishna que havia sido também um oitavo filho.
Seu pai, Jiddu Narianiah, graduado na Universidade de Madrasta e empregado do departamento de receita inglês, alcançou a posição de coletor de renda e magistrado do distrito. Seus pais, estritamente vegetarianos, eram primos de segundo grau. Tiveram onze filhos dos quais somente seis sobreviveram à infância.
Citações[editar | editar código-fonte]
| A forma mais elevada de inteligência humana é dirigir a atenção desprovida de julgamento. |
| Observar não implica acúmulo de conhecimento, apesar de o conhecimento ser obviamente necessário em um certo nível: conhecimento como médico, conhecimento como cientista, conhecimento da história, de todas as coisas do passado. Afinal de contas, isso é o conhecimento: informação sobre as coisas do passado. Não há conhecimento do amanhã, apenas conjecturas sobre o que poderia acontecer amanhã, baseado no seu conhecimento do que já aconteceu. Uma mente que observa com conhecimento é incapaz de seguir rapidamente o fluxo do pensamento. É apenas pelo observar sem a tela do conhecimento que se começa a ver toda a estrutura do seu próprio pensar. E quando você observa - o que não é condenar ou aceitar, mas simplesmente observar - você descobrirá que o pensamento chega a um fim. Observar casualmente um pensamento ocasional não leva a lugar nenhum. Mas se você observa o processo do pensar e não se torna um observador separado do observado, você vê todo o movimento do pensamento sem aceitá-lo ou condená-lo, então essa própria observação põe um fim imediatamente no pensamento - e consequentemente a mente está compassiva; ela está num estado de constante mutação. |
| Há uma diferença entre concentração e atenção. Concentração é trazer toda sua energia para focá-la em um ponto determinado. Na atenção não existe um ponto de foco. Nós estamos familiarizados com um e não com o outro. Quando você presta atenção ao seu corpo, o corpo torna-se quieto, o qual tem sua própria disciplina. Ele está relaxado, mas não indolente e tem a energia da harmonia. Quando existe atenção, não há contradição e, portanto não há conflito. Quando você ler isto, preste atenção à maneira que você está sentado, à maneira que você está escutando, como você está recebendo o que a carta está dizendo a você, como você está reagindo ao que está sendo dito e porque você está achando difícil prestar atenção. Você não está aprendendo como prestar atenção. Se você estiver aprendendo o como prestar atenção, então isto se tornará um sistema, que é o que o cérebro está acostumado, e então você faz da atenção algo mecânico e repetitivo, ao passo que a atenção não é mecânica ou repetitiva. É a maneira de olhar para sua vida inteira sem o centro do interesse próprio. |
| O problema por conseguinte, é este: para que o homem possa transformar-se radicalmente, fundamentalmente, torna-se necessária uma mutação nas próprias células cerebrais de sua mente. Dizem-nos que devemos mudar, que devemos agir, que devemos transformar nossa mente, nosso coração, tornar-nos uma coisa totalmente diferente. Isso vem sendo pregado há milhares de anos por homens muito sérios, muito ardorosos, e também por charlatães interessados em explorar o povo. Mas, agora, chegamos ao ponto em que não há mais tempo a perder. Compreendei isto por favor. Não dispomos de tempo para efetuar gradualmente tal transformação. Os intelectuais de todo o mundo estão reconhecendo que o homem se acha à beira de um abismo, na iminência de destruir a si próprio. Nem religiões, nem deuses, nem salvadores, nem mestres, nem as lengalengas dos gurus, poderão impedi-los. Dizem os intelectuais ser necessário inventar uma nova droga, uma 'pílula dourada' capaz de produzir uma completa transformação química; e os cientistas provavelmente descobrirão esta droga. Não sei se estais bem a par dessas coisas. Ora conquanto o organismo físico seja um produto bioquímico, pode uma droga, uma superdroga fazer-vos amar, tornar-vos bondosos, generosos, delicados, não violentos? Não o creio; nenhum preparado químico pode fazer os homens amarem-se uns aos outros. O amornão é um produto do pensamento; também não é cultivável, como a flor que cultivamos em nosso jardim. O amor não pode ser comprado numa drogaria, e o amor é a única coisa que poderá salvar o homem - e não os artifícios das religiões, nem seus ritos, nem todos os exércitos do mundo. Podemos fugir, assistindo a concertos, visitando museus, entregando-nos a divertimentos de toda ordem - debalde! - porque o homem se acha hoje em dia em presença de um tremendo problema: se tem a possibilidade de transformar-se radicalmente, de efetuar uma total mutação de sua consciência, não amanhã, nem daqui a alguns anos, mas agora! Eis o problema principal: se o homem, em qualquer país que viva, com todas as suas belezas naturais, é capaz de operar uma mutação radical em seu interior, imediatamente. E não podeis resolvê-lo com vossas crenças, vossas ideologias, vossos deuses, salvadores, sacerdotes e rituais. Essas coisas já não tem o menor significado. |
| Podemos ir longe, se começarmos de muito perto. Em geral começamos pelo mais distante, o "supremo princípio", "o maior ideal", e ficamos perdidos em algumsonho vago do pensamento imaginativo. Mas quando partimos de muito perto, do mais perto, que é nós, então o mundo inteiro está aberto — pois nós somos o mundo. Temos de começar pelo que é real, pelo que está a acontecer agora, e o agora é sem tempo. |
| Meditação é libertar a mente de toda desonestidade. O pensamento gera desonestidade. O pensamento, no seu esforço para ser honesto, é comparativo e, portanto, desonesto. (…) Meditação é o movimento dessa honestidade no silêncio |
| Estou apenas a ser como um espelho da vossa vida, no qual podeis ver-vos como sois. Depois, podeis deitar fora o espelho; o espelho não é importante. |
| … Falamos da vida — e não de ideias, de teorias, de práticas ou de técnicas. Falamos para que olhe esta vida total, que é também a sua vida, para que lhe dê atenção. Isso significa que não pode desperdiçá-la. Tem pouquíssimo tempo para viver, talvez dez, talvez cinquenta anos. Não perca esse tempo. Olhe a sua vida, dê tudo para a compreender. |
O mundo é dos melhores?
O Mundo é dos melhores?
É incrível como atualmente estamos obcecados com o melhor. Não sei quando essa paixão desenfreada começou, mas é notável como atualmente, só queremos saber do melhor.
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, o melhor corpo, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.
-O bom, que deveria ser bom, já não é mais suficiente. O melhor é sempre a grande meta. Mas por quê?
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, o melhor emprego, a melhor dieta, o melhor corpo, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.
-O bom, que deveria ser bom, já não é mais suficiente. O melhor é sempre a grande meta. Mas por quê?
O ideal é ter o Top de Linha, aquele que deixa os outros para trás, que nos distingue e nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com o que é melhor em nossas mãos, não é?
Isso até que outra coisa “melhor” apareça e nos frustre trazendo novamente aquela vontade incontrolável de querer se desfazer do que já se tornou obsoleto.
Novas marcas surgem a todo instante, e novas possibilidades também.
E o que era melhor, de repente, parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.
O problema é que, quando só desejamos o melhor, passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, uma eterna frustração, não desfrutando realmente do que já temos e conquistamos, porque estamos sempre de olho no que nos falta conquistar e ainda ter.
Cada comercial de TV nos convence que merecemos ter mais do que temos. Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros estão vivendo bem melhor do que nós, que os outros estão comprando melhor, amando melhor, se divertindo melhor e logicamente ganhando melhor do que nós, tendo um melhor emprego do que o nosso, vencendo todos os obstáculos, tendo os melhores salários e claro, sendo sempre mais bonitos (as). Afinal os outros estão à procura do melhor e eu não estou, não é?
-Afinal, o que está acontecendo comigo?
É realmente incômodo viver num mundo competitivo como este.
Não conseguimos mais relaxar.
Mesmo aquelas pessoas que supostamente parecem estar se mostrando melhores que você, no fundo estão se enganando e enganando a si próprias, pois todos estão no mesmo barco e estão vivendo o mesmo dilema. Pode acreditar, eles tem o mesmo ponto de vista que você e acreditam que você é, e está melhor do que eles.
Não relaxamos nunca, porque temos de correr atrás do melhor todos os dias, e de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.
Se não posso dirigir acima de 120 km por hora, preciso realmente comprar um carro com tanta potência que chega a 300 km por hora? Para quê essa ostentação toda e esse exagero?
Se eu gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa?
E aquela TV gigantesca de tantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?
E o restaurante que gasto horrores e me faz sentir saudades da comida de casa, mas vou porque tem o “melhor chefe de cozinha”?
E aquele xampu que usei durante anos? Ele tem de ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro?
Será que o cabeleireiro do meu bairro tem mesmo de ser trocado pelo “melhor cabeleireiro” da cidade?
Ultimamente pensamos muito no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixados ansiosos e tem nos impedido de desfrutar o que realmente é “bom” na vida.
A casa que é pequena, mas nos acolhe. O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.
As férias que não serão na Europa, porque o dinheiro não está dando e terá de ser no interior do estado da Bahia, mas me dará a chance de estar perto de quem amo.
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas da minha história e da minha gratidão.
O corpo que já não é mais esbelto, mas ainda sente prazer.
-Será que a gente precisa mesmo de tanto?
Isso até que outra coisa “melhor” apareça e nos frustre trazendo novamente aquela vontade incontrolável de querer se desfazer do que já se tornou obsoleto.
Novas marcas surgem a todo instante, e novas possibilidades também.
E o que era melhor, de repente, parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.
O problema é que, quando só desejamos o melhor, passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, uma eterna frustração, não desfrutando realmente do que já temos e conquistamos, porque estamos sempre de olho no que nos falta conquistar e ainda ter.
Cada comercial de TV nos convence que merecemos ter mais do que temos. Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros estão vivendo bem melhor do que nós, que os outros estão comprando melhor, amando melhor, se divertindo melhor e logicamente ganhando melhor do que nós, tendo um melhor emprego do que o nosso, vencendo todos os obstáculos, tendo os melhores salários e claro, sendo sempre mais bonitos (as). Afinal os outros estão à procura do melhor e eu não estou, não é?
-Afinal, o que está acontecendo comigo?
É realmente incômodo viver num mundo competitivo como este.
Não conseguimos mais relaxar.
Mesmo aquelas pessoas que supostamente parecem estar se mostrando melhores que você, no fundo estão se enganando e enganando a si próprias, pois todos estão no mesmo barco e estão vivendo o mesmo dilema. Pode acreditar, eles tem o mesmo ponto de vista que você e acreditam que você é, e está melhor do que eles.
Não relaxamos nunca, porque temos de correr atrás do melhor todos os dias, e de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos. Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.
Se não posso dirigir acima de 120 km por hora, preciso realmente comprar um carro com tanta potência que chega a 300 km por hora? Para quê essa ostentação toda e esse exagero?
Se eu gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa?
E aquela TV gigantesca de tantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?
E o restaurante que gasto horrores e me faz sentir saudades da comida de casa, mas vou porque tem o “melhor chefe de cozinha”?
E aquele xampu que usei durante anos? Ele tem de ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro?
Será que o cabeleireiro do meu bairro tem mesmo de ser trocado pelo “melhor cabeleireiro” da cidade?
Ultimamente pensamos muito no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixados ansiosos e tem nos impedido de desfrutar o que realmente é “bom” na vida.
A casa que é pequena, mas nos acolhe. O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.
As férias que não serão na Europa, porque o dinheiro não está dando e terá de ser no interior do estado da Bahia, mas me dará a chance de estar perto de quem amo.
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas da minha história e da minha gratidão.
O corpo que já não é mais esbelto, mas ainda sente prazer.
-Será que a gente precisa mesmo de tanto?
Não estamos querendo dizer que o melhor não possa ser o caminho, mas o mundo está mudando e a nossa relação com os bens de consumo também.
A ânsia pelo consumo inconsequente e sem consciência está tornando o mundo um lugar insustentável tanto material, como econômica e financeiramente.
O que está acontecendo com a economia ao redor do mundo é um macro sintoma do que está ocorrendo dentro de nossas próprias casas, nas nossas famílias, nas nossas pequenas empresas e dentro de nós mesmos.
O mundo está mostrando que ele tem limites e que nós, como seres humanos, também temos. Devemos despertar para um consumo consciente imediatamente.
O grande problema é que poucos querem instituir o consumo consciente. Por um motivo muito simples.
O consumo consciente não gera lucros. Pior do que isso, ele dissolve nas pessoas a ânsia desenfreada e a esperança de poderem adquirir e possuir coisas que no fundo não tem significado algum para suas vidas, o supérfluo.
Desde o início da década de 90 e mais ainda a partir do ano 2000, muitas empresas e instituições descobriram um novo e fabuloso filão para se promoverem e então decidiram elaborar um novo plano de ação de marketing, voltado para discursos sobre desenvolvimento sustentável, ecologia, proteção do meio ambiente, mercado verde, etc. Chegaram a aprovar algumas leis “ecologicamente corretas”, porém totalmente paliativas do ponto de vista ético, pois elas nos fazem acreditar que eles estão fazendo a coisa certa e nós meros mortais, somos os culpados de tudo isso que está acontecendo no globo terrestre. Essa técnica faz com que eles (empresas) logicamente se tornem os mocinhos da história e nós os vilões.
Infelizmente há muita hipocrisia pairando no ar, não devemos aceitar tais argumentos que entram em nossas casas gratuitamente através da televisão, internet, jornais e revistas ou que estejam impressos nos rótulos de muitos produtos.
Não adianta. Eles continuam querendo que a grande massa populacional continue consumindo desenfreadamente dia após dia, mais e mais, não importa o quê e nem como, o que importa mesmo é manter a máquina funcionando e os faturamentos trimestrais avançando para que os índices das bolsas continuem crescendo.
Sim, tudo isso é importante para a economia mundial e para as pessoas, mas são somente números, estão todos preocupados somente com os números. Eles já se esqueceram que as empresas, as instituições, as máquinas e tudo o que existe, foi criado e desenvolvido para o bem estar das pessoas, ou seja, para manter as pessoas e não para manter as empresas. Essa é uma percepção muito sutil.
A pessoa, o indivíduo não é mais o foco principal, mesmo parecendo ser, o foco agora são as próprias instituições e as próprias empresas. As empresas estão preocupadas no fundo com elas mesmas e não com as pessoas que trabalham nelas ou com as pessoas que elas atendem, os seus clientes. Mesmo dizendo que sim, que o cliente é a coisa mais importante para a empresa, eles estão mentindo e se enganando, pois a preocupação não são realmente as pessoas, tão pouco são os próprios funcionários.
Vejam, se uma pessoa não é mais tão jovem ou está passando por momentos difíceis na vida, então ela não serve mais para a empresa, aos poucos ela é afastada e como se fosse uma peça obsoleta, em pouco tempo já não fará mais parte daquela organização.
-Porque estamos dizendo isso?
A ânsia pelo consumo inconsequente e sem consciência está tornando o mundo um lugar insustentável tanto material, como econômica e financeiramente.
O que está acontecendo com a economia ao redor do mundo é um macro sintoma do que está ocorrendo dentro de nossas próprias casas, nas nossas famílias, nas nossas pequenas empresas e dentro de nós mesmos.
O mundo está mostrando que ele tem limites e que nós, como seres humanos, também temos. Devemos despertar para um consumo consciente imediatamente.
O grande problema é que poucos querem instituir o consumo consciente. Por um motivo muito simples.
O consumo consciente não gera lucros. Pior do que isso, ele dissolve nas pessoas a ânsia desenfreada e a esperança de poderem adquirir e possuir coisas que no fundo não tem significado algum para suas vidas, o supérfluo.
Desde o início da década de 90 e mais ainda a partir do ano 2000, muitas empresas e instituições descobriram um novo e fabuloso filão para se promoverem e então decidiram elaborar um novo plano de ação de marketing, voltado para discursos sobre desenvolvimento sustentável, ecologia, proteção do meio ambiente, mercado verde, etc. Chegaram a aprovar algumas leis “ecologicamente corretas”, porém totalmente paliativas do ponto de vista ético, pois elas nos fazem acreditar que eles estão fazendo a coisa certa e nós meros mortais, somos os culpados de tudo isso que está acontecendo no globo terrestre. Essa técnica faz com que eles (empresas) logicamente se tornem os mocinhos da história e nós os vilões.
Infelizmente há muita hipocrisia pairando no ar, não devemos aceitar tais argumentos que entram em nossas casas gratuitamente através da televisão, internet, jornais e revistas ou que estejam impressos nos rótulos de muitos produtos.
Não adianta. Eles continuam querendo que a grande massa populacional continue consumindo desenfreadamente dia após dia, mais e mais, não importa o quê e nem como, o que importa mesmo é manter a máquina funcionando e os faturamentos trimestrais avançando para que os índices das bolsas continuem crescendo.
Sim, tudo isso é importante para a economia mundial e para as pessoas, mas são somente números, estão todos preocupados somente com os números. Eles já se esqueceram que as empresas, as instituições, as máquinas e tudo o que existe, foi criado e desenvolvido para o bem estar das pessoas, ou seja, para manter as pessoas e não para manter as empresas. Essa é uma percepção muito sutil.
A pessoa, o indivíduo não é mais o foco principal, mesmo parecendo ser, o foco agora são as próprias instituições e as próprias empresas. As empresas estão preocupadas no fundo com elas mesmas e não com as pessoas que trabalham nelas ou com as pessoas que elas atendem, os seus clientes. Mesmo dizendo que sim, que o cliente é a coisa mais importante para a empresa, eles estão mentindo e se enganando, pois a preocupação não são realmente as pessoas, tão pouco são os próprios funcionários.
Vejam, se uma pessoa não é mais tão jovem ou está passando por momentos difíceis na vida, então ela não serve mais para a empresa, aos poucos ela é afastada e como se fosse uma peça obsoleta, em pouco tempo já não fará mais parte daquela organização.
-Porque estamos dizendo isso?
Para entender que tudo isso é reflexo do que está acontecendo com cada um de nós. Estamos vivendo um individualismo nunca visto antes, as pessoas só pensam nelas mesmas e passam por cima de tudo e de todos para conseguirem o que desejam, não estão preocupadas com o outro, o que importa é a individualidade e o suposto prazer momentâneo que elas possam conseguir comprando os melhores bens e os melhores serviços do mercado.
Mesmo muitas pessoas dizendo serem altruístas e caridosas e que fazem trabalhos voluntários, na maioria das vezes, e não vamos generalizar, elas fazem tudo isso para elas mesmas e não pelos outros. É algo muito sutil, mas é facilmente perceptível a individualidade e o egoísmo vibrando ao redor delas.
Estamos chegando num momento crucial no mundo, as verdades estão vindo à tona e as máscaras estão começando a cair.
Se estivermos dizendo uma inverdade, pare e olhe ao seu redor, olhe para as empresas que você adquire produtos e serviços, veja como elas estão agindo, veja como o dono da empresa dos produtos que você compra, age com seus funcionários, veja como essa empresa encara o ser humano.
Olhe para as pessoas com quem convive atualmente e depois pare e tente olhar para você mesmo (a). Tente reconhecer como você está tratando o seu semelhante e as pessoas que o (a) cercam.
O ideal neste momento de quebra de paradigmas é que cada um se interiorize e descubra qual a forma mais adequada de agir e não a melhor forma de conviver com o mundo e com as pessoas, já que é utópico demais querer acreditar num mundo fabuloso, fantástico, sem destruição, auto-sustentável e ecologicamente correto, num momento de grandes mudanças que estamos vivendo atualmente.
Vivemos dentro de um sistema urbano totalmente interligado com a grande máquina capitalista. Temos de ter consciência que estamos dentro de um processo e que este processo de transição e mudança, está ainda no início. Resta a nós deixar um legado e uma experiência de vida para nossos filhos e netos, para que eles tenham o discernimento suficiente para saber que no futuro próximo, eles também terão de fazer a parte deles.
Vamos parar de achar que temos de salvar o mundo, como se fôssemos os últimos heróis que passarão pelo planeta. Vamos fazer o que está ao nosso alcance e seguir adiante, até porque não temos nada melhor para fazer a não ser seguir em frente, não é?
Pare por um instante o que está fazendo e veja como pode agradecer pelo que tem e pelo que já conquistou em sua vida, agradeça as pessoas que lhe ajudaram um dia, pode ter certeza, você não conseguiria nada sem a ajuda delas.
Lembre-se delas sempre que puder e seja grato (a).
-Que tal começar pelos seus pais que lhe trouxeram ao mundo?
Paremos de reclamar pelo que não temos e comecemos a ser gratos pelo que já temos.
Ir à busca da gratidão da alma é sem dúvida a melhor escolha que podemos fazer em nossas vidas.
Este é o princípio da verdadeira felicidade.
Mesmo muitas pessoas dizendo serem altruístas e caridosas e que fazem trabalhos voluntários, na maioria das vezes, e não vamos generalizar, elas fazem tudo isso para elas mesmas e não pelos outros. É algo muito sutil, mas é facilmente perceptível a individualidade e o egoísmo vibrando ao redor delas.
Estamos chegando num momento crucial no mundo, as verdades estão vindo à tona e as máscaras estão começando a cair.
Se estivermos dizendo uma inverdade, pare e olhe ao seu redor, olhe para as empresas que você adquire produtos e serviços, veja como elas estão agindo, veja como o dono da empresa dos produtos que você compra, age com seus funcionários, veja como essa empresa encara o ser humano.
Olhe para as pessoas com quem convive atualmente e depois pare e tente olhar para você mesmo (a). Tente reconhecer como você está tratando o seu semelhante e as pessoas que o (a) cercam.
O ideal neste momento de quebra de paradigmas é que cada um se interiorize e descubra qual a forma mais adequada de agir e não a melhor forma de conviver com o mundo e com as pessoas, já que é utópico demais querer acreditar num mundo fabuloso, fantástico, sem destruição, auto-sustentável e ecologicamente correto, num momento de grandes mudanças que estamos vivendo atualmente.
Vivemos dentro de um sistema urbano totalmente interligado com a grande máquina capitalista. Temos de ter consciência que estamos dentro de um processo e que este processo de transição e mudança, está ainda no início. Resta a nós deixar um legado e uma experiência de vida para nossos filhos e netos, para que eles tenham o discernimento suficiente para saber que no futuro próximo, eles também terão de fazer a parte deles.
Vamos parar de achar que temos de salvar o mundo, como se fôssemos os últimos heróis que passarão pelo planeta. Vamos fazer o que está ao nosso alcance e seguir adiante, até porque não temos nada melhor para fazer a não ser seguir em frente, não é?
Pare por um instante o que está fazendo e veja como pode agradecer pelo que tem e pelo que já conquistou em sua vida, agradeça as pessoas que lhe ajudaram um dia, pode ter certeza, você não conseguiria nada sem a ajuda delas.
Lembre-se delas sempre que puder e seja grato (a).
-Que tal começar pelos seus pais que lhe trouxeram ao mundo?
Paremos de reclamar pelo que não temos e comecemos a ser gratos pelo que já temos.
Ir à busca da gratidão da alma é sem dúvida a melhor escolha que podemos fazer em nossas vidas.
Este é o princípio da verdadeira felicidade.
20 de maio de 2015
Mensagem de Jonh - Um ser de luz azul que não está neste mundo
Queridos...
Para que tanto esperar se já podem confiar?
Para que julgar se já podem aceitar?
Para que invejar se já podem admirar?
Para que tanto exigir se já podem ensinar?
Para que sobreviver se o melhor é viver?
Não há nada realmente a temer,
Tudo o que fizerem os levará ao encontro da luz,
Mesmo pensando que estão praticando o mal, e o desamor.
Mesmo assim estarão trabalhando sob as forças do bem.
Para que a solidão se já podem conviver?
Para que a opressão se existe a expressão?
Para que ofender se já podem respeitar?
Para que acumular se já podem compartilhar?
É incrível quando nossos amigos invisíveis nos mostram isso por aqui.
e ao mesmo tempo incrível ver quanto julgamento praticamos aí na Terra. As leis superiores são ainda incompreensíveis para as suas singelas mentes. Grandes leis compreendidas aqui. Vocês sempre trabalharão para o cumprimento do projeto da paz e da grande luz. O mal não existe, ele é apenas uma das formas para a manifestação do bem. Sim, um caminho difícil de seguir, mas apenas uma das formas para chegar ao verdadeiro significado de Deus.”
Então queridos,
Para que escuridão se aqui só há luz?
Para que temer a morte se aqui só há vida?
Para que guerrear se podemos parar e cantar?
Eu amo e acredito em todos vocês!
Queridos. Eu sou John. - Um espírito de luz.
Para que tanto esperar se já podem confiar?
Para que julgar se já podem aceitar?
Para que invejar se já podem admirar?
Para que tanto exigir se já podem ensinar?
Para que sobreviver se o melhor é viver?
Não há nada realmente a temer,
Tudo o que fizerem os levará ao encontro da luz,
Mesmo pensando que estão praticando o mal, e o desamor.
Mesmo assim estarão trabalhando sob as forças do bem.
Para que a solidão se já podem conviver?
Para que a opressão se existe a expressão?
Para que ofender se já podem respeitar?
Para que acumular se já podem compartilhar?
É incrível quando nossos amigos invisíveis nos mostram isso por aqui.
e ao mesmo tempo incrível ver quanto julgamento praticamos aí na Terra. As leis superiores são ainda incompreensíveis para as suas singelas mentes. Grandes leis compreendidas aqui. Vocês sempre trabalharão para o cumprimento do projeto da paz e da grande luz. O mal não existe, ele é apenas uma das formas para a manifestação do bem. Sim, um caminho difícil de seguir, mas apenas uma das formas para chegar ao verdadeiro significado de Deus.”
Então queridos,
Para que escuridão se aqui só há luz?
Para que temer a morte se aqui só há vida?
Para que guerrear se podemos parar e cantar?
Eu amo e acredito em todos vocês!
Queridos. Eu sou John. - Um espírito de luz.
O Olho que tudo Vê
O Olho de Hórus
No centro do nosso crânio, no local mais protegido do corpo humano, possuímos um órgão capaz de nos conectar com o mundo espiritual e com nossos mentores extrafísicos. Esse órgão era conhecido pelos sacerdotes das escolas de mistérios do antigo Egito e por esse motivo seu símbolo se tornou o símbolo maior da escola de ocultismo da antiguidade e um arquétipo que ultrapassou os tempos.
O Olho de Hórus simboliza o olho da consciência que está sempre desperto. O olho da consciência é o terceiro olho. O olho que tudo vê e tudo sabe. Um pequeno órgão do tamanho de uma semente de laranja, mais conhecido como Glândula Pineal - a porta capaz de nos levar ao além, ao mundo invisível de Amém, o mundo de Osíris Maior – Lord Melquesedeque.
A glândula pineal é o órgão que produz os sonhos, as visões, as clarividências, as clariaudiências, as psicografias e os fenômenos metafísicos. O mesmo olho que recebe as inspirações do mundo espiritual, as canalizações, as intuições e possibilita os músicos, artistas, cantores, cientistas, médicos e inventores a trazerem o que existe no mundo espiritual para ser manifestado no mundo físico. O mesmo órgão que transforma pensamento em desejo, desejo em intenção e intenção em vibração, para que os sonhos verdadeiros sejam enviados para o mundo abstrato de Amém e facilitando assim, que a Lei Universal da Atração conecte as pessoas através das suas semelhanças latentes.
Portanto, a glândula pineal é o órgão sensorial mais importante e incompreendido pela ciência. Os sumos sacerdotes egípcios sabiam do seu potencial, pois a utilizavam em larga escala para promoverem curas e acessarem os mundos interdimensionais de Órion e Sirius - as moradas maiores de nossos espíritos.
A pineal vibra através das verdadeiras intenções. E tudo se une através das vibrações semelhantes. Ou seja. O que temos dentro do nosso crânio é um fantástico mecanismo de comunicação interdimensional e telepático pronto para ser usado, porém esse órgão de extrema importância infelizmente foi mutilado durante muitos séculos através das mais diversas formas de magias na antiguidade, principalmente durante a Idade Média e os processos de inquisições, onde o objetivo era manipular e condicionar o povo ao medo e a doutrina religiosa. Os governantes e o clero da época sabiam que através desse órgão, com a abertura do terceiro olho, as pessoas acessariam outros mundos e descobririam a tão temida verdade velada. A verdade que revelaria aos povos que Deus não é aquele velho sentado sobre as nuvens, maldoso e pronto para castigar os homens e mulheres pecadores. Revelaria também outra informação de grande importância - que o diabo nunca existiu.
Mas a ânsia pelo poder e pela manipulação das massas fez com que essa extraordinária ferramenta extrassensorial fosse atrofiada através de diversos mecanismos e condicionamentos emocionais, psíquicos e mentais. Infelizmente, após séculos, eles conseguiram o que queriam e a partir daí, com a população condicionada e hipnotizada pelo medo do mundo espiritual, construíram um mundo complemente submisso e refém das condutas impositoras do pecado original.
As pessoas se tornaram tementes a Deus e ao Diabo e acabaram se transformando em reféns do medo. Incrivelmente a humanidade não conseguiu reagir e vivemos até os dias atuais condicionados da mesma forma desde a Idade Média, acreditando que existe alguém lá em cima nos céus esperando um pecado de nossa parte para nos castigar duramente caso não sigamos as normas e doutrinas pré-estabelecidas pela sociedade.
Esse projeto de poder mental vem se arrastando até hoje depois de muitos séculos de guerras e mortes infundadas. Porém, agora é chegado o momento da libertação. A livre informação veio para trazer um alento aos seres humanos, pelo menos para aqueles que almejam descobrir a verdade que há tanto tempo está escondida e sendo manipulada por poucos. Essa verdade é a única verdade que poderá libertar você das garras da ignorância e da submissão. Essa verdade é a sua verdade. Ela está trancada a sete chaves e somente uma pessoa pode acessar o que um dia foi trancafiado. A Era de Ouro está trazendo essa oportunidade de libertação. Não somente para alguns intelectuais elitizados ou escolhidos, mas sim para todos, para todos que não aceitam mais viver num mundo de mentiras e enganações e já decidiram que desejam viver num mundo de verdades e elevação.
Se você está com este livro em mãos até este momento, significa que é uma dessas pessoas que sente que o velho mundo de mentiras está definhando e um novo mundo de elevação está se formando.
Mas você deve estar se perguntando: Por que eu tenho que me esforçar tanto para viver nesse novo mundo se as grandes mudanças talvez demorem décadas para acontecer?
Esse é o ponto principal. O (a) verdadeiro (a) iniciado (a) não teme o tempo, ele (a) sabe que o investimento que se faz em si mesmo (a) sempre será o melhor investimento. Principalmente aquele investimento imaterial que se faz para a própria consciência, pois mesmo ele (a) não podendo vivenciar as transformações que tanto almeja, no fundo, ele (a) sente e sabe que retornará em vidas futuras para usufruir, cooperar e auxiliar na implantação e na melhoria deste mundo. O (a) iniciado (a) é um (a) alquimista da alma e navega pelas rotas da eternidade. Todos navegam sem distinção, mas o que difere o (a) iniciado (a) do (a) não-iniciado (a) é a consciência, é estar consciente e lúcido (a) sobre seus defeitos e virtudes e conhecer seus propósitos de vida e existência espiritual.
O Olho de Hórus simboliza o olho da consciência que está sempre desperto. O olho da consciência é o terceiro olho. O olho que tudo vê e tudo sabe. Um pequeno órgão do tamanho de uma semente de laranja, mais conhecido como Glândula Pineal - a porta capaz de nos levar ao além, ao mundo invisível de Amém, o mundo de Osíris Maior – Lord Melquesedeque.
A glândula pineal é o órgão que produz os sonhos, as visões, as clarividências, as clariaudiências, as psicografias e os fenômenos metafísicos. O mesmo olho que recebe as inspirações do mundo espiritual, as canalizações, as intuições e possibilita os músicos, artistas, cantores, cientistas, médicos e inventores a trazerem o que existe no mundo espiritual para ser manifestado no mundo físico. O mesmo órgão que transforma pensamento em desejo, desejo em intenção e intenção em vibração, para que os sonhos verdadeiros sejam enviados para o mundo abstrato de Amém e facilitando assim, que a Lei Universal da Atração conecte as pessoas através das suas semelhanças latentes.
Portanto, a glândula pineal é o órgão sensorial mais importante e incompreendido pela ciência. Os sumos sacerdotes egípcios sabiam do seu potencial, pois a utilizavam em larga escala para promoverem curas e acessarem os mundos interdimensionais de Órion e Sirius - as moradas maiores de nossos espíritos.
A pineal vibra através das verdadeiras intenções. E tudo se une através das vibrações semelhantes. Ou seja. O que temos dentro do nosso crânio é um fantástico mecanismo de comunicação interdimensional e telepático pronto para ser usado, porém esse órgão de extrema importância infelizmente foi mutilado durante muitos séculos através das mais diversas formas de magias na antiguidade, principalmente durante a Idade Média e os processos de inquisições, onde o objetivo era manipular e condicionar o povo ao medo e a doutrina religiosa. Os governantes e o clero da época sabiam que através desse órgão, com a abertura do terceiro olho, as pessoas acessariam outros mundos e descobririam a tão temida verdade velada. A verdade que revelaria aos povos que Deus não é aquele velho sentado sobre as nuvens, maldoso e pronto para castigar os homens e mulheres pecadores. Revelaria também outra informação de grande importância - que o diabo nunca existiu.
Mas a ânsia pelo poder e pela manipulação das massas fez com que essa extraordinária ferramenta extrassensorial fosse atrofiada através de diversos mecanismos e condicionamentos emocionais, psíquicos e mentais. Infelizmente, após séculos, eles conseguiram o que queriam e a partir daí, com a população condicionada e hipnotizada pelo medo do mundo espiritual, construíram um mundo complemente submisso e refém das condutas impositoras do pecado original.
As pessoas se tornaram tementes a Deus e ao Diabo e acabaram se transformando em reféns do medo. Incrivelmente a humanidade não conseguiu reagir e vivemos até os dias atuais condicionados da mesma forma desde a Idade Média, acreditando que existe alguém lá em cima nos céus esperando um pecado de nossa parte para nos castigar duramente caso não sigamos as normas e doutrinas pré-estabelecidas pela sociedade.
Esse projeto de poder mental vem se arrastando até hoje depois de muitos séculos de guerras e mortes infundadas. Porém, agora é chegado o momento da libertação. A livre informação veio para trazer um alento aos seres humanos, pelo menos para aqueles que almejam descobrir a verdade que há tanto tempo está escondida e sendo manipulada por poucos. Essa verdade é a única verdade que poderá libertar você das garras da ignorância e da submissão. Essa verdade é a sua verdade. Ela está trancada a sete chaves e somente uma pessoa pode acessar o que um dia foi trancafiado. A Era de Ouro está trazendo essa oportunidade de libertação. Não somente para alguns intelectuais elitizados ou escolhidos, mas sim para todos, para todos que não aceitam mais viver num mundo de mentiras e enganações e já decidiram que desejam viver num mundo de verdades e elevação.
Se você está com este livro em mãos até este momento, significa que é uma dessas pessoas que sente que o velho mundo de mentiras está definhando e um novo mundo de elevação está se formando.
Mas você deve estar se perguntando: Por que eu tenho que me esforçar tanto para viver nesse novo mundo se as grandes mudanças talvez demorem décadas para acontecer?
Esse é o ponto principal. O (a) verdadeiro (a) iniciado (a) não teme o tempo, ele (a) sabe que o investimento que se faz em si mesmo (a) sempre será o melhor investimento. Principalmente aquele investimento imaterial que se faz para a própria consciência, pois mesmo ele (a) não podendo vivenciar as transformações que tanto almeja, no fundo, ele (a) sente e sabe que retornará em vidas futuras para usufruir, cooperar e auxiliar na implantação e na melhoria deste mundo. O (a) iniciado (a) é um (a) alquimista da alma e navega pelas rotas da eternidade. Todos navegam sem distinção, mas o que difere o (a) iniciado (a) do (a) não-iniciado (a) é a consciência, é estar consciente e lúcido (a) sobre seus defeitos e virtudes e conhecer seus propósitos de vida e existência espiritual.
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