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29 de abril de 2014

Atlântida: Um habitante de dois planetas, partes IX e X


Posted by  on April 29, 2014
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ATLÂNTIDA, A RAINHA das ONDAS dos OCEANOS  
“O propósito desta história é relatar o que conheci pela experiência, e não me cabe expor idéias teóricas. Se levares alguns pontos pequenos  deixados sem explicação para o santuário interior de tua alma, e ali meditares  neles, verás que se tornarão claros para ti, como a água que mitiga a tua sede. . . Este é o espírito com que o autor propõe que seja lido este livro. E chama de história o relato que faz de sua experiência. Que é história?. . . Ao leitor a decisão.
 “Nunca pronuncies estas palavras: “isto eu desconheço, portanto é falso“. Devemos estudar para conhecer; conhecer para compreender; compreender para julgar“. - Aforismo de Narada.
“Em época por vir, uma glória refulgente,
A glória de uma raça feita livre e pujante.
Vista por poetas, sábios, santos e videntes,
Num vislumbre da aurora inda distante.
Junto ao mar do Futuro, uma praia cintilante
Onde cada homem seus pares ombreará,
em igualdade, e a ninguém o joelho dobrará.
Desperta, minh’alma, de dúvidas e medos te desanuvia;
Contempla da face da Manhã toda a Magia
E ouve a melodia de prodigiosa suavidade
Que para nós flutua de remota e áurea graça —
E o canto como um coral da Liberdade
E o hino lírico da vindoura Raça.”  (Philos, o Tibetano)
Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Capítulos anteriores:
  1. http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas/
  2. http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-2/
  3. http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-3/
  4. http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-4/
  5. http://thoth3126.com.br/atlantida-um-habitante-de-dois-planetas-parte-5/
Livro: “Um Habitante de Dois Planetas”, de Philos, o Tibetano - Livro Primeiro, CAPÍTULOS 9 e 10:
CAPITULO IX - A CURA DO CRIME
Nos quatro anos que se seguiram ao meu estranho encontro com o homem alto e ereto, de cabelos brancos, que havia profetizado acontecimentos a mim ligados, estes se sucederam em harmonia com sua predição. Nunca mais nos havíamos visto, a não ser uma vez, antes de minha morte. Antes de continuar, devo lembrar e em seguida tirar de cena meus sócios na mina de ouro e o homem que comprou o ouro sabendo que esse ato era ilegal.
Vários meses tinham se passado desde minha entrevista com o Rai Gwauxln em seus aposentos particulares, quando um jovem usando um turbante de cor laranja com um alfinete de ouro e uma granada nele engastada, o que o distinguia como um guarda do serviço imperial, entrou na sala de geologia do Xioquithlon e, dirigindo-se ao instrutor-chefe, falou com ele em voz baixa. Batendo na mesa para chamar a atenção dos noventa ou mais alunos que assistiam à aula sobre minerais, o chefe perguntou se um Xioquene de nome Zailm Numinos estava presente.
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Levantei em resposta à pergunta, apresentando-me. “Vem até aqui.” Os outros Xioquene observaram com interesse quando me dirigi à frente da sala, não sem alguma agitação pois eu sabia muito bem qual serviço era representado pelo mensageiro, e o instrutor falara num tom severo nada agradável. “Este mensageiro deseja que o acompanhes à presença do Rai, pois este assim ordenou. Ele está nas Tribunas da Corte Criminal e precisa de ti como testemunha.” Lembrando o que o Rai havia dito, fiquei mais confiante pela importância das palavras a mim dirigidas e, já não estando tão apreensivo, fiz o que pediam. Chegando à Corte dos Tribunos, vi meus sócios na mina de ouro ali, sob custódia, junto com o comprador do ouro que também havia sido indiciado.
O juiz estava sentado no divã judicial em sua plataforma elevada e ao seu lado estava sentado, com simples dignidade, o Rai Gwauxln, Rai (o rei) da maior nação da Terra de então, apesar de sua posição, ele observava respeitosamente o feito de que o juiz tinha a precedência enquanto na corte. Vários espectadores estavam sentados nos assentos providenciados para o público no auditório. Só podia ser dado um veredito relativo aos contraventores: “Culpados”. Esta decisão foi tomada rapidamente e os réus admitiram esse fato. Imediatamente um dos funcionários judiciais levou os prisioneiros a outra parte do edifício onde havia um aposento bem iluminado, aparelhado com vários instrumentos portáteis e fixos. Ele foi acompanhado por todos os presentes.
Uma cadeira com encosto para a cabeça, com presilhas, e outros encostos com presilhas e tiras de couro para prender os membros e o corpo do ocupante estava no centro da sala. Um guarda fez sentar um dos prisioneiros e prendeu-o firmemente na cadeira. Tendo sido tomada essa medida preliminar, um Xioqa se aproximou, trazendo nas mãos um pequeno instrumento que percebi ser de natureza magnética, por suaaparência. Ele colocou os dois pólos do mesmo nas mãos do homem condenado e, após uma breve manipulação, ouviu-se um som leve e ronronante. No mesmo instante os olhos do prisioneiro se fecharam e sua aparência denotou um profundo estupor.
Na realidade, ele fora magneticamente anestesiado. Então o operador apalpou cuidadosamente todo o crânio do homem inconsciente; concluído o exame, ordenou ao seu atendente que raspasse todo o cabelo. Quando essa ordem tinha sido cumprida, ele fez uma marca azul na superfície raspada, na frente e acima das orelhas. Continuando a apalpar, escreveu o numeral poseidano 2, acima e um pouco atrás de cada orelha. Feito isso, voltou a atenção para os espectadores mas, ouvindo as palavras do Rai Gwauxln, fez uma pausa antes do discurso que se propusera fazer aos presentes e me chamou para o seu lado, para onde me dirigi, deixando o local onde estava, além da grade. Então ele falou:
“Neste prisioneiro, verifiquei que as faculdades dominantes e mais positivas são as que marquei um e dois; o número um é um ambicioso desejo de ter propriedades, e sua disposição é fazer todas as coisas secretamente, como se pode ver pela proeminência excessiva dos órgãos do sigilo. Como o crânio não se alongasse muito para cima, mas é bastante largo entre as orelhas, no número dois, concluo que temos aqui um indivíduo muito ganancioso a quem faltam consciência e espiritualidade e, por conseqüência, uma natureza moral, quase que totalmente. Como ele também possui um temperamento muito destrutivo, temos aqui uma pessoa muito perigosa e me surpreende que ainda não tenha vindo a este lugar para ser corrigido.
Por que alguém hesitaria em se submeter a um tratamento corretivo voluntário, causa-me estranheza. Suponho que seja algo explicável pela teoria de que alguém que esteja no baixo plano moral deste pobre homem é incapaz de perceber a vantagem de se encontrar num plano superior, mas é capaz de ver as vantagens imediatas de seguir métodos execrâveis para atingir seus objetivos. Em resumo, trata-se de um homem que não hesitaria em cometer um assassinato se isso lhe desse um ganho imediato, sem ter ideia das conseqüências futuras de seu ato. Isto é verdade, Zo Rai?” “Sim”, respondeu o Rai. “Tendo meu diagnóstico deste caso”, continuou o Xioqa, “sido confirmado por tão alta autoridade, farei a aplicação da cura”.
Ele chamou um atendente, que se aproximou com outro aparelho magnético sobre rodas, contido numa pesada caixa de metal, tendo colocado o mesmo em atividade de forma satisfatória. O Xioqa aplicou seu pólo positivo no ponto marcado pelo número um na cabeça do prisioneiro e o outro pólo na nuca. Então pegou seu marcador de tempo e colocou-o sobre a caixa de metal do instrumento, perto de um dial cujo ponteiro ele ajustou. Houve silêncio geral, a não ser por conversas em voz muito baixa em várias partes da sala, durante a meia hora seguinte. Ao fim desse período o Xioqa se levantou de sua cadeira e mudou o pólo positivo para o lado oposto da cabeça do réu, onde estava a duplicata do número um.
Houve outra meia hora de espera silenciosa, só interrompida pela saída de alguns espectadores e entrada de outros. Quando a segunda meia hora passou, o operador passou o pólo para o local marcado “dois”. Desta vez só meia hora foi dada para os dois lados da cabeça. O imperador tinha me ordenado que ficasse na sala. Ele só havia ficado alguns instantes após o início da operação que não tinha novidades para ele. Ao final da sessão com o primeiro homem, este foi tirado da anestesia pela influência do aparelho magnético, cuja operação foi invertida numa segunda aplicação. O Xioqa fez uma preleção sobre o tema da operação enquanto o primeiro paciente era removido do local. Ele disse o seguinte ao grupo deespectadores que tinha aumentado bastante:
“Vistes o tratamento das qualidades mentais que tendiam, por sua proeminência, a distorcer sua natureza moral apenas parcialmente desenvolvida. O processo consistiu em atrofiar parcialmente os canais vasculares que irrigam a parte do cérebro onde se localizam os órgãos da ganância e da destruição. Mas dito isso, deveis observar que a alma é superior ao cérebro físico e é na alma, na natureza do homem, que residem essas tendências criminosas (sendo o cérebro e outros órgãos apenas a sede da expressão psíquica) – o escritório administrativo, por assim dizer. Portanto, a mera hipnotização desse homem não cumpriria nosso propósito.
No estado hipnótico há uma atração para dentro, e os vasos sangüíneos do cérebro se contraem e ficam parcialmente sem sangue; podem, inclusive, tornar-se fatalmente esvaziados. Esta arte é verdadeiramente muito perigosa. Mas o efeito oposto é produzido no afaísmo (o equivalente poseidano de “mesmerismo”). O cérebro fica cheio de sangue e a reversão do instrumento inicia o processo (hipnótico) afáico. Nesse momento a mente do operador pode assumir o controle da mente do paciente e sugerir à alma pecadora uma permanente cessação do pecado. Este homem foi tratado dessa forma, duplamente, porque o suprimento de sangue foi parcialmenteinterrompido para os órgãos que sediam sua fraqueza, mas também, através de minha vontade, comuniquei à alma que deixasse de errar e incumbi-a de executar um trabalho que terá uma ação contrária.
Ele poderá se sentir adoentado por alguns dias, mas suas tendências pecaminosas terão desaparecido. É preciso uma mente superior, que tenha cometido erros de diferentes espécies, para termos um malfeitor bem-sucedido, e onde estiver a natureza mais baixa, principalmente uma natureza sexual pervertida, estará o criminoso. Na Atlântida ele não tem saída, pois, se uma pessoa denota essa disposição, o Estado a toma pela mão e age sobre os órgãos pertinentes. Mas creio que não é necessário que eu me alongue mais sobre este assunto.”  Tendo o primeiro homem sido levado para receber cuidados, o segundo dos meus sócios foi colocado na cadeira.
O exame do desenvolvimento cerebral revelou que ele era mais um fraco que um malvado: um prevaricador habitual e com tendências libertinas; tinha um crânio que estava colocado principalmente para trás e para cima das orelhas. Não acho necessário descrever seu tratamento, que seguiu as mesmas linhas do anterior; a sugestão (hipnótica) mesmérica foi o principal método de cura. Ao voltar para casa aquela tarde, decidi acrescentar a ciência da frenologia profilática ao meu currículo. E assim fiz. 
Pela prática do conhecimento dos homens, que então eu adquiri, eu interferi com o carma de não poucos indivíduos, mas, como o resultado provou, a interferência não foi em nenhum, prejudicial, de modo que eu não tenho para responder por nenhum dano provocado. De vez em quando eu desejei que eu mesmo tivesse me submetido para tratamento nas mãos do Estado, por que se isso tivesse sido feito, no mínimo, eu teria evitado o cometimento de erros que causaram muita miséria mais tarde, para mim, e para os outros, por mim provocado.
Que eu não o tivesse feito, foi assim,  melhor, mas também porque ninguém pode de qualquer forma que seja, fugir das suas próprias responsabilidades com seu personagem, com o carma de todas as suas encarnações anteriores. Pois ter assim eu mesmo me submetido à correção teria sido uma evasão do calvário (do carma e consequente aprendizado) que me esperava, uma espécie de tentativa covarde semelhante ao ato de um suicida que procura evitar problemas na terra praticando o suicídio, e que em cada vida assim terminada não se escapa de nada, nem um jota ou til da lei de Deus. Em vez disso, ele acumula suas montanhas de misérias e penalidades mais alto e prolonga através do karma inexorável, em mais outras encarnações terrenas, a sua própria angústia.
Assim é com os que morrem pela auto-destruição (suicídio); mas aqueles que morrem por causas inevitáveis ​​involuntariamente, não são visitados por essas sanções. Então, os culpados Poseidanos que não poderiam evitar o tratamento foram sabiamente beneficiados, enquanto que para mim a submissão voluntária teria semeado dentes de dragão para o meu caminho futuro. As penalidades, aos que observam a Lei, não preocupam aqueles que a conhecem e, assim sabendo, se submetem à vontade de Deus, a aceitam, enfrentam e aprendem com o seu próprio carma.
CAPITULO X - REALIZAÇÃO
O governo estava acostumado a fiscalizar sistematicamente os mais proeminentes Xioqueni (estudantes) a quem concedia bolsas de estudo, mas a supervisão não era ostensiva; na verdade mal era percebida pelos que estavam sob sua paternal vigilância. Aqueles que além de serem inteligentes e estudiosos, aproximavam-se do final do seu termo colegial, eram admitidos às sessões do Conselho dos Noventa que não fossem de caráter executivo ou secreto. Havia alguns Xioqueni favoritos especiais que, mediante votos estritos, não eram excluídos de qualquer reunião dos conselheiros. Nenhum dos muitos milhares de estudantes deixava de dar valor ao menor «desses privilégios, pois além da honra que eles conferiam, as lições sobre a arte de governar que eles aprendiam representavam uma incalculável vantagem em sua formação. 
Na segunda metade de meu quarto ano de freqüência à escola, procurou-me um certo Príncipe Menax que desejava saber se eu aceitaria o cargo de Secretário dos Registros, o qual me daria a oportunidade de me familiarizar com todos os detalhes do governo de Poseid. Ele assim falou: “Este é um privilégio verdadeiramente importante, que estou feliz em te oferecer porque tens capacidade de desempenhá-lo de modo a satisfazer o conselho. Esse cargo te colocará em estreito contato com o Rai e todos os príncipes, e também te dará certo grau de autoridade. Que me respondes?” 
“Príncipe Menax, estou ciente de que esta é uma grande honra. Mas permite-me perguntar por que ofereces tão grande oportunidade a alguém que se considera um quase completo estranho para ti?” “Porque, Zailm Numinos, decidi que és digno e agora te dou ocasião para provar isso. Não és desconhecido para mim, embora eu o seja para ti; tenho confiança em ti; não queres me provar que essa confiança está bemfundamentada?” “Certamente.” “Pois então ergue tua mão direita para o fulgurante Incal e por esse símbolo sublime declara que em caso algum revelarás coisa alguma que se passe nas sessões secretas, e nenhum dos atos acontecidos no Salão Nobre das Leis.”
Fiz o voto e, ao fazê-lo, fiquei obrigado por um juramento inviolável aos olhos de todos os poseidanos. Dessa forma tornei-me um dos sete secretários não eleitos e não oficiais, que eram incumbidos de escrever os relatórios especiais e cuidar de muitos documentos de estado importantes. Certamente não era pequena essa distinção conferida a um dentre nove mil
Xioqueni, um homem ainda sem direito a voto numa nação de cerca de trezentosmilhões de habitantes. Se por algum motivo eu pudesse atribuir esse fato ao meu mérito, nem por isso me consideraria melhor que cem dos meus colegas. O oferecimento se deveu em grande parte à minha popularidade pessoal junto aos poderosos, uma popularidade, entretanto, que eu não teria se não tivesse demonstrado em todos os campos a mesma sólida determinação que havia regido minhas ações no solitário pico do (Pitak) Rhok, a grande montanha.
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O Príncipe Menax continuou, dizendo: “Gostaria de ver-te esta noite no meu palácio, se te for conveniente, pois tenho algumas coisas para te dizer. Agradar-me-ia provar teu erro em acreditar que me és desconhecido, apenas porque és um entre os muitos estudantes Xioqueni, cada um deles perseguindo igualmente o conhecimento. Partiu de mim e não do teu Xioql (preceptor-chefe), como imaginaste, o convite para assistires às sessões do conselho ordinário. Os Astiki (príncipes de estado) estão sempre muito interessados nos Xioqueni de maior mérito; por isso tantos pequenos deveres te foram dados a cumprir. Mas nada mais direi agora, para não atrapalhar tuas aulas. Lembra-te da hora marcada, a oitava.” 
Menax exercia o mais alto cargo ministerial de todos os Astiki, pois era o primeiro-ministro e, como tal, principal consultor do Rai. Minha autoestima aumentou quando percebi que era contemplado com tão elevado favorecimento, mas isso me encheu de gratidão e não de convencimento. Tratava-se realmente de auto-estima, não de vaidade. Embora aquela não fosse minha primeira visita ao palácio desse príncipe, de forma alguma eu poderia dizer que estava familiarizado com o interior de seu astikithlon. Enrolando o meu melhor turbante verde em volta da cabeça e fechando-o com um alfinete que trazia uma pedra de quartzo cinzento com veios verdes como azinhavre nele engastada, o que denotava minha categoria social, entrei no naim e chamei um vailx citadino, como chamarias um taci.
O veículo logo chegou; embora pequeno, era amplo o bastante para acomodar dois, três e até quatro passageiros. Dando boa noite à minha mãe, logo me pus a caminho. O condutor me deixou sossegado e eu fiquei ouvindo a furiosa arremetida das torrentes de chuva que faziam a noite inclemente ao  extremo. O palácio de Menax não ficava distante do cais interior do canal, no ponto mais próximo entre este e minha casa suburbana. A distância era de dez milhas e por isto a viagem aérea de lá até o canal durou o mesmo tempo que durou para o vailx encostar no amplo piso de mármore da estação, arrastando um pouco o fundo, anunciando assim a sua chegada.
Um sentinela se aproximou para saber o que eu queria e, tendo sido atendido, chamou um servidor para me escoltar até onde estava o príncipe Menax. Vários funcionários categorizados do séquito do príncipe estavam no grande aposento, laboriosamente ocupados em fazer nada em particular, ocupação na qual estavam sendo auxiliados por várias damas que residiam no palácio. O Príncipe Menax estava deitado num diva colocado na frente de uma grade cheia de pedaços de alguma substância refratária aquecida pela força universal. 
No tempo que levou para o atendente me conduzir à presença do príncipe e anunciar minha chegada, tive oportunidade de notar um grupo de funcionários e senhoras reunidos no espaço ao redor de uma mulher de tão grande graça e beleza que nem sua evidente tristeza e aflição nem a distância entre a entrada e o canto onde ela estava sentada conseguiram ocultá-la completamente. Suas roupas, suas feições e sua tez mostravam que ela não era filha de Poseid, pois não tinha os olhos e cabelos escuros, e a pele clara mas distintamente acobreada. Aquela mulher triste e aflita era ao contrário disso tudo, pelo que minha rápida vista de olhos pôde discernir na distância que nos separava.
O príncipe Menax disse, saudando-me: “Sê bem-vindo. Senta-te. A noite está tempestuosa mas eu te conheço bem. Como prometeste vir, viestes.” Ele ficou em silêncio por algum tempo, olhando fixamente para a grelha que ardia, e então perguntou: “Zailm, tu participarás na competição em Xio nos nove dias reservados para o exame anual dos Xioqueni?” “Tenho essa intenção, meu Astika.” “Tens o direito de adiar o exame até o último ano do seu termo.” “É assim para todos os Xioqueni?” “Aprovo enfaticamente tua determinação. Eu mesmo agi assim, quando era estudante. Espero que sejas aprovado, para que te alegres com teu êxito, embora isso não diminua o número de teus anos de estudo. Mas o que acontecerá após o exame?
Terás um mês para fazer o que tiveres vontade. Quisera eu ter trinta e três dias de descanso dos meus deveres!” Menax fez uma pausa meditativa e continuou: “Zailm, tens algum plano especial para estas férias?” “Nenhum, meu príncipe.” “Nenhum. . . Muito bem. Agradar-te-ia me prestar um serviço, indo para um país distante para fazer-me esta gentileza? Após completares esse rápido dever, poderás ficar lá pelo tempo que quiseres, ou ir para onde a fantasia te chame.” Não vi razão para me negar a fazer o que ele queria, e como o serviço solicitado me levou a uma terra até aqui só de passagem mencionada, considero justificado prefaciar meu relato sobre aquela longínqua viagem com uma descrição de Suernis, hoje chamada como ÍNDIA, e de Necropan ou hoje o EGITO, as mais civilizadas nações que não estavam sob a supremacia E O GOVERNO de Poseid.
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Quando as nações tentam tornar a religião absolutamente dominante em seus assuntos, o resultado não pode deixar de ser marcado pelo desastre. A política teocrática dos israelitas é uma ilustração disso e, como o leitor deve ter percebido há muito, Suernis (ÍNDIA) e Necropan (EGITO) foram exemplos ainda mais antigos na história do mundo. A razão disso não é a de que a religião seja um fracasso; a força deste registro de minha vida deve transmitir a verdade de que julgo nada haver de melhor do que a religião pura, sem máculas. Não, a razão por que uma teocracia bem-sucedida não pode durar é que a atenção de seus dirigentes deve ser dada às coisas espirituais para que o espiritual tenha êxito, e as coisas do Reino de Deus nunca podem ser as coisas da terra. Pelo menos não até que o homem esteja totalmente desenvolvido em seu sexto ou o princípio psíquico e tenha se purificado de toda mancha de animalidade, pelo fogo do Espírito.
Suernis e Necropan tinham uma civilização que hoje percebo ter sido tão adiantada quanto a nossa, embora diferente. Mas, porque não tinha quase nenhum ponto em comum com a de Poseid, o povo deste país a considerava com certo desprezo quando a ela se referia entre seus iguais. Entretanto, os poseidanos eram muito respeitosos em seus contatos com aqueles povos, por razões que ficarão claras no decorrer da narrativa. 
As diferenças entre essas duas civilizações contemporâneas se encontravam no fato de que Poseid tendia para o cultivo das artes mecânicas (desenvolvimento e endeusamento da TECNOLOGIA), para as ciências ligadas às coisas materiais, e se contentava em aceitar sem questionamento a religião de seus ancestrais, enquanto que os suernis e necropanos davam grande importância a tudo que fosse oculto e tivesse significação religiosa - princípios verdadeiramente práticos, pois as leis ocultas têm influência sobre a materialidade – mas descuidavam-se dos assuntos materiais, salvo quanto à adequada manutenção da existência física.
Sua regra de vida estava resumida no princípio de não tomar grande conhecimento da existência presente e preocupar-se com o futuro. O princípio vital de Poseid era estender seu domínio sobre todas as coisas naturais (e se possível sobre todo o planeta). Havia os que filosofavam a respeito do espírito; eram os teóricos poseidanos, que desenhavam o quadro do destino da Atlântida. Eles apontavam para o fato de que nossos esplêndidos triunfos materiais, nossas artes, ciências e progresso, dependiam absolutamente da utilização do poder oculto extraído do Lado-Noite (feminino) da Natureza. Este fato era comparado com a verdade de que os misteriosos poderes dos suernis e necropanos deviam sua existência ao mesmo reino oculto, concluindo que com o tempo também daríamos menos importância ao progresso material e empregaríamos nossa energia em estudos ocultos.
Seus presságios (sobe o futuro de Atlântida-Poseid), por conseguinte, eram extremamente sombrios; mas, embora o povo os ouvisse com respeito, a incapacidade desses profetas para sugerir uma solução os tornava objeto de um secreto desprezo, a algum grau. Qualquer um que encontre defeitos no estado de coisas existente e se mostre obviamente incapaz de oferecer um substitutivo superior, não pode deixar de ser publicamente ridicularizado.  Nós, poseidanos, sabíamos que as duas misteriosas nações de além-mar possuíam capacidades que virtualmente superava de longe nossas realizações, como o nosso poder de navegar pelo espaço aéreo e nas profundezas das águas, nossos velozes carros, nossas embarcações submarinas.
Não, eles não se jactavam de tais conveniências, pois não precisavam delas para levar adiante sua existência, não tendo o desejo, como supúnhamos, de terem tais aparelhos, talvez nosso desprezo fosse mais uma afetação que uma realidade, pois em nossos momentos de pensar mais sobriamente nós reconhecíamos sua supremacia com grande admiração. Mas com quem falaríamos, quem veríamos e ouviríamos, sendo vistos e ouvidos, no desejo de nos comunicarmos a qualquer distância e sem fios, por meio das correntes magnéticas do globo? Verdadeiramente, nunca conhecemos a dor da separação de nossos amigos; podíamos atender as demandas do comércio e transportar nossos exércitos em tempo de guerra em um dia para qualquer lugar do mundo, tudo isso enquanto nossos dispositivos mecânicos e elétricos estivessem disponíveis.
Mas de que valia toda essa esplêndida capacidade? Se um dos mais competentes Xioqueni fosse encerrado numa masmorra, todo o seu conhecimento seria nulo; privado de todos os implementos e meios costumeiros, ele não poderia ter a esperança de ver, ouvir ou escapar sem ajuda externa. Suas maravilhosas capacidades dependiam das criações de sua inteligência. Não era assim no caso dos suernis e necropanos. Nenhum poseidano saberia a maneira de aprisionar qualquer desses cidadãos. Se um suerni ou necropano fosse encerrado numa masmorra, simplesmente se levantaria e iria embora como Paulo de Tarso; podia ver e ouvir a qualquer distância, sem o naim (telefone); andar entre inimigos sem ser visto. De que valiam então nossos triunfos tecnológicos diante desses poderosos suernis e necropanos?
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Que utilidade teriam nossos instrumentos de guerra contra esse tipo de povo, se um só de seus homens, olhando com olhos em que queimava a terrível luz do poder da vontade e usando contra nós as forças invisíveis do Lado- Noite (feminino da Natureza), poderia nos destruir como o faz o hálito ardente do fogo com as folhas verdes num campo incendiado? Nossos mísseis teriam alguma utilidade nesse caso? Se a pessoa contra quem fossem atirados poderia impedir seu trajeto rápido como um raio, fazendo-os cair a seus pés como a lanugem do cardo? E os explosivos mais poderosos que a nitroglicerina, atirados do céu de vailxes planando várias milhas acima no domo azul do firmamento? Seriam inúteis, pois o inimigo, com seu presciente olhar e perfeito controle de forças do Lado-Noite que desconhecíamos, poderia deter o petardo em sua queda e, ao invés de sofrer danos, poderia aniquilar a aeronave vailx e toda a sua tripulação.
A criança que já se queimou teme o fogo, pois em tempos passados tínhamos tentado conquistar aquelas nações, com desastroso fracasso (n.t. Fato histórico narrado no épico Ramayana, que narra um conflito entre Suerni (ÍNDIA) e Atlântida). Eles só se preocuparam em repelir nossos ataques, e tendo sido vitoriosos, deixaram-nos partir em paz. (Foram os anos se transformando em séculos e milênios, e a nossa atitude também se tornou apenas defensiva, deixando de ser ofensiva e, por causa dessa mudança de comportamento por parte de Poseid, desenvolveram-se relações amigáveis entre as três nações. 
A Atlântida tinha finalmente aprendido uma boa parte do segredo do uso de forças magnéticas para destruir inimigos, dispensando mísseis, projéteis e explosivos como meios de defesa. Ainda assim, o conhecimento de Suerni (ÍNDIA) continuava a ser muito superior. Superior porque nossas armas magnéticas só espalhavam a morte numa área restrita, próxima ao operador; as deles atingiam qualquer ponto desejado por eles, por mais longínquo que fosse. Nossas armas destruíam indiscriminadamente todas as coisas existentes no alvo – inanimadas e animadas – todas as pessoas,amigas ou inimigas; animais e árvores, tudo ficava condenado. O poder das armas deles era controlado, atingindo o âmago da força oponente, e não destruía vidas desnecessariamente; aliás, não causava danos ao inimigo em geral, só aos OFICIAIS, GENERAIS e GOVERNANTES do lado contrário.
Eu havia tomado conhecimento desses fatos relativos aos suernis muito tempo antes. O Príncipe Menax tinha me pedido para cumprir uma missão junto àquele povo. Eu nunca tinha visitado Suerni e, como tinha o desejo de fazê-lo, fiquei satisfeito porque esse desejo seria gratificado. Após consentir em atender o pedido, perguntei ao príncipe qual seria a missão com as seguintes palavras: “Se o Astika disser a este filho o que deseja, satisfará sua crescente curiosidade”. “Eu o farei”, respondeu o príncipe. “Quero mandar um presente ao Rai de Suerni como retribuição de certas dádivas enviadas por ele ao Rai Gwauxln.
Embora tenhamos poucas dúvidas de que essas dádivas foram enviadas para nos induzir a aceitar cento e quarenta mulheres, prisioneiras do Rai Ernon de Suern, não podemos aceitar que eles de certa forma nos imponham uma espécie de suborno; embora as mulheres possam receber permissão para ficar ou ir para onde quiserem a não ser para onde os suernis as proíbam, decidimos considerar as jóias e o ouro que eles nos deram como um presente, e retribuí-lo adequadamente. Assim resolveu o conselho em assembléia. Parece que essas mulheres são membros de certas poderosas forças de imprudentes invasores cujo país se encontra a oeste de Suern. Esses grupos insensatamente guerrearam contra a terrível Suern.
Eles nunca tinham experimentado, nem visto outros experimentarem, a ira e o PODER com que Incal reveste Seus filhos de Suern, uma ira que devasta os inimigos como a foice sega o trigo. Ora, Ernon tem um país fértil, e esses selvagens ignorantes ambicionavam possuí-lo, e por isso declararam guerra a Ernon. A isso Ernon respondeu que não aceitava; que aqueles que o atacassem com arcos e viessem vestidos de couraças seriam enfrentados por ele e muito se arrependeriam, visto que Jeohvah como os Suerni preferiam chamar Aquele que denominamos Incal, o protegeria e ao povo de Suern, sem luta e sem derramamento de sangue. Diante disso os bárbaros responderam com linguagem arrogante, declarando que invadiriam aquela terra e destruiriam seu povo pela espada.
Então eles reuniram um grande exército, de muitos milhares de combatentes e acompanhantes, os quais, liderados por um destemido Astiki (Príncipe), arremeteram para o leste vindos pelo sul, para devastar o reino de Suern. Mas espera – há alguém nesta sala que sem dúvida poderá te dizer mais e melhor do que eu. Mailzis!” – disse ele ao seu criado particular - “traz à minha presença aquela estrangeira de pele clara”.Mailzis obedeceu e a estrangeira que eu tinha visto ao entrar no salão do príncipe levantou-se com uma atitude leve e graciosa que despertou minha admiração. Alisando a roupa calmamente, sem absolutamente se comportar como alguém que obedece a ordem de um superior, aproximou-se de Menax.
Levantando-se com deferência, o príncipe disse: “Senhora, farieis a gentileza de repetir o que narraste ao meu soberano? Sei que tua história é muitíssimo interessante”. Enquanto ouvia essas observações a estrangeira não olhou para o príncipe e sim para mim. Seus olhos tinham se fixado em meu rosto, não ousadamente mas com profunda atenção, embora sem ter consciência da fixidez de seu olhar. Seja como for, havia nele um tão grande poder magnético que tive de desviar os olhos, estranhamente intimidado, sentindo que continuava a ser observado a despeito disso. Ocorreu-me que  ter respondido na língua poseidana indicava que ela possuía uma boa educação. 
“Se te for agradável, Astika, que eu o faça, então será agradável para mim também”, disse ela. “Terei prazer em repetir a história para o jovem a quem tratas com favor. Entretanto preferiria que tua jovem filha não permanecesse aqui” – disse ela a meia-voz, com um olhar de antagonismo para Anzimee que estava sentada perto de nós, aparentemente ocupada em ler um livro, mas sem fazê-lo realmente, em minha opinião. O laivo de ciúme na voz da estrangeira não foi percebido por Menax, mas o foi por Anzimee, que se levantou e deixou o salão.
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Desgostou-me esse ato e me ressenti do que o causara, o que a Saldu (n.t. da tribo Saldeia, que mais tarde na história humana seria conhecida como Caldeus) percebeu de imediato, mordendo o lábio, vexada. “Não deve ser agradável ficar de pé; senta-te aqui à minha direita e tu, Zailm, muda de lugar e senta à minha esquerda”, disse Menax, voltando a se acomodar no divã. Quando todos estavam devidamente sentados, mostramo-nos prontos para ouvir a narrativa. Nesse momento Mailzis, o criado, aproximou-se respeitosamente e, quando perguntado sobre o que desejava, disse: “É da vontade de teus oficiais e das senhoras do astikithlon também ouvir o relato.”
“Concedido; podes também conduzir o naim até aqui, perto de nós, para que o escriba dos Registros anote tudo.” Tendo recebido permissão, os peticionários logo estavam acomodados à nossa volta, alguns em assentos baixos e os mais altos oficiais que tinham mais familiaridade com o príncipe se estenderam de lado, apoiando-se no cotovelo, nos ricos tapetes de veludo que cobriam o chão, na frente de Menax. (…)
Continua no XI Capítulo…

20 de abril de 2014

Pirâmides no Egito, a história perdida e secreta dos subterrâneos em Gizé


Posted by  on April 20, 2014
A história perdida e secreta das PIRÂMIDES do Egito.
Cidade subterrânea e construções muito antigas e esquecidas sob as areias do Planalto de Gizé.
“O Planalto de Gizé – e a antiga cidade do Cairo são atravessados por passagens subterrâneas, eixos, cavernas, lagos naturais, câmaras e até uma cidade dentro de uma imensa caverna natural que contêm artefatos surpreendentes, mas as autoridades egípcias ainda não estão prontas para revelar estes antigos segredos para o público em geral”
Tradução, edição e imagensThoth3126@gmail.com
A história perdida e secreta das PIRÂMIDES do Egito. Cidade e construções muito antigas e esquecidas sob as areias do Planalto de Gizé. 
Por Tony Bushby, extraído do capítulo 8 de “O Segredo da Bíblia” de Nexus Magazine abril-maio de 2004 - TheBaseOfRuneØverby
Para compreender totalmente algumas das informações secretas na Bíblia, é importante se conhecer e compreender a extensão do sistema de túneis subterrâneos em associação com as instalações de inúmeras câmaras subterrâneas existentes abaixo da superfície das areias do Planalto de Gizé, no Cairo, Egito, pois foi lá que os elementos principais dos ensinamentos da Escola de Mistérios Ocultos foram desenvolvidos. 
O que aconteceu sob as areias nos milhares de anos atrás não está refletido nos livros de hoje, na história escrita por “grandes (e ignorantes) eruditos”, assim como as descobertas feitas nas últimas oito décadas e mantidas em segredo.
Localização do antigo distrito do Oásis de Fayum, um local repleto de vestígios arqueológicos do antigo Egito.
O antigo distrito do Oásis de Fayum, a poucos quilômetros fora do limite da antigaMemphis, apresenta um local de interesse incomum. Foi nesse antigo e vale exuberante e outrora fértil que faraós que se autodenominavam como os “mestres da caça real” pescavam e caçavam com o bumerangue (1), no Lago Moeris que uma vez delimitava o Oasis Fayum e em cujas margens existia o famoso Labirinto, descrito pelo antigo historiador grego, Heródotoque lá esteve, e o descreveu como “uma maravilha sem fim” para ele.
Labirinto continha cerca de 1.500 dependências e um número igual de câmaras subterrâneas que o historiador grego não foi autorizado a fiscalizar, de acordo com os sacerdotes do Labirinto”, as passagens eram desconcertantes e muito complexas”, foi projetado para fornecer segurança para os pergaminhos e numerosos documentos que os antigos sacerdotes do local disseram (a Heródoto) que estavam escondidos em salas no subterrâneo.
Acima: Colosso de Ramsés II. A antiga Cidade de Mênfis foi a antiga capital do Egipto, suas ruínas estão localizadas ao sul do delta do Nilo, a cerca de 25km do Cairo. Acredita-se que a cidade tenha sido fundada com o nome de Anbu-hedj (“muros brancos”). Mênfis tornou-se importante centro político e religioso, com um complexo arquitetônico em que se destacavam o palácio real e o grande templo do deus local, Ptah. Lá está a Grande Estátua de Ramsés II, com 13 metros de comprimento e um peso de 120 toneladas, assim como uma Esfinge em alabastro datadas da 19ª Dinastia.
Esse enorme complexo particularmente impressionou muito ao historiador Heródoto e ele falou com reverência e até certo temor da estrutura gigantesca:
“Lá eu vi 12 palácios regularmente dispostos, que tinham comunicação uns com os outros, intercalados com terraços e dispostos em torno de 12 salas. É difícil acreditar que eles são o trabalho do homem, as paredes são cobertas com figuras esculpidas em relevo, e cada tribuna é primorosamente construída em mármore branco polido e rodeado por uma colunata. Perto da esquina onde o labirinto termina, há uma pirâmide, com 240 pés de altura (72 metros), com grandes figuras esculpidas de animais sobre ela e uma passagem subterrânea pela qual podem ser inseridos pessoas. Disseram-me de modo muito convincente que câmaras e passagens subterrâneas conectavam esta pirâmide com as três pirâmides de Memphis, na distante planície de Gize.”
Passagens subterrâneas que interconectam as pirâmides
As pirâmides de Memphis são as pirâmides de Gizé, pois Giza foi originalmente chamada de Memphis (ver referência “, Giza anteriormente Memphis” no mapa Nordan de Viagens no Egito e na Núbia, de 1757, sobre a página 152 do capítulo anterior). 
Muitos escritores antigos apoiavam os registros de Heródoto sobre a existência de passagens subterrâneas que ligavam as pirâmides principais, e suas evidências lançam dúvidas sobre a confiabilidade sobre a (manipulada) história egípcia tradicionalmente apresentada pelos “eruditos”. 
Crantor (300 aC) afirmava que havia certos pilares subterrâneos no Egito que continham um registro escrito de pedra dos tempos pré-históricos (antediluvianos), e eles alinhavam vias de acesso que ligavam as pirâmides umas com as outras.
Em seu estudo célebre, sobre os mistérios, particularmente aqueles sobre os egípcios e caldeus assírios, Jâmblico, um representante sírio do século IV da Escola Alexandrina de estudos místicos e filosóficos, registrou esta informação sobre uma entrada secreta através do corpo da Esfinge na Grande Pirâmide de Gizé(2) :
Essa entrada, obstruída em nossos dias por areia e entulho, ainda pode ser traçada entre as patas dianteiras do colosso com corpo de leão e cabeça humana deitado sobre as areias. Antigamente, a entrada era operada apenas pelos Magos (da Grande Fraternidade Branca). Foi guardado por respeito público, e uma espécie de medo religioso manteve sua inviolabilidade melhor do que qualquer proteção armada teria feito. Na barriga da Esfinge foram cortadas galerias que levam para a parte subterrânea da Grande Pirâmide.
Estas galerias eram tão-arte totalmente atravessada ao longo de seu curso para a pirâmide que, estabelecendo para a passagem sem um guia ao longo desta rede, uma ceasingly e, inevitavelmente, voltava ao ponto de partida.
Foi gravado em antigos selos cilíndricos sumérios que a morada dos segredos dos Anunnaki de Nibiru era,
“Um lugar subterrâneo … entrava-se por um túnel, a entrada era escondida pela areia e pelo que chamavam de Huwana … seus dentes, como os dentes de um dragão, seu rosto o rosto de um leão
Esse texto de antiguidade notável, infelizmente esta fragmentada, acrescenta que “Ele [ Huwana ] é incapaz de se mover para a frente, nem é capaz de se mover para trás “, mas se subir em cima dele por trás e então o caminho para “a morada secreta dos Anunnaki ” já não estaria mais bloqueado.
O registro sumério forneceu uma descrição provável sobre a Esfinge com cabeça de leão em Giza, e se essa grande criatura foi construída para guardar ou eliminar antigas escadas e passagens inferiores levando a áreas subterrâneas abaixo e em torno dela, então o seu simbolismo era muito mais adequado. No local, durante o século XIX o folclore árabe sustentava que existia sob a Esfinge câmaras secretas escondendo tesouros e/ou objetos mágicos.
Essa crença foi reforçada pelos escritos do  historiador romano Plínio do primeiro século, que escreveu que nas profundezas abaixo da Esfinge está escondido o “túmulo de um governante chamado Harmakhisque e que contém um grande tesouro”, e, curiosamente, a Esfinge em si já foi chamado também de “a grande esfinge Harmakhis que vela deitada desde o tempo dos Seguidores de Hórus“.
O  historiador romano Amiano Marcelino do século IV fez divulgações adicionais sobre a existência de cofres subterrâneos que pareciam levar para o interior da Grande Pirâmide (3) :
Inscrições que os antigos afirmavam foram gravados nas paredes de algumas galerias subterrâneas e passagens foram construídas no fundo do interior escuro para preservar a sabedoria antiga de ser perdido na grande enchente (Dilúvio).
Um manuscrito compilado por um escritor árabe chamado Altelemsani é mantido e preservado no Museu Britânico, e registra a existência de uma longa passagem, subterrânea entre a Grande Pirâmide e o Rio Nilo com uma “coisa estranha” bloqueando a entrada do Nilo.
Ele relatou o seguinte episódio:
Nos dias de Ahmed Ben Touloun, um grupo entrou na grande pirâmide através do túnel e encontraram em um lado da câmara, uma taça de vidro de textura e cor rara. Quando estavam saindo, eles perderam um indivíduo do grupo e, ao voltar para buscá-lo, ele veio até eles nu e rindo disse: “Não me sigam ou procurem mais por mim”, e então correu de volta para o interior da pirâmide. Seus amigos perceberam que ele estava como que encantado.
Ao saber sobre estranhos acontecimentos sob a pirâmide, Ahmed Ben Touloun expressou o desejo de ver a taça de vidro. Durante o exame, foi preenchida com água e pesada e, em seguida esvaziada e novamente pesada. O historiador escreveu que “a taça foi considerada com o mesmo peso, quando vazia, assim como quando estava cheia de água”.
Se a crônica é precisa, que a falta de peso adicional fornecia as evidências indiretas da existência de uma ciência extraordinária em Gizé. De acordo com Masoudi no século X, estátuas mecânicas com incríveis capacidades eram guardadas em galerias subterrâneas sob a Grande Pirâmide. Escrito mil anos atrás, a sua descrição é comparável aos robôs computadorizados mostradas hoje em filmes espaciais. Masoudi disse que os autômatos foram programados para serem intolerantes, para que eles destruíssem tudo “, exceto aqueles que pelo seu comportamento eram dignos de admissão ao recinto por eles guardado nos subterrâneos”.
“Relatos escritos da Sabedoria e Conhecimentos Ocultos em diferentes artes e ciências foram lá escondidos, para que pudessem permanecer como registros para o benefício daqueles que mais tarde (em nossos tempos atuais e finais) pudessem compreendê-los”.
Essa é uma informação fenomenal, pois é possível que, desde os tempos de Masoudi, pessoas consideradas “dignas” (talvez grandes iniciados nas artes ocultas) viram e penetraram as misteriosas câmaras subterrâneas. Masoudi confessou,
“Eu vi coisas que não se descrevem, com medo de fazer as pessoas duvidarem da minha inteligência (e sanidade mental)… mas ainda assim eu as vi”.
No mesmo século, outro escritor, Muterdi , deu conta de um incidente bizarro em uma passagem estreita em Giza, onde um grupo de pessoas ficaram horrorizados ao ver um de seu grupo esmagado até a morte por uma porta de pedra que, por si só, de repente deslizou para fora da face da passagem e fechou o corredor em frente a eles.
Registros do Antigo Egito confirmados
Heródoto disse que os sacerdotes egípcios recitaram para ele a sua tradição de longa data de “formação de salas subterrâneas” pelos desenvolvedores (muito mais antigos, ainda do tempo de Atlântida) originais de Memphis. As inscrições mais antigas, portanto, sugerem que existia algum tipo de extenso sistema de câmaras abaixo da superfície das áreas circundantes a Esfinge e as três pirâmides em Gizé. Esses registros antigos foram confirmados quando a presença de uma grande cavidade foi descoberta em uma pesquisa sísmica realizada no local em 1993.
Que a descoberta foi reconhecida publicamente em um documentário chamado “O Mistério da Esfinge”, que foi exibido para um público de 30 milhões de assistentes na NBC TV mais tarde nesse mesmo ano. a existência de câmaras sob a Esfinge é bem conhecida. 
A ESTELA DE TUTMÉS: O indício mais antigo que se tem da existência de eventuais construções por baixo da esfinge está estampado na estela que Tutmés (ou Tutmósis) IV (c. 1401 a 1391 a.C.) mandou fixar na frente do monumento e que vemos acima numa foto do Canadian Museum of Civilization Corporation (CMCC). Ela conta que um dia, antes de subir ao trono, o futuro faraó, ao adormecer à sombra da esfinge depois de uma caçada, sonhou que a mesma lhe aparecia e pedia que ele removesse a areia que naquela época quase que a cobria inteiramente. O que nos interessa no momento não é essa história propriamente dita, mas os relevos feitos no granito. Neles o faraó aparece fazendo oferendas diante da esfinge que, por sua vez, se apresenta assentada sobre um complexo de construção embaixo dela. Tradicionalmente os arqueólogos têm dito que o palácio gravado na estela é representação do templo que existe até hoje diante da esfinge. A argumentação contra esse entendimento é o fato de que a forma do edifício representado na estela é totalmente diferente do templo da esfinge. Além disso, as regras de perspectivas usadas pelos artistas egípcios fariam com que eles colocassem o templo diante da esfinge, como realmente ele está situado, e não abaixo dela. Então, torna-se possível que a construção representada na estela por baixo, nos subterrâneos sob a esfinge realmente exista no sub-solo.
Autoridades egípcias confirmaram outra descoberta, em 1994, a sua exumação foi anunciado em uma reportagem de jornal que foi realizado sob o título, “ Mistério no Túnel da Esfinge ”:
Trabalhadores em reparos da Esfinge descobriram uma antiga passagem que leva profundamente para dentro do corpo do antigo e misterioso monumento.
O chefe de Antiguidades de Gizé, o Sr. Zahi Hawass, disse que não houve disputa sobre o túnel ser muito antigo. No entanto, o que é intrigante é: afinal de contas quem construiu essa passagem?
Por quê? E para onde nos leva …? Hawass disse que não tinha planos para remover as pedras que bloqueiam a entrada. O túnel secreto se dirige para o lado norte da Esfinge, a meio caminho entre as patas estendidas da Esfinge e sua cauda (4).
A suposição popular de que a Esfinge é o verdadeiro portal da Grande Pirâmide tem sobrevivido com tenacidade surpreendente. Essa crença foi apoiada por cerca de 100 anos, pelos planos elaborados por iniciados da Maçonaria e da Ordem Rosacruz, mostrando a Esfinge como um ornamento deitada sobre um grande salão abaixo dela que se comunica com todas as pirâmides, irradiando passagens subterrâneas. 
Esses planos e desenhos foram compilados a partir de informações originalmente descobertas pelo suposto fundador da Ordem dos Rosacruzes, Christian Rosenkreutz, que supostamente penetrou uma “câmara secreta subterrânea sob as areias”, e lá encontrou uma biblioteca de livros cheios de conhecimento secreto.
Os desenhos esquemáticos foram produzidos pela informação possuída por arquivistas da escola de mistério antes que a limpeza da areia nos túneis e salas começasse em 1925, que revelou a existência ao longo dos subterrâneos de várias portas escondidas – salões de recepção esquecidos, pequenos templos e outros recintos. (Esses planos, desenhos e esquemas estão incluídos em “O Plano Diretor”, na secção no final do livro.)
O conhecimento das escolas de mistério foi reforçada por uma série de notáveis descobertas em 1935, que desde a prova da existência das passagens e câmaras adicionais se entrelaçando com a área abaixo das Pirâmides. O Complexo de Gizademostrou que a estrutura dos elementos principais terem sido propositadamente construídos, unindo-se com a Esfinge, com as três Grandes Pirâmides e o Templo do Homen Solar diretamente relacionados um ao outro, acima e abaixo do solo e das areias.
Um esquema com perspectiva aérea do enorme complexo do Planalto de Gizé, com as três pirâmides e a esfinge.
Câmaras subterrâneas detectadas pelo radar de penetração no solo
Camaras e passagens subterrâneas foram detectadas por sismógrafo sofisticado e equipamentos de radar (GPR) penetrante no solo nos últimos anos estabelecendo com precisão os planos das construções. O Egito também usou com sucesso satélites sofisticados para identificar locais enterrados sob a superfície de Gizé e outros locais adjacentes. O novo sistema de rastreamento foi lançado no início de 1998 e conseguiu a localização de 27 novos locais ainda inexplorados determinados em cinco áreas com precisão.
Nove desses novos locais estão na margem leste do rio Nilo em Luxor e os outros estão em Gizé, Abu Rawash, Saqqara e Dashur. As impressões da área de Giza mostrar uma quase incompreensível massa de rede como túneis e câmaras que cruzam a área, se cruzando e se entrelaçando uns aos outros como treliça que se estende sob as areias do planalto inteiro. Com o projeto de vigilância do espaço, os egiptólogos serão capazes de determinar a localização de um local principal, a sua entrada provável e o tamanho das câmaras antes de iniciarem as escavações.
Particular atenção está sendo focada secretamente em três locais:
  1. Uma área no deserto algumas centenas de metros na direção oeste / sudoeste do local original da Pirâmide Negra, em torno do qual está sendo construído um imenso sistema de paredes de concreto com sete metros de altura que abrange oito quilômetros quadrados
  2. A estrada antiga que ligava o templo de Karnak com o Templo de Luxor
  3. O “Caminho de Hórus” sobre o norte da Península do Sinai
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Entre os místicos ou membros de escolas de mistérios egípcias, a tradição explica que a Grande Pirâmide é grande de muitas maneiras diferentes. Apesar do fato de que as pirâmides não foram abertas e pesquisadas até o ano 820, as escolas secretas do Egito da era pré-cristã insistem que o layout interno era bem conhecido por eles. Eles constantemente afirmavam que nenhuma pirâmide era algum túmulo, nem uma câmara funerária de qualquer tipo , exceto de que elas tinham uma câmara para o enterro simbólico como parte de um ritual de iniciação aos segredos da sabedoria oculta.
A pirâmide de Quefrem fotografada desde a grande pirâmide de Queóps, com o cemitério oeste à direita.
De acordo com as tradições místicas de tempos imemoriais, o acesso ao interior dos subterrâneos era feito de forma gradual e em vários estágios através de passagens subterrâneas. Diferentes câmaras teriam existido no final de cada fase de progresso, com o maior estágio de iniciação final representada pela agora chamada (de acordo com os “grande eruditos”) de a Câmara do Rei dentro da Grande Pirâmide de Gizé. 
Pouco a pouco, as tradições das antigas escolas de mistérios (n.t. Esse não é o caso da maçonaria) foram verificadas por descobertas arqueológicas, pois foi confirmado em 1935 que havia uma ligação subterrânea entre a Esfinge e a Grande Pirâmide de Gizé e que um túnel ligava a Esfinge ao antigo templo localizado no lado sul (hoje chamado de Templo da Esfinge ).
Conforme o projeto de limpeza da areia de Emile Baraize, já com 11 anos já estava praticamente concluído em 1935, histórias notáveis começaram a surgir sobre as descobertas feitas durante a execução desse projeto de limpeza. Um artigo da revista, escrito e publicado em 1935 por Hamilton M. Wright, lidou com uma descoberta extraordinária sob as areias de Gizé que é hoje totalmente negada. O artigo foi acompanhado por fotografias originais fornecidos pelo Dr.Selim Hassan , o líder da equipe de investigação científica da Universidade do Cairo, que fez a descoberta. Ele disse:
Nós descobrimos um caminho subterrâneo usado pelos antigos egípcios cerca de 5.000 anos atrás. Ele passa por baixo do viaduto que leva entre a segunda pirâmide e da Esfinge. Ele fornece um meio de se passar sob a calçada da Pirâmide de Quéops até a Pirâmide de Quéfren. A partir desta rota subterrânea, que desenterramos surgiu uma série de eixos que levam a mais de 125 pés (38 metros) para baixo, com muitas salas espaçosas e câmaras laterais.
Ao mesmo tempo, os meios de comunicação internacionais liberavam mais detalhes sobre a descoberta. O emaranhado e interconectado complexo subterrâneo foi construído originalmente entre a Grande Pirâmide e o Templo do Homem solar, na direção da Pirâmide de Quéfren havia uma estrutura mais tardia e superficial. O caminho subterrâneo e as suas salas e câmaras foram escavados na rocha sólida um feito verdadeiramente extraordinário, considerando que foi construído há milhares de anos. Há mais histórias de câmaras subterrâneas de Gizé, por reportagens descritas a exumação de um passagem subterrânea entre o Templo dos homens-Solar no planalto e do Templo da Esfinge no vale.
Essa passagem havia sido descoberta alguns anos antes do lançamento e publicação do artigo publicado nos jornais. As descobertas levaram o Dr. Selim Hassan e os outros pesquisadores a acreditarem e publicamente afirmar que, enquanto a idade da Esfinge sempre foi enigmática no passado, ela pode realmente fazer parte do grande plano arquitetônico que foi deliberadamente organizado, construído e realizado em associação com a construção da Grande Pirâmide.

Um Governo Mundial está próximo?


Posted by  on April 19, 2014
NWO-Nova-Ordem-Mundial-01Estaria próxima a implantação de um Governo Mundial, estilo NWO-Nova Ordem Mundial
O poder da Elite Global das TREVAS escondidos e atuando nas sombras dos governos dos maiores e mais importantes países do hemisfério norte buscam definir uma data limite para impor umGoverno Mundial Totalitário  (estilo New World Order-Nova Ordem Mundial)sobre a população do planeta, ou seja sobre nós, mais cedo ou mais tarde. …
Tudo esta bem hoje, esta é a nossa ilusão”.   Voltaire 
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
RÚSSIA, Moscou – Por Adrian Salbuchi para RT-Rússia Today - Adrian Salbuchi é um analista político, escritor, palestrante e rádio / comentarista de TV na Argentina.
… A seguir vamos analisar 12 mega processos - verdadeiros “gatilhos” – para os quais podemos inferir que eles, a elite, poderão se utilizar para atingirem os seus objetivos.
ampulheta
Todos os caminhos levam a um Governo Mundial. Isto já não deve ser visto com nenhuma surpresa. O importante jornal de negócios de Londres, o Financial Times até já abertamente publicou matéria sobre este ponto de vista em um artigo do seu comentarista chefe de assuntos estrangeiros, Gideon Rachman, publicado já em 08 de dezembro de 2009, cujo título dizia tudo: “E agora vamos para um Governo Mundial”.
Essas metas são ecos dos objetivos expressos pela Comissão Trilateral, o CFR-Conselho de Relações Exteriores e o Grupo Bilderberg – e até mesmo pelo Vaticano (todos instrumentos dos ILLUMINATIs).
A Macro-Gestão do planeta Terra visando um objetivo como a criação e implantação de um governo mundial não é uma questão fácil. Isso requer um planejamento estratégico e tático por uma vasta rede de reflexão aliada às principais universidades da elite global em que os seus exércitos de acadêmicos, empresários, lobistas, políticos, profissionais dos diferentes meios de mídia e os que fazem a interface com os oficiais do governo, e tudo abundantemente financiado pela superestrutura corporativa bancária global.
Eles fazem isso de forma quase holística, sabendo que eles operam em diferentes estágios que se deslocam a velocidades muito diferentes:
O gatilho Financeiro se move na velocidade da luz, graças à tecnologia da informação eletrônica que pode fazer ou quebrar mercados, moedas e países inteiros em apenas algumas horas ou dias;
O gatilho econômico, nesse o movimento é mais lento: desde a fabricação de automóveis, aeronaves, alimentos, roupas, a construção de plantas industriais e de casas e edifícios de apartamentos leva meses, às vezes anos;
escravo-do-dinheiro
- O gatilho da política em conexão ao “sistema democrático” colocam todos os (isso é realidade, não é pessimismo) políticos -corruptos- no poder por vários anos sempre sob seu controle;
- O gatilho cultural exige gerações inteiras para ser implementado, que é onde chegou a guerra psicológica a “alturas”  sem precedentes.
A Gestão de Risco deste processo todo leva em conta as muitas armadilhas e surpresas que surgem no meio do caminho. Assim, cada plano leva em conta algumas alternativas, como um “Plano B” – até mesmo planos “C” e “D” – que podem ser implementados se for necessário.
Doze possíveis GATILHOS para implantar um Governo Mundial Totalitário:
Hoje, a Elite Global esta buscando encerrar a globalização e inaugurar o Governo Mundial. Parafraseando o equilibrista do livro “Assim falou Zaratustra” do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, isso implica “…. Um cruzamento perigoso, uma jornada em terreno perigoso, um perigoso … olhar para trás, uma perigosa tremedeira e parada”…  
Estes 12 gatilhos estão interligados e entrelaçados em uma matriz altamente complexa, holística, muito flexível em suas táticas, mas rigidamente inflexível em seus objetivos estratégicos. Quando lido como um todo, a imagem que se desdobra mostra que tudo parece ser muito mais do que a soma de suas partes: 
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1) Um colapso financeiro. Desde 2008, o Sistema Financeiro Global continua em coma e preso à aparelhos de suporte à vida. Ben Bernanke, Timothy Geithner e a equipe do golpe econômico dos EUA – Robert Rubin, Larry Summers e Goldman Sachs, o Citigroup, JP Morgan,  mega-bancos que trabalham com o Banco da Inglaterra e o Banco Central Europeu – não têm e não tomam quaisquer medidas para ajudar o população e as economias em dificuldades. 
Eles só SUGAM trilhões de dólares para a elite bancária, impondo o mito pela mídia de que alguns bancos são “grandes demais para falirem” (conceito orwelliano Novilíngua de “tão poderoso para falir”). Por quê? Porque não existem governos supervisionando, fiscalizando e controlando os grandes bancos como o Goldman Sachs, o Citicorp, HSBC, Deutsche Bank, Banco da Inglaterra, União de Bancos Suiços, JP Morgan, BIS, mas o que acontece é exatamente o contrário … 
2) As Crises Econômicas. Hoje, “O extremo capitalismo selvagem e destrutivo” está colocando em colapso as economias nacionais e regionais, internacionais reformatando-as em locais de trabalho de escravos do tipo Gulags – como entidades que o açougueiro comunista da antiga URSS de Joseph Stalin teria inveja. Nossos problemas não estão com a economia real do mundo (a maioria esta intacta e saudável), mas com o mundo falso das finanças, dos grandes bancos e a sua especulação financeira como se fossem cassinos;
Goldman-Sachs
3) Convulsões sociais pelo planeta. Os colapsos na Grécia, Irlanda, Portugal, Islândia e – já em andamento – a ESPANHA e em seguida a ITÁLIA e depois em outros países (Tailândia, Venezuela, Ucrânia), desencadeiam violentas revoltas sociais, mesmo nos EUA e o Reino Unido. Um grande exemplo foi a Primavera Árabe nos países da África do Norte e península Arábica, derrubando velhas ditaduras e implantando o caos social, como no Egito;
4) A DISSEMINAÇÃO de pandemias. Prepare-se para mais  surpresas do tipo gripes a,b,c,d, etc…”levando a vacinação obrigatória de todo mundo: uma oportunidade para liberar discretamente chips RFID e implantá-los em nossos corpos, testar a ação de “vírus inteligentes” com cepas específicas de DNA visando infectar raças específicas. Racialmente e etnicamente usando vírus seletivos como parte de campanhas (secretas) de despovoamento em massa do planeta?  
5) O aquecimento global. Na medida em que a economia global afunda em modo de crescimento zero, os motores econômicos mudam de expansão do crescimento para à contração do consumo. Os ”créditos de carbono” vão abrir o caminho para o controle social completo? 
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6) Mega FALSOS ATAQUES terroristas. A Elite tem esse curinga na manga para dar início à novas “crises”, como um atalho para a implantação do governo mundial. Essesnovos “ataques” podem minimizar o pseudo ataque terrorista de 11 de setembro às duas torres de N.York, que justificariam maiores guerras e invasões a países de terceiro mundo (poderia ser o PAQUISTÃO dessa vez), invasões e genocídios para “caçar terroristas”? O uso da detonação de uma arma nuclear tática em uma grande cidade dos EUA (CHICAGO) a ser atribuída à um ataque (falso) terrorista”?
7) Uma guerra generalizada no Oriente Médio. Enquanto falamos, forças navais, aviões bombardeiros, exércitos inteiros estão prontos para atacar e invadir a SÍRIA, o IRÃ … 
8) Acidentes” ecológicos / ambiental. O acidente nuclear de Chernobyl de 1986 provocou o começo do fim da antiga URSS, mostrando ao mundo e aos soviéticos de que o seu Estado não podia mais gerir as suas próprias instalações nucleares. Mais recentemente, em abril de 2010 vimos a plataforma de exploração de petróleo BP “Deepwater Horizon” se transformar na maior eco-catástrofe no Golfo do México; desde março de 2011, o Japão e o mundo têm estado a braços com um acidente nuclear muito maior no complexo nuclear Daiichi Fukushima. Estariam sendo todos eles provocados? 
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O Assassinato (puro e simples) de uma importante figura política ou religiosa a ser atribuído a um inimigo das Elites. O Mossad (serviço secreto de ISRAEL), a CIA, o MI-6 (serviço secreto da Inglaterra) são realmente muito bons em fazer e se utilizar este tipo de truque sujo {n.t. A primeira Guerra Mundial começou com um evento similar, após o assassinato do arquiduque  Francisco Fernando da Áustria, o herdeiro do trono do Império Austro-Húngaroem 28 de junho de 1914, pelo nacionalista iugoslavo Gavrilo Princip, em Sarajevo, na Bósnia, que foi o gatilho imediato para o início da guerra}
10) Ataques e invasões aos “Estados” considerados velhacos e trapaceiros, como o Iraque, a Líbia (já consumado)… Quem é o próximo? Será o IRÃ? A SÍRIA? A Venezuela? A Coreia do Norte? O Paquistão, afinal é um país islâmico com armas nucleares?
11) Um grande evento “Religioso” encenado. A necessidade crescente das massas ignorantes e estúpida de dar um sentido para suas vidas absolutamente controladas pela elite mundial os torna vítimas fáceis de uma encenação estilo Hollywood,  mostrando holograma em 3D, realidade virtual, orquestrando uma “segunda vinda de Jesus Cristo”, do MAHDI muçulmano, (ou de uma invasão de Ets, etc, etc…). Uma “figura messiânica” produzido por uma engenharia midiática-eletrônica agindo em sincronia com os objetivos globais da Elite das trevas? Quem ousaria ir contra o próprio Deus encarnado? (nesse ponto devemos considerar a figura de BARACK H. OBAMA muito seriamente)
12) Outro grande evento encenado: O “Contato Alienígena”. Isso também pode estar sendo providenciado. Durante décadas, grandes setores da população mundial tem sido sutilmente programado para acreditar em alienígenas. Aqui também, a tecnologia de holograma poderia encenar um pouso de veículo espacial alienígena - no gramado da Casa Branca, é claro – destacando a “necessidade” para a humanidade de se ter uma representação humana planetária unificada em face de contato com extraterrestres. Uma forte justificação adicional para implantar um governo mundial?
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O que todas estas possibilidades de “crises” têm em comum? Desde o aquecimento global, as pandemias, “terrorismo internacional”, colapso financeiro, depressão econômica, milagres e até mesmo contatos alienígenas? Todos eles servem para mostrar que eles não podem ser resolvidos por apenas qualquer um dos atuais Estados-nação existentes, portanto, justificando a necessidade de instalação de um Governo Mundial.
A partir do final do ano de 2012 nós devemos ficar especialmente atentos e ALERTAS, entendendo as coisas como elas realmente são e não o que os “mestres comunicadores” (fantoches) da TV e da mídia mundial controlada querem nos fazer acreditar no que eles são. 
poçocoletivo
Adrian Salbuchi para RT-Rússia Today - Adrian Salbuchi é um analista político, escritor, palestrante e rádio / comentarista de TV na Argentina. www.asalbuchi.com.ar
’’O meu dever é  falar, pois eu não quero ser cúmplice.’’ (Émile Zola)