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7 de maio de 2011

A VERDADE ESTÁ EMERGINDO DAS ÁGUAS!

A Llenda de Platão, o filósofo grego, foi preservada por pastores egípcios desde o ano 400 a.C.
Ela descreve dois diálogos que se referem a uma viagem de Sólon ao Egito, onde ele soube que os sacerdotes egípcios de Sais possuíam registros escritos sobre "uma ilha continental além das Colunas de Hércules chamada Atlântida, o centro de um grande e maravilhoso império" com uma grande população, cidades de telhados de ouro, frota e exércitos poderosos para invasão e conquistas. A Atlântida é descrita como uma civilização avançada, um império de engenheiros e cientistas, tão ou mais avançados tecnologicamente que a nossa civilização. Segundo a lenda, desapareceu há cerca de 12 mil anos em meio a enchentes e terremotos, forçando seus sobreviventes a se refugiarem por todo o mundo.
- Também em sua Odisséia, Homero se refere a duas tribos, uma chamada Atarantes e a outra Atlantes a qual o nome derivada de uma montanha cônica e arredondada chamada Atlas. Dizem que era tão alta, que seu cume nunca poderia ser visto, pois as nuvens jamais o permitiriam;
- O escritor e sacerdote egípcio Manetho fornece a indicação de que a data em que os egípcios mudaram seu sistema de calendário ocorreu na mesma época em que Platão indica o afundamento da Atlântida, há onze mil e quinhentos anos atrás;
- Consta que existe um registro o qual descreve uma expedição enviada por um faraó da Segunda Dinastia para descobrir o que aconteceu à Atlântida e descobrir se ainda restara alguma coisa. Segundo o que pode ser levantado, a expedição voltou cinco anos depois, sem cumprir a missão;
- Tucídides (460 - 400 a.C.) nas Guerras do Peloponeso descreveu terremotos e inundações as quais destruíram cidades e ilhas e menciona uma terra a qual também fora atingida chamada Atalante;
- Os gauleses, habitantes da antiga Gália, acreditavam que haviam sofrido invasões de um povo cuja terra natal era uma ilha a qual afundara no meio do oceano;- Um manuscrito intitulado A Respeito do Mundo e atribuído a Aristóteles evidencia a crença em outros continentes;
- Diodoro Siculus, o Siciliano (século I a.C.), dentre outras afirmações e registros, descreveu a Atlântida como uma "ilha de tamanho considerável e situada no oceano a uma distância de alguns dias de viagem da Líbia (entende-se Líbia a África conhecida até então) para o oeste e cujo povo era chamado Atlatioi.
E mais dezenas de outros registros de historiadores famosos assim como Heródoto (século V), Apolodoro (século II), Teoponipos (século IV a.C.), Tertuliano (160 - 240), Philo Judaeus (20a.C. - 40 a.D.), Aelius (Claudius Aelianus - século III).

Como podemos ver, era crença comum os habitantes do antigo mundo mediterrâneo acreditar no afundamento de uma grande ilha continente a oeste dali e também em invasões e dominações de um povo mais desenvolvido.
As lembranças da Atlântida estão presentes em todos os povos do mundo, com exceção da Polinésia. Isso não se pode ignorar!


O fundo do oceano realmente sobe e desce. Pode ser que não saibam, mas o fundo do oceano Atlântico subiu mais de 3 mil metros em dezembro de 1969; fato esse que poderá ser confirmado na edição de janeiro de 1970 da revista Life. Na região das Bermudas, de repente muitas ilhas começaram a aparecer na superfície. Algumas ainda podem ser vistas, mas a maioria delas afundou de novo. O fundo do oceano esteve a mais de 3 mil metros de profundidade antes dessa época.



Fonte: Revista Life e também consta na página 127 do livro O Antigo Segredo Da Flor da Vida [Volume 1]Drunvalo Melchizedek.



O profeta adormecido previu em 1940 que cerca de 28 a 29 anos depois, ou seja, em 1968/69, um templo da Atlântida viria a superfície próximo a Bimini. Tal não foi a reação da imprensa e dos meios científicos quando em 1968, assim como havia sido previsto por Cayce, diversas construções submarinas começaram a aparecer nas proximidades de Bimini.



Ao descrever a Atlântida, Cayce disse que a parte afundada estava localizada no fundo do Oceano perto das Bahamas e que estas constituíam os picos da ilha afundada de Poseidia. Cayce afirmou também que as terras próximas a Bimini seriam as terras mais altas do continente afundado. A isso, junta-se o fato de ao sul deste ponto haver um abismo de cerca de 18 mil pés (aproximadamente 5.400 metros) de profundidade.



Outras ruínas submarinas posteriormente encontradas, próximas a outras ilhas do Caribe, incluindo o que parece ser uma cidade inteira submersa perto da costa do Haiti e outra ainda, no fundo de um lago. Ainda em 1968, foi descoberta uma espécie de estrada submarina, ao norte de Bimini, desaparecendo nas profundezas do mar.



Pesquisas estão sendo levadas a cabo, para descobrir se as ruínas são dos Maias ou se fazem parte realmente dos feitos de uma outra e mais antiga civilização.



Segundo Edgard Cayce, o fim da civilização Atlante deu-se devido a fatores como descontentamento do povo, escravidão dos trabalhadores e "misturas" (entre homens e animais), sacrifícios humanos, adultério, fornicação generalizada e mau uso das forças da natureza.





Em 23 de maio de 1998, Aaron Du Val, presidente da Egyptology Society, de Miami, Flórida, anunciou que a antiga Atlântida fora encontrada próxima a Bimini, e que isso poderia ser cientificamente provado além de qualquer dúvida. Haviam encontrado uma imensa pirâmide submersa e tinham aberto câmaras hermeticamente seladas para expor registros que confirmavam o que Platão dissera sobre a Atlântida durante a época da Grécia antiga.O Sr. Du Val disse que apresentaria as suas evidências ao mundo antes do fim de 1998 ou pouco mais adiante.



De acordo com Thoth [Página 128 – Livro de Drunvalo Melchizedek, já citado acima], o afundamento de Lemúria e o surgimento da Atlântida ocorreram ao mesmo tempo, durante outra mudança de eixos. A Lemúria afundou, e o que seria a Atlântida surgiu.





Esses registros afirmam claramente que havia dez cidades na Atlântida quando ela afundou. Na verdade, podem ver esses registros no documento Troano que atualmente se encontra no Museu Britânico. Estima-se que esse documento exista há pelo menos 3,5 mil anos, e ele explica em detalhes o afundamento da Atlântida. É maia e contém um relato autêntico do cataclismo, de acordo com Le Plongeon, o historiador francês que o traduziu.



No 11º Muluc do mês Zac do ano 6 Kan, ocorreram terríveis terremotos que continuaram sem interrupção até o 13º Chin. O país das colinas de Mud, a terra de Mu, foi sacrificado, sendo sublevado duas vezes. Ele desapareceu subitamente durante uma noite, a enseada continuamente sacudida por forças vulcânicas. Por serem confinadas, essas forças fizeram com que a Terra afundasse e emergisse diversas vezes e em vários lugares. Por fim, a superfície desapareceu e dez países foram feitos em pedaços e estraçalhados, incapazes de resistir à força das convulsões. Eles afundaram com os seus 64 milhões de habitantes.



Os dez países mencionados referem-se aos dez pontos da Árvore da Vida. Se virem esse documento, ele mostra uma cidade extremamente sofisticada, com vulcões em erupção dentro dela e em toda a sua volta, pirâmides e tudo o mais sendo destruído e as pessoas entrando em barcos e tentando escapar. Ele descreve o incidente na linguagem maia, que usa imagens.