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26 de fevereiro de 2009

A TORRE DE BABEL E 11/SET.

A torre de babel representa o castigo de Deus à ambição humana de atingir os céus. Representa também a disseminação das várias nações e suas linguagens pelo planeta.
“A Torre de Babel é mencionada no livro bíblico do Gênesis como uma torre enorme construída pelos descendentes de Noé, com a finalidade de tocar os céus e adorar deuses falsos. Jeová, irado com a ousadia humana, teria feito com que todos os trabalhadores da obra começassem a falar em idiomas diferentes, de modo a que não se pudessem entender, e assim, acabaram por abandonar a sua construção. Foi este episódio que, segundo a Bíblia, explica a origem dos idiomas na humanidade.
Mitos são profecias – representações poéticas do destino humano. A Torre de Babel – símbolo da mais arrogante pretensão dos homens: queriam ser iguais a Deus, queriam ter poder absoluto. Pensavam que o poder, forte, lhes garantiria o viver, fraco. Mas quando o “amor ao poder“ se torna o motivo dominante das ações humanas, a linguagem entra em colapso: os homens perdem a capacidade de se entender: a confusão das línguas. O dinheiro é o símbolo supremo do amor ao poder. Nele estão as sementes da autodestruição. No dia 11 de setembro de 2001 o mito se transformou em história: a destruição das Torres Gêmeas é um arquétipo do tempo que se repete para msotrar novamente que nada nem ninguém pode se colocar acima do poder de Deus. ASSISTA ESSE VIDEO, VAI MUDAR TOTALMENTE SUA POSIÇÃO FRENTE AO ATENTADO DE 11 DE SETEMBRO.
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ESSE VIDEO COLOQUEI COMO DOCUMENTO HISTÓRICO, UM FATO JORNALÍSTICO. DAQUI HÁ 30 ANOS NOSSOS NETOS ESTARÃO ASSISTINDO ESSE MESMO VÍDEO E DESCOBRINDO COMO FOI QUE ACONTECEU A TRANSIÇÃO DE PODERES E O FIM DA NOVA ORDEM MUNDIAL DOS ILUMINATTIS.
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SERRA DO RONCADOR - BERÇO DA NOVA HUMANIDADE.

CLIQUE NO TITULO DA POSTAGEM PARA VER UM VIDEO AÉREO DA SERRA DO RONCADOR.

Conforme vimos na matéria anterior, as “boas sementes” preservadas da catástrofe atlante deram prosseguimento em várias partes do globo à marcha das civilizações, tendo à frente seus chefes ou guias espirituais, verdadeiro sentido da alegoria bíblica da “Arca de Noé”; arca ou barca significando tudo o que deve ser guardado, mantido, preservado, neste caso, os valores da Sabedoria Iniciática das Idades; e Noé, que lido anagramaticamente nos dá “Eon”, sufixo grego que quer dizer, Deus, ou seja, “A Sabedoria Arcaica dos Deuses”, aportando nos diversos pontos do planeta predestinados a servirem de berço para o desenvolvimento dos diversos estágios evolutivos da humanidade.
À este caminhar constante e cíclico da evolução humana pelos continentes, fazendo surgir e desaparecer aqui e acolá poderosas civilizações, dá-se o nome de Itinerário de I.O., ou de Isis e Osíris, a parelha divina que surgiu no Egito, à frente das primeiras levas de migrações atlantes, fundando a primeira dinastia dos faraós, que durante muito tempo foi o centro irradiador da iniciação egípcia. Outros centros migratórios de mesma natureza surgiram nas Américas, nas Índias e na costa do Mediterrâneo.

Brad Pitt será o verdadeiro Indiana JonesBrad Pitt lidera a corrida para o papel de um explorador britânico que terá inspirado a personagem de Indiana Jones.O actor de 44 anos, foi a primeira escolha para fazer o papel de Percy Fawcet, o explorador que desapareceu na floresta Amazónia, em 1925, durante uma expedição em busca de uma cidade perdida.Brad Pitt, mostrou interesse em produzir e protagonizar «Lost City of Z», filme que contará a história da missão falhada de Fawcett há 83 anos.Várias gerações de exploradores tentaram encontrar a rota de Fawcett, numa tentativa de resolverem o mistério do seu desaparecimento, mas nunca o conseguiram.


Segundo nos ensina a Tradição Iniciática, os primeiros povos que habitaram o Egito foram remanescentes dos Toltecas, a vigorosa sub raça atlante, cujo império se desenvolveu com todo o seu esplendor nas Américas, mas que teve alguns de seus ramos raciais povoando o antigo Egito, como o prova a semelhança da arquitetura das famosas Pirâmides de Gizé, com as ruínas de cidades pré-históricas de Macchu Pichu e Kuzco, por eles construídas, no Peru.
Os toltecas, dizem as Revelações, foram os primeiros habitantes das Américas do Sul e Central, e deles surgiram, com o passar do tempo, os Incas, Maias, Tupis, Caraíbas, Astecas, e todas as nações indígenas autóctones de pele vermelha. Aqui construíram diversas cidades e civilizações, sendo uma delas situada no planalto que se estende pelos confins da Amazônia, Mato Grosso, o atual Estado de Tocantins e Goiás; há muitos milhares de anos.
Raça soberba, que alcançou grande desenvolvimento nas artes e na arquitetura, os toltecas foram, essencialmente, exímios construtores. Mestres nesta arte, de suas mãos laboriosas surgiram verdadeiros impérios sinárquicos, com suas cidades ciclópicas, hoje soterradas pela ação do tempo, mas que vez por outra surge aos olhos da ciência oficial, na forma dos achados arqueológicos de restos de cidades colossais (Machu Pichu e Kuzco por exemplo); de objetos de cobre, bronze, prata e ouro artisticamente trabalhados; e de inscrições rupestres talhadas em rochas e cavernas, que só no Brasil se contam em mais de 3.000 descobertas, que desconsertam todas as teorias que se tinha até então sobre a história do Brasil e das Américas.
Ao tempo da Atlântida, segundo os ocultistas, os toltecas construíram e fundaram talvez a sua principal obra, a famosa e lendária “Cidade dos Telhados Resplandecentes”, ou “Cidade das Portas de Ouro”, ou “Matatu-Araracanga” na linguagem tupi. Seu ponto de destaque era o magnífico “Templo de Ouro”, edificado no cume de uma colina, que era ao mesmo tempo Templo e Palácio Governamental, sinalizando que os dois poderes – o Espiritual e o Temporal- ali estavam unidos. Engenhosos e sábios na arte de construir, os toltecas a teriam dotado com comunicação interna (galerias subterrâneas) com todas as outras cidades construídas pela sua portentosa civilização.
Por ter sido, juntamente com as Américas, regiões preservadas da catástrofe atlante, segundo revelação do Professor Henrique José de Souza, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose; muitos estudiosos acreditam estar esta e outras magníficas obras dos toltecas soterradas nas florestas brasileiras, mais especificamente na região da Serra do Roncador, em Mato Grosso; protegidas pelas flechas dos Xavantes, ou “Chave dos Andes”, conforme definição do próprio Professor; numa referência à Cordilheira que atravessa toda a América do Sul, chegando até próxima ao Mar do Caribe, ou dos Caraíbas, conforme já vimos.
Foi no encalço dos vestígios desta perdida civilização que o coronel inglês Percy Harrison Fawcett desapareceu, juntamente com seu filho Jak e um acompanhante, em local ignorado da Serra do Roncador, nos idos de 1.925, num acontecimento que causou grande repercussão na imprensa mundial, despertando calorosos debates sobre o enigma da região.
Foi sobrevoando esta mesma região que o ex-presidente Getúlio Vargas teria avistado um ponto luminoso perdido na selva, que o teria impulsionado a desencadear à toque de caixa o processo de ocupação do Centro Oeste brasileiro através da Marcha para o Oeste e da Expedição Roncador Xingu.
Foi explorando ouro nesta região que quatro bandeiras paulistas, chefiadas por Bartolomeu Bueno da Silva, Prado Siqueira, Felipe Bicudo e Pires de Campos, tiveram, no fim do século XVII, a lendária visão do “Morro dos Martírios”, reluzente em ouro e pedras preciosas que reproduziam os instrumentos da Paixão de Cristo, despertando a cobiça de portugueses e espanhóis em torno do “El Dourado” brasileiro.

A legendária civilização atlante, segundo relatos ocultistas, desenvolveu-se e existiu numa região grande parte dela localizada debaixo do atual Oceano Atlântico –que não por acaso leva o seu nome-; e em algumas outras regiões que escaparam dos cataclismos que fizeram sucumbir o imenso continente; sendo uma dessas regiões o território onde hoje se acha o Brasil e as Américas.
Embora tais fatos não sejam, por enquanto, comprovados pela ciência oficial –sempre consumida pela cegueira espiritual e pela ignorância (no sentido de ignorar) certas verdades transcendentais, que estão acima do postulado de São Tomé – do “ver para crer”-; há no entanto uma vasta literatura a respeito, na pena de respeitadíssimos autores do mundo ocidental já citados no presente estudo, como Platão, Sólon, Pitágoras, Heródoto, Helena Petróvna Blavatsky e Dr. Mário Roso de Luna, sem contar o Professor Henrique José de Souza, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose; autores que produziram trabalhos hoje acessíveis para consultas de estudiosos no assunto; alguns de cunho altamente esotérico, só disponíveis aos iniciados nos mistérios maiores da história da humanidade.
Segundo essas revelações, a raça Atlante teve o seu desenvolvimento, apogeu e queda, há cerca de 4.000.000 milhões de anos, e foi a quarta raça mãe do total de sete raças mães que compõem a trajetória completa da evolução do homem na face da Terra, cada uma destas raças divididas em sete sub-raças, sendo que no momento estamos finalizando a quinta sub-raça da quinta raça mãe, a Ariana, que se seguiu à Atlântica.
O imenso império atlante era dividido em sete cidades ou cantões, dirigidos cada um por um Rei de estirpe Divina, já que na época a Divindade convivia com os homens, orientando-os e auxiliando-os na sua jornada evolucional, governados pela oitava cidade, onde ficava o poder central. Segundo a tradição, uma destas cidades, a quarta, revoltou-se contra o poder central, contra a Divindade manifestada, assassinando seus representantes, dando origem ao que ficou conhecido na história da humanidade como o grande Dilúvio Universal.
Assinalam os ocultistas que foi durante o desenvolvimento das três primeiras sub-raças –os Ramoals, Tlavaths e Toltecas-, que a civilização atlante alcançou o seu ápice, logrando grandes realizações principalmente no campo das artes e arquitetura, passando para a história como o período áureo, a idade de ouro da raça atlante.
Depois, nas sub-raças seguintes –os Turânios, Semitas, Acádios e Mongóis- veio a queda no materialismo e na magia negra, que resultou no castigo imposto pelos Deuses, não sem antes preservar as “boas” sementes de cada uma das sete sob-raças, para, em local seguro e preservado, dar continuidade a marcha das civilizações, que é verdadeiro sentido da alegoria bíblica da “Arca de Noé”.
Assim, conforme estudos disponíveis, da terceira sub- raça atlante, os toltecas, saíram correntes migratórias para as Américas (território preservado da catástrofe), mais especificamente para o Peru, México e Centro Oeste Brasileiro, dando origem, com o passar do tempo, aos Incas, Maias e Astecas.
E da sexta sub-raça, os Acádios, surgiu, no Mediterrâneo, os Pelasgos, Etruscos e Cartagineses, que falavam, conforme já vimos, a língua tupi (pelasgo-tupi), originária da Atlântida, uma vez que os aborígines em geral, de pele vermelha, são descendentes da Atlântida.
No Mediterrâneo formaram esses povos a Ordem dos Magos da Caldéia, de onde saiu CAR, fundador da Confederação dos Povos Cários, origem dos Caraíba-tupis que habitaram as Américas, e que juntamente com os Tupis (adoradores do Deus Pan –Tu-Pan, religião professada por CAR) e o Incas, formaram, na fusão da raça autóctone (poderíamos dizer, Atlântica), com o elemento ibero-europeu, a gênese da nossa raça, a raça do povo brasileiro.
Como já se disse, foram os toltecas os responsáveis pela fase de maior esplendor e glória daquela perdida civilização.
Raça soberba, formada por uma humanidade de belo porte e grande estatura, arquitetos e guerreiros, de pele castanho avermelhada (Cadernos Fiat Lux-pag.17-SBE), habitaram as Américas do Sul e Central, e nestas regiões construíram cidades ciclópicas, hoje soterradas pela ação do tempo, das quais as ruínas de Machu Pichu e Kuzco, no Peru, são apenas um pálido exemplo; do mesmo modo que a famosa e lendária Cidade dos Telhados Resplandecentes, ou Cidade das Portas de Ouro, por eles construída, e que para muitos, se situa na região da Serra do Roncador, onde aliás, em seu encalço, desapareceu o coronel inglês Percival Fawcet, no século passado, e de onde se conta muitas lendas, como a do Morro dos Martírios, reluzente em ouro que foi uma só vez vista por bandeirantes paulistas, etc., etc.