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29 de julho de 2015

ATLÂNTIDA A História Oculta

ATLÂNTIDA
A História Oculta

        
Antes do grande dilúvio de Noé existiu uma grande civilização a qual todos nós descendemos, essa civilização se chamava Atlante, no entanto poucos se atrevem a falar sobre esse tema devido aos dogmas impostos e também por puro desinteresse. Você certamente já deve ter ouvido falar sobre a antiga civilização de Atlântida. Existem documentários, filmes feitos em Hollywood em décadas passadas com aspecto imaginário e fantástico. Os roteiros desses filmes sempre foram baseados em fatos históricos colhidos pelos historiadores através das escritas de filósofos antigos como Platão (Atenas 428/27 a.C. – 347 a.C.). Foi ele a única pessoa que descreveu essa maravilhosa civilização com riqueza de detalhes. Dizia em seus contos, que a Atlântida era uma civilização detentora de tecnologias desconhecidas e extremamente evoluídas. Outros filmes e desenhos animados também foram feitos, porém com uma linguagem lúdica e pouco esclarecedora.
Na verdade todas essas manifestações artísticas foram bem vindas, pois colocou em pauta novamente a discussão no século XX sobre a existência de um povo que viveu numa época dourada da humanidade e que esse ciclo se encerrou devido a um grande dilúvio de proporções extraordinárias nun­ca vista pelos seres humanos, pelo menos durante os últimos 12.900 anos.
Esse período foi extremamente marcante para a raça humana e está descrito em quase todos os antigos livros religiosos de diversas culturas ao redor do mundo. O período pós-dilúvio marcou uma Nova Era, o fi­nal da quarta e o inicio da quinta raça evolucional da humanidade. Tudo aconteceu durante a passagem da Era de Virgem para a Era de Leão. As religiões e as crenças que conhecemos atualmente derivam todas desse incrível acontecimento. O primeiro livro da Bíblia, o Gênesis, se refere ao grande dilúvio como o renascimento da Criação no qual todos os seres habitantes da Terra ressurgiram a partir desse momento.
Diz na Bíblia que Noé se tornou o grande salvador e dele ressurgiu a vida. Pois este, como grande conhecedor dos planos de Deus para o Planeta naquela época, sabia que deveria construir uma grande arca de madeira e partir rumo ao desconhecido para renovar os seres na Terra e enfrentar um novo começo.
Esse fato foi real, contudo não existe nenhum relato histórico descrito sobre o que existiu antes desse acontecimento, antes do dilúvio que extin­guiu toda uma geração de grandes homens e mulheres evoluídos tecnoló­gica e espiritualmente, que sofreram muito com os fenômenos naturais e a passagem de um grande Ciclo Cósmico.
Esse cataclismo somado a fúria dos Deuses foi devastador, os atlantes, mesmo chegando a um alto grau de desenvolvimento espiritual e tecnoló­gico, num certo momento se desencontraram e se renderam a desarmonia e ao imperialismo. Seus poderosos governantes, experimentaram no fim da civilização, a arrogância e o pretencionismo material. Estavam na verdade vivendo um momento de transformação vibracional de extrema importân­cia e seus sumos sacerdotes sabiam que um novo ciclo se aproximava e este traria catástrofes nunca antes imaginadas.
Como dissemos, a única fonte de informação concreta que sobreviveu ao tempo e às gerações subsequentes, foram as escritas pelo filósofo Platão, elaboradas nas cavernas da antiga Grécia.
Em sua obra “Timeu e Crítias”, Platão descreve detalhes específicos sobre uma civilização da qual todos nós descendemos. Seus registros, como quase todas as antigas escrituras, são sempre textos pouco compreensíveis quando lidos de uma maneira racional, por conter poucas palavras usuais nos dias de hoje, deixando o texto fantasioso e de difícil entendimento lógico. Por esse motivo muitos alegam serem apenas escritas lúdicas de uma história surreal inventada por um homem que viveu numa época totalmente diferente da nossa. No entanto, sabemos que Platão foi um dos maiores filósofos de todos os tempos, grande estudioso dos segredos e mistérios do Universo, da mente e do homem. Seus ensinamentos estão presentes em todas as grandes uni­versidades do mundo e assim se manterão por milênios. Esse foi o homem que descreveu a Atlântida, a civilização perdida que muitos gostariam de encontrar e comprovar a sua existência, colocando-se definitivamente nas páginas da história como um grande descobridor, como fez, por exemplo, o desbravador da tumba de Tutankhamon, o Sr. Howard Carter, em 1922 na cidade de Luxor no Egito.
Atlântida foi realmente uma magnífica passagem da raça humana na Terra, mas infelizmente ainda não temos essa comprovação científica, e talvez nunca tenhamos.
        Governos de diversos países já tentaram encontrá-la no Mar Mediter­râneo, próximo à ilha de Creta, outros ainda procuraram incansavelmente no Caribe devido ao enigma do Triângulo das Bermudas que aterrorizou os nave­gadores e aviadores na década de 50.
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O Triângulo das Bermudas é uma área de 3.900.000 quilômetros qua­drados situada no Oceano Atlântico, circundada pelo litoral do sul da Virgínia, as Ilhas Bermudas e as ilhas Flórida. Esta região tem um estigma de ser acometida por vários tipos de acontecimentos sobrenaturais. Foram constatados diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e na­vios. Uma das possíveis explicações para estes fenômenos são os distúrbios que esta região passa no campo magnético da Terra. Um dos casos mais famosos é o chamado voo 19. Muito embora existam diversos eventos anteriores, os primeiros relatos mais sistemáticos começaram a ocorrer entre 1945 e 1950.
O exército de Adolf Hitler também partiu com fervor em busca da descoberta da Terra Perdida de Atlântida, pois ele acreditava piamente na existência dela. Seu desejo era encontrar a localização exata e mostrar ao seu povo que deveriam seguir rumo ao poder total do Planeta, pois em sua concepção, a raça ariana, a quinta raça evolucional humana, era descendente direta da civilização Atlante, e ele por consequência disso, seria o sumo sacerdote reencarnado, que restabeleceria o poder ao povo ariano. Como grande líder desse povo, Hitler deveria novamente instituir o poder mundial e usufruir dos poderes secretos da espiritualidade que estariam escondidos embaixo do Oceano Atlântico. Primeiramente ele enviou o exército alemão ao Mediterrâneo e depois ao Caribe, no Golfo do México. Durante anos seus soldados disseram ter encontrado alguns vestígios da antiga civilização, porém nunca foram divulgados. Certamente muitas informações foram perdidas e suprimidas pelas autoridades. Nunca saberemos a real história sobre essas expedições, ficando então no âmbito das conspirações.


         Platão de Atenas (428/27 A.C. — 347 A.C.) foi um filósofo grego. Discípulo de Sócrates, fundador da Academia e mestre de Aristóteles. Acredita-se que seu nome verdadeiro tenha sido Aristócles; Platão era um apelido que provavelmente fazia referência à sua caracteristica física, tal como o porte atlético ou os ombros largos, ou ainda a sua ampla capacidade intelectual de tratar de diferentes temas. Πλάτος (plátos), em grego significa amplitude, dimensão, largura. Sua filosofia é de grande importância e influência. Platão ocupou-se com vários temas, entre eles ética, política, metafísica e teoria do conhecimento.
    

        Platão, em um de seus diálogos (Timeo e Crítias), conta-nos que Sólon, no curso das suas viagens pelo Egito, questiona um sacerdote que vivia em Sais, no Delta do Nilo e que este lhe fala de tradições ancestrais relacionadas com uma guerra perdida nos anais dos tempos entre os atenienses e o povo de Atlântida. Segundo o sacerdote, o povo Atlante viveria numa ilha localizada para além dos pilares de Heracles (o estreito de Gibraltar), onde o Mediterrâneo terminava e o Oceano começava.
          Quando os deuses helênicos partilhavam a terra, a cidade de Athenas pertencia à deusa Athena e Hefestos, mas Atlântida tornou-se parte do reino de Poseidon – O Deus dos Mares. Na ilha de Atlântida, nas montanhas ao centro da ilha, vivia uma jovem órfã de seu nome Clito. Conta à lenda, que Poseidon ter-se-ia apaixonado por ela e, de maneira a poder coabitar com o objeto da sua paixão, teria divisado uma barreira constituída por uma série de muralhas de água e fossos aquíferos em volta da morada da sua amada. Desta maneira viveram por muitos anos e da sua relação nasceram cinco pares de gêmeos, ao qual o mais velho o deus dos mares batizou de Atlas.




Suposta imagem da cidade central de Atlantis. Ao centro avista-se a Pirâmide de Icalitron, o templo da cidade de Poseidon.

         Após dividir a ilha em dez áreas anelares, autorizou a supremacia governamental para Atlas dedicando-lhe a montanha de onde ela espalhava o seu poder sobre o resto da ilha. Em cada um dos distritos (anéis terrestres ou cinturões), reinavam as monarquias dos descendentes filhos de Clito e Poseidon.  Estes se reuniam uma vez por ano no centro da ilha no palácio central no templo a Poseidon com seus muros cobertos de ouro brilhando ao Sol. A reunião marcava o início de um festival cerimonioso em que cada um dos monarcas dispunha-se à caça de um touro. Uma vez o touro sendo caçado, eles bebiam do seu sangue e comeriam sua carne, enquanto sinceras críticas e comprimentos eram trocados entre si ao luar.
         Atlântida seria uma ilha de extrema riqueza vegetal e mineral, não era somente uma ilha magnificamente prolífica em depósitos de ouro, prata, cobre e ferro, mas também rica em orichac, um metal que brilhava como fogo. Os reis de Atlântida construíram inúmeras pontes, canais e passagens fortificadas entre seus cinturões de terra, cada um protegido com muros revestidos de bronze no exterior e estanho no interior. Tanto a riqueza e a prosperidade do comércio, como a inexpugnável defesa das suas muralhas se tornariam imagens de marca da ilha.
         Platão descreveu que esta civilização foi destruída por um desastre natural cerca de 9000 anos antes da sua Era - 329 a.C. Crê-se ainda que os Atlantes teriam sido vítimas das suas ambições de conquistar o mundo ao serem dizimados pelos atenienses nesta tentativa. Além das preciosas escritas de Platão, muitas informações sobre Atlântida e seu povo foram passadas através de canalizações intuitivas feitas por algumas pessoas como Helena Blavatsky, Charles Webster Leadbeater e Edgar Cayce durante o século 19, entretanto essas informações foram pouco divulgadas pela mídia da época. Vamos elucidar a partir de agora e correlacionar às informações do séc. 19 com as escritas antigas de Platão.
         Aristóteles (384–322 A.C.) foi um filósofo grego nascido em Estagira, um dos maiores pensadores de todos os tempos e considerado o criador do pensamento lógico. Suas reflexões filosóficas — por um lado originais e por outro reformuladoras da tradição grega — acabaram por configurar um modo de pensar que se estenderia por séculos. Prestou contribuições em diversas area do conhecimento humano, destacando-se: ética, política, física, metafísica, lógica, psicologia, poesia, retórica, zoologia, biologia, história natural. É considerado por muitos o filósofo que mais influenciou o pensamento ocidental. Por ter estudado uma variada gama de assuntos, e por ter sido também um discípulo que em muito sentidos ultrapassou seu mestre Platão.
Sócrates, em grego Σωκράτης, Sōkrátēs, (470 A.C. - 399 a.C.),  foi um filósofo ateniense e um dos mais importantes ícones da tradição filosófica ocidental. Mestre de Platão.
    
Helena Petrovna Blavatsky (1831 - 1891) ativista, escritora, ocultista, teósofa russa e uma das fundadoras da Sociedade Teosófica. Helena Petrovna Blavatsky (Ekaterinoslav, 12 de agosto de 1831 — Londres, 8 de maio de 1891) foi a responsável pela sistematização da moderna Teosofia. Escreveu obras importantes como Ísis Sem Véu e A Doutrina Secreta, escritos em 1875 e 1888, respectivamente. Um de seus livros mais grandiosos O livro de Dzya descreve fatos ocorridos na Atlântida que se correspondem com outras canalizações de outras pessoas que também tiveram a capacidade de visualizar esse antigo mundo.








Charles Webster Leadbeater (1847 – 1934) clérigo da Igreja Anglicana e da Igreja Católica Liberal, foi escritor, orador, clarividente e um dos mais importantes membros da Sociedade Teosófica. Leadbeater é o autor de uma grande coletânea de livros e artigos da literatura teosófica e esotérica, considerados célebres pelos teosofistas e estudiosos do ocultismo, principalmente advindos de suas investigações clarividentes, com destaque para:

*Os Chakras: Considerado pela comunidade teosófica como um dos mais famosos livros sobre a descrição dos centros energéticos invisíveis do corpo humano.
*As Vidas de Alcyone: Investigação sobre as trinta últimas vidas de Krishnamurti, tendo como coautora Annie Besant.
*O Homem Visível e Invisível: Onde descreve em detalhes, segundo os seus dons clarividentes, a formação e coloração do corpo astral, corpo mental e outros corpos espirituais do ser humano.

         Vamos nos basear nessas visões e canalizações e elucidar uma Atlântida nunca antes imaginada. Vamos descobrir através de um breve resumo alguns pontos importantes sobre seu povo, o que faziam; como viviam, sua cultura, seus rituais espirituais, como encaravam a vida e a morte, a cidade, a localização e as causas de seu desaparecimento. Em seguida faremos uma correlação com o grande Dilúvio e as grandes civilizações que surgiram e descenderam da Atlântida depois desse fenômeno que marcou a História da humanidade. As civilizações Egípcias e Maias receberam as influências diretas do povo Atlante e carregaram por muitas gerações seus conhecimentos e qualidades. Muito dessas culturas ainda se encontram presentes até os dias atuais.

         Eis como Moisés, o último sacerdote egípcio, relata o pavoroso evento cataclísmico de Atlântida:
         "E esteve o dilúvio quarenta dias sobre a Terra; e todos os altos montes que haviam debaixo de todo o céu foram cobertos. E expirou toda a carne que se movia sobre a terra...Tudo que tinha fôlego de espírito de vida sobre a terra, tudo o que havia no seco, morreu...E ficou somente Noé e os que estavam com ele na Arca."

         A narração sumério-babilônica feita por Zizudra - rei da Décima Dinastia, considerado o Noé sumério:
        "O Senhor do impenetrável abismo, anunciou a vontade dos deuses, dizendo: Homem de Surripak faz um grande navio e acaba-o logo; eu destruirei toda a semente da vida com um dilúvio. Quando Xamas veio, no tempo prefixado, então, uma voz celestial bradou: à noite farei chover copiosamente; entra no navio e fecha a porta. Quando o sol desapareceu, fui preso do terror: entrei e fechei a porta... Durante seis dias e seis noites o vento soprou e as águas do dilúvio submergiram a terra. Cheio de dor contemplei então o mar; a humanidade em lodo se convertera e, como caniços, os cadáveres boiavam."

         A tradição egípcia:
        "Houve grandes destruições de homens, causadas pelas águas. Os deuses, querendo expurgar a terra, submergiram-na."

         A tradição persa acrescenta:
         "A luz do Ised da chuva brilhou na água durante trinta dias e trinta noites; e ele mandou chuva sobre cada corpo por espaço de dez dias.
A terra foi coberta de água até a altura de um homem.
Depois toda aquela água foi outra vez encerrada."
      
         Os códigos esotéricos hindus narram:
         “Vishnou ordena ao santo varão Vaiswasvata que construa um grande navio, entre nele com sua família e outros espécimes de seres vivos, para que assim possa ser preservada na terra a semente da vida. Assim que isso foi feito desabou a chuva, os mares transbordaram e a terra inteira desapareceu sob as águas. E continuando, encontramos entre os tibetanos a mesma recordação histórica de um dilúvio havido em tempos remotos, o mesmo sucedendo com os tártaros, cujas tradições dizem que:
        Uma voz tinha anunciado o dilúvio. Rebentou a trovoada e as águas, caindo sempre dos céus, arrastaram imundícies para o oceano, purificando a morada dos homens.”

         Pelos chineses da seguinte forma:
        "Quando a grande inundação se elevou até o céu, cercou as montanhas, cobriu todos os altos e os povos, perturbados, pereceram nas águas."
         Os tibetanos:
         “Os tibetanos mais acima por sua vez têm a recordação histórica de um dilúvio havido em tempos remotos, o mesmo sucedendo com os tártaros, dizem que: Uma voz tinha anunciado o dilúvio. Rebentou a trovoada e as águas caindo sempre dos céus. Arrastam imundícies para o oceano, purificando a morada dos homens.”






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