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11 de abril de 2014

Brasil - 514 Anos de Mistérios

Posted by  on April 11, 2014

Vem surgindo UMA NOVA RAÇA … Vem sendo gestada nos últimos 514 anos em terra brasilis … O Sagrado e Santo GRAAL do planeta é aqui, em terra brasilis !! 
A história do Brasil que nossos avós e  professores não conheciam está repleta de referências à presença de fenícios e outros povos em nossa terra milênios antes da chegada de Cabral.“
Edição e imagens: Thoth3126@gmail.com 
Gilberto Schroeder:  O Brasil não foi descoberto em 1500 (há exatos 514 anos no passado…). Nem a América em 1492.
Milhares de anos antes de Colombo e Cabral colocarem seus pés no chamado Novo Mundo, povos de várias partes do mundo antigo já haviam se estabelecido no continente. Os sinais dessa presença são perceptíveis em inúmeros pontos do Brasil e outros países das américas, em inscrições na rocha ou nos restos das cidades que haviam construído.
Essa teoria é aceita por muitos arqueólogos, antropólogos, paleontólogos, filólogos e pesquisadores autônomos que se dedicaram a descobrir e interpretar esses sinais, elaborando uma história que não é contada nas escolas e muito menos tida como oficial.
É verdade que um número crescente de historiadores rejeita por completo a versão portuguesa e espanhola da descoberta, ou do achamento, apresentando evidências de que tanto Cristóvão Colombo quanto Pedro Álvares Cabral sabiam muito bem para onde se dirigiam e o que poderiam encontrar do outro lado do oceano.  Cartas náuticas (ainda remanescentes de Atlântida via Biblioteca de Alexandria) que, na época, já eram conhecidas há séculos — segundo alguns, há milênios-, indicavam o caminho da mina, literalmente.
Outra linha de estudos levanta uma nova proposta: que os sinais encontrados no Brasil e outros pontos das Américas não foram deixados por civilizações que vieram da África, Europa ou Oriente Médio, mas sim, de povos que se desenvolveram por aqui mesmo e, por alguma razão, desapareceram. As idéias mais radicais, ou apenas mais ousadas, afirmam que o território brasileiro poderia ser o berço de algumas das grandes civilizações do planeta, ou que na América Central estaria a verdadeira Atlântida.
Ondas de colonos teriam se espalhado pelo planeta a partir da América e, apesar de terem florescido em outras regiões, não tiveram o mesmo sucesso aqui. Levanta-se também a possibilidade de que o mundo antigo era um tanto diferente do que imagina a maioria dos historiadores, e que a comunicação entre os povos era bem difundida, com as mais diferentes culturas interagindo e negociando, uma influenciando a outra.
Um dos raciocínios lógicos que levou pesquisadores a pensarem no Brasil como o centro de desenvolvimento de uma sociedade refere-se à idade geológica do nosso terreno, em alguns pontos (o grande planalto central que vai desde a serra gaúcha até Palmas, em Tocantins) superior a 650 milhões de anos, com rochas que chegam a atingir 2,5 bilhões de anos. Segundo os cientistas calculam, o planalto central brasileiro já havia se elevado acima do nível do mar, enquanto a maior parte das terras do planeta ainda estava submersa ou formando pequenas ilhas (como é o caso da Europa, muitíssimo mais recente).
É verdade que um número crescente de historiadores rejeita por completo a versão portuguesa e espanhola da descoberta, ou do achamento, apresentando evidências de que tanto Cristóvão Colombo quanto Pedro Álvares Cabral sabiam muito bem para onde se dirigiam e o que poderiam encontrar do outro lado do oceano. Cartas náuticas (provavelmente ainda remanescentes de Atlântida) que, na época, já eram conhecidas há séculos — segundo alguns, como Charles Hapgood, há milênios —, indicavam o caminho da mina. literalmente.
Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois velhos mapas foram encontrados.
Tratava-se das cartas de um almirante turco, Piri Reis, célebre capitão da marinha turca, que nos deixou um extraordinário livro de memórias intitulado Bahrye, onde relata como ele próprio preparou estes mapas.
Outra linha de estudos levanta uma nova proposta: que os sinais encontrados no Brasil escritos em pedra e outros pontos das Américas não foram deixados por civilizações que vieram da África, Europa ou Oriente Médio, mas sim, de povos que se desenvolveram por aqui mesmo e, por alguma razão, desapareceram.
As idéias mais radicais, ou apenas mais ousadas, afirmam que o território brasileiro poderia ser o berço de algumas das grandes civilizações do planeta, ou que na América Central estaria a verdadeira Atlântida.
Os Colonizadores
Por volta de 1844, o naturalista e arqueólogo dinamarquês Peter Wilhelm Lund descobriu ossadas humanas e de animais em Lagoa Santa, Minas Gerais, cuja idade atribuída é de 20 a 40 mil anos, dependendo dos especialistas que se manifestem a respeito. Alguns estudiosos entendem que esses homens eram os Laguidas, os mesmos cujas ossadas também foram encontradas em Tiahuanaco, Peru, o que confirmaria a antigüidade da civilização sulamericana e, em especial, da brasileira. Da mesma forma, essa datação levou alguns cientistas a recusar a tradicional suposição de que as Américas foram colonizadas a partir do estreito de Behring.
Seguindo nessa linha, vários pesquisadores entendem que os sinais de qualquer provável cultura autóctone só podem ser encontrados em lendas, artefatos e inscrições existentes no território brasileiro, e são mais numerosos do que se imagina. Esses mesmos sinais, gravados nas rochas, também são mostrados como prova da presença de fenícios, sumérios e egípcios por aqui.
Estudando vestígios encontrados na região amazônica e em outros pontos da América do Sul, o historiador paraguaio Marcelino Machuca Martinez entendeu que navegadores fenícios teriam vindo para a foz do rio Amazonas, onde fundaram um reino ao qual ele (Martinez) deu o nome de Mairubi. Segundo Martinez, informações a esse respeito podem ser encontradas em textos do historiador Selênio, dirigidos ao rei da Frigia, em 1329 a.C., nos quais ele informava ao monarca sobre o estabelecimento da colônia em terras distantes.
Por volta de 1100 a.C. os colonizadores teriam partido em dois grupos de exploração: um seguindo pela costa do Brasil até a região do Rio da Prata, e o outro, penetrando na Amazônia até atingir os Andes e o lago Titicaca, onde deram origem à civilização de Tiahuanaco.  Os sinais que Martinez viu são os mesmos estudados por Peregrino Vidal ou Bernardo da Silva Ramos, e podem ser vistos em locais como a Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro, em Itapeva, Itaquatiá, Arruoca, Lapa Vermelha, Sete Cidades, Pouso Alto, Monte Alegre e muitos outros lugares.
Estudos Antigos
Não é de hoje que se acredita que as Américas tenham sido colonizadas a partir do Oriente Médio. Em 1571, o pesquisador espanhol Arius Montanus, ou Arias Montano, publicou um mapa-múndi onde era levantada a proposta de que o povo de Jectão, descendente de Noé, ( Gênesis, cap 10, vers. 29) teria sido guiado para cá por um homem chamado Ophir, que chegou até o Peru e fundou um reino com seu nome. Outro grupo, liderado por Jobal, teria permanecido no Brasil. Alguns estudiosos desenvolveram teses semelhantes, como Manassés ben Israel, Lorde Kingsborough e Gregório Garcia, este último em 1607.
Já o historiador Onffroy de Thoron afirmava que o reino de Ophir existiu, mas no alto Amazonas, de onde embarcações fenícias partiam levando madeira e metais preciosos para o rei Salomão, que havia feito um pacto com o rei fenício Hiram, de Tiro (cerca de 970–936 a.C.) para a construção do Templo de Jerusalém. Os fenícios eram os grandes navegadores da época e já tinham um contato anterior com o rei Davi. O Livro de Mórmon, a bíblia da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos  Dias, também cita a colonização das Américas por tribos de Jerusalém, a mais antiga tendo chegado na época em que “o Senhor confundiu as línguas na Torre de Babel”, o que recuaria o descobrimento da América em mais de mil anos.
Diz-se que essa torre foi reconstruída por Nabucodonosor II entre 604 e 562 a.C., mas C.W. Ceram — autor de “Deuses, Túmulos e Sábios” — afirmou não ter dúvidas de que na época de Hamurabi (1955–1913 a.C.) a torre d Babel original já havia desaparecido. Na segunda viagem, por volta de 600 a.C., teriam se estabelecido no Peru e construído a civilização conhecida hoje como Chavín de Huánta. A história e a arqueologia oficialmente não reconhecem a validade dessas especulações, e nem dos estudos do filólogo Peregrino Vidal, que dedicou grande parte de sua vida ao tema.
Ele acreditava que o nome original do Brasil seria Be-ra-zil, significando o domínio dos cantores escuros, e que duas levas de colonos chegaram aqui, a segunda de tribos hamitas. As lendas vão ainda mais longe ao se referirem a Tupi e Guarani como dois irmãos que vieram de uma região distante para povoar o Brasil (a lenda é correta mas a origem dos irmãos seria Atlântida, ao norte). Hoje em dia, antropólogos e historiadores confirmam a existência da lenda e também o fato de que, na época em que os portugueses chegaram ao Brasil, os grupos tupi e guarani já se encontravam há anos em fase de migração para o nordeste. Segundo suas lendas, eles estavam retornando ao local de onde tinham vindo, uma terra mítica além do oceano.
Inscrições gravadas em pedra em Língua Aramaica em Los Lunas, Novo México-EUA
Acima: As Inscrições em Aramaico encontradas em Los Lunas- INTERIOR do Novo México-EUA - http://nyudraa.blogspot.com
Esta rocha foi encontrada no estado norte americano do Novo México e possui escrita inscrições em hebraico antigo e o mais surpreendente na tradução dos caracteres gravados na rocha é que o significado em tudo e por tudo é semelhante aos dez mandamentos dados ao provo hebreu, por Moisés, aos pés do monte Sinai, durante o êxodo conforme descrito na bíblia, o que demonstra a autenticidade e antiguidade das inscrições e o conhecimento que os povos semitas tinham do que viria a ser descoberto mais tarde e denominado de “Novo Mundo”.
  1. Data da inscrição:  cerca 700 a.C; - 
  2. Localização dos Descobrimentos: Região de Los Lunas, Novo México, EUA;  
  3. Data da Descoberta : Desconhecida; levadas ao conhecimento dos estudiosos no ano de 1850. 
  4. Língua: Hebraico/aramaico antigo;  
  5. Escrita Superfície: na rocha:
Tradução dos caracteres:
1. Eu sou YHWH seu Elohim (plural para deuses), que trouxe você para fora da terra
2. Nenhum (outro) Elohim terás diante de mim
3. E uma casa de servos? Não fazem a você? Não fazem
4. YHWH o nome em vão. lembre o dia de
5. Shabat para torná-lo santo honra teu pai e tua mãe, para que
6. Seus dias mais longos ser sobre a terra que YHWH teu Elohim
7. Dá para você, não matar, não cometerás adultério, não roubar, não
8. Humilhar seu vizinho, um falso testemunho. Não cobice a mulher do teu próximo
9. E tudo o que pertence ao teu próximo
A seguir uma tabela comparativa do Tetragramaton (as quatro letras do nome divino hebraico) de Los Lunas  com alguns outros encontrados em velhas inscrições históricas: 
Tetragramaton de Los Lunas  
 amostra tetragrama
Registro Moabita (Moab) em pedra do nono século antes de Cristo 
 amostra tetragrama
Cerâmica Lachish do sétimo século antes de Cristo 
 amostra tetragrama
Manuscritos do Mar Morto do terceiro século antes de Cristo 
amostra tetragramaModerna Inscrição hebraica do Tetragammaton 
Há outra inscrição em uma pedra menor no Pináculo sul da mesa em Los Lunas. Ela pode ter servido como um altar. A foto foi tirada por David Moore em uma viagem de campo para Hidden Mountain em 1993. A primeira linha contém o Tetragrama em letras paleo-hebraico. As letras são semelhantes em estilo à inscrição na pedra Decálogo de Los Lunas, mas parecem estarem mais gastas pela erosão. Para comparação de tamanho foi colocada uma moeda ao lado.A inscrição do Decálogo deLos Lunas usa o Tetragrammaton em três lugares. Eles são esculpidos na superfície da rocha em letras hebraicas antigas. E eles são, provavelmente, uma das mais antigas (cerca de três mil anos) amostras de escrita do Tetragrammaton sobreviventes do mundo! E ESTÃO LOCALIZADAS NA AMÉRICA DO NORTE !!!!!
Foto: David Moore em 1993
Abaixo está um desenho da mesma inscrição e uma tradução interlinear:
 amostra tetragrama
Tradução: Jeová, o nosso deus.

 Fenícios e Hebreus no Brasil há mais de 3 mil anos?
Ludwig Schwennhagen, outro pesquisador que passou muito tempo investigando os sinais encontrados no norte e nordeste do Brasil, acreditava que os fenícios tinham chegado à América por volta de 1100 a.C., estabelecendo-se e realizando uma série de expedições exploratórias ao interior. Além disso, nas constantes viagens que faziam pelo oceano, traziam pessoas de outras nacionalidades, como os etruscos, que teriam criado a riquíssima cerâmica marajoara. Schwennhagen também viu nos nomes de algumas localidades brasileiras uma origem lingüística distante, especialmente fenícia. Assim seria com a cidade de Tutóia, no litoral do Maranhão, tida como a mais antiga da região cujo nome original o pesquisador entende que seria Tur-Tróia.
Os fenícios apoiaram os troianos na guerra contra os gregos e, após a derrota, teriam ajudado levando milhares de sobreviventes para suas colônias, algumas das quais receberam o nome da cidade original. O nome Tur seria referente à metrópole dos fenícios. Também na Argentina, na região de Santiago del Estero, foram realizadas escavações que revelaram vasos e pratos considerados iguais aos encontrados em Tróia, conforme os arqueólogos Emilio e Duncan Wagner publicaram no livro La Civilización Chaco-Santiagueña, em 1935.
Além dos troianos, os fenícios também teriam trazido as amazonas, originalmente residentes na África. Os egípcios teriam sido trazidos por volta de 940 a.C.. As lendas dizem que as amazonas eram as responsáveis pela fabricação dos muiraquitãs, pedras talhadas com figuras variadas e utilizadas como amuletos, encontradas na região amazônica. J. Barbosa Rodrigues, estudioso dos muiraquitãs, via nos amuletos a prova de um relacionamento entre a Ásia e a América num período anterior à chegada dos conquistadores, uma vez que essa técnica de entalhe não era conhecida na região.
Schwennhagen desenvolveu uma linha de pensamento complexa, mas que chamou a atenção de muitos estudiosos. Segundo ele, a Atlântida original seria a região das Antilhas, onde, em meados do século XX, descobriram-se as ruínas submersas de Bimini — local conhecido na época pelo nome de Caraiba, significando terra dos caras ou caris, o povo que estaria ligado aos cários do Mediterrâneo. Saindo das Antilhas, eles se estabeleceram na Venezuela e eram as sete tribos da nação tupi. Schwennhagen propôs que a língua tupi seria um ramo do sumério e que existiriam provas disso nos textos do rei Urgana, gravados em placas de barro e guardados no Museu Britânico.
No entanto, a base histórica para a ligação com os cários não é facilmente sustentada. O domínio dos fenícios no Brasil teria se estendido até cerca de 146 ou 147 a.C., quando os romanos destruíram Cartago durante as guerras púnicas, a poderosa colônia fenícia, e interromperam o contato marítimo. Segundo Schwennhagen, nessa época iniciou-se o êxodo de fenícios e egípcios no Brasil em direção ao norte e oeste, chegando ao Peru, Bolívia e México.
Milhares de Inscrições em rochas
O arqueólogo Bernardo de Azevedo da Silva Ramos trabalhou durante 30 anos na identificação e catalogação de sinais e inscrições do Brasil, coletando cerca de 1500 que foram reunidos no livro Inscrições e Tradições da América Pré-Histórica, publicado pela Imprensa Oficial do Rio de Janeiro. Essa obra foi examinada pela Comissão de Arqueologia, em 1919, que chegou à conclusão de que os desenhos correspondiam a caracteres fenícios, gregos, hebraicos e árabes.
Uma das gravações mais famosas do país está na Pedra do Ingá, na Paraíba.  A rocha, que tem 20 metros de comprimento, foi descoberta em 1598 e estudada pelo cientista Elias Eckerman, em 1641, a mando de Maurício de Nassau (Um judeu holandês interessado na história de seu povo semita). Em 1874 o historiador Vernhagen também estudou as inscrições e, mais recentemente, o professor José Anthero Pereira Jr.. Alguns pesquisadores dizem que não foi possível decifrá-las — entre as inscrições existe uma representação da Constelação de ÓRION. 
Acima: A PEDRA DO INGÁ, no Brasil e suas misteriosas inscrições A Pedra de Ingá, ou Itacoatiara, é formada por blocos de gnaisse divididos em três paineis, tendo o bloco principal dimensão de 24 metros de comprimento por 3,8 m de alturaHá muitos sulcos e pontos capsulares seqüenciados, ordenados, que lembram constelações, embarcações, serpentes, fetos e variados animais e simbologia ainda desconhecida em seu significado, todas parecendo o modo que os indígenas ou os visitantes de outras latitudes (ou de outros planetas) tinham para anunciar idéias ou registrar fatos e lendas, que apresenta um grande potencial turístico e cultural, entretanto explorado de maneira extremamente irregular.
Outras inscrições foram pesquisadas por Marcel Homet, na Pedra Pintada, em Roraima. No local, próximo à divisa com a Venezuela, os desenhos espalham-se por uma área de 600 metros quadrados, muitas vezes apresentando perfis, como era costume na arte egípcia.
Homet dizia que os indígenas encontrados pelos portugueses no Brasil seriam incapazes de fazer tais representações de cavalos, carros, rodas e alfabetos desconhecidos.Inscrições semelhantes surgem na pedra de Itamaracá, no Xingu, analisadas por Ladislao Neto.
A rocha somente é visível em época de seca, o mesmo ocorrendo no Rio Negro, quando a escassez de água descobre grutas em cujos tetos estão figuras de animais, homens, círculos e outros sinais que, segundo Ladislao Neto, lembram os alfabetos semíticos. Existem desenhos também em Itacoatiara, no rio Amazonas, estudados por Silva Ramos e, posteriormente, por Roldão Pires Brandão, para quem tratava-se de escrita fenícia relacionada a uma civilização extinta há 3 mil anos.
Acima: A Pedra Pintada, em Roraima próximo à divisa com a Venezuela, os desenhos espalham-se por uma área de 600 metros quadrados, muitas vezes apresentando perfis, como era costume na arte egípcia.
Cidades Perdidas
As inscrições misteriosas estendem-se por todo o território brasileiro, mas em nenhum lugar são tão visíveis quanto na Pedra da Gávea, um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Ali podem ser encontrados sinais que alguns pesquisadores consideram como inscrições fenícias, enquanto outros se recusam a aceitá-los como algo feito por mãos humanas. A própria pedra apresenta a forma de um rosto imenso esculpido, interpretação também recusada por muitos estudiosos, que vêem nela um fenômeno natural de erosão, como o atribuído a Sete Cidades, no Piauí.
Possíveis vestígios de uma cidade pré-descobrimento podem ser encontrados em Paraúna, cerca de 160 quilômetros de Goiânia, onde existem muralhas feitas de pedras com formato hexagonal. As explicações são as mais variadas, e existem mais histórias do que estudos científicos sobre o local, mas tudo indica que se trata efetivamente de algo construído por uma civilização bem antiga.
Também em Monte Alto, na Bahia, no local conhecido como Riacho das Pontas, foram encontradas o que podem ser ruínas de uma cidade desaparecida. O arqueólogo Angyone Costa, que estudou o local, disse existir ali um alinhamento de pedras com cerca de um metro e meio de altura, colocadas eqüidistantes numa extensão de um quilômetro, além de outras ruínas. Não se sabe se essa descoberta está ligada a uma outra, ainda mais sensacional, relatada por exploradores em 1753, na Serra do Sincorá, e dada a público em 1838, quando um funcionário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro encontrou um relato da viagem e da descoberta na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Acima a misteriosa Pedra da Gávea no Rio de Janeiro. (Uma esfinge semita dos fenícios?)
A expedição liderada pelo bandeirante Francisco Raposo encontrou uma cidade impressionante, repleta de construções imensas, templos, praças e estátuas. Um dos membros da expedição teria encontrado moedas de ouro com a imagem de um jovem e algumas inscrições.
Depois disso, a cidade jamais pôde ser encontrada novamente. Os sinais da existência de civilizações desenvolvidas no Brasil são inúmeros e dão pano para muitas mangas. Mas chama a atenção que os estudos a respeito parecem não avançar, mantendo uma desnecessária aura de mistério em torno das inscrições, objetos e ruínas.

Independente de serem culturas de outras partes do mundo trazidas para cá, ou de civilizações que aqui se desenvolveram, parece cada vez mais claro que a história do Brasil precisa ser reavaliada. Especialmente aquelas anteriores à chegada dos europeus que, segundo um grande número de pesquisadores acredita, nada descobriram. Apenas tomaram posse de um território há muito conhecido pelo mundo (muito) antigo. asil – 

Marte em aproximação máxima com a Terra

Posted by  on April 11, 2014

marte-aproximação
Terra encontra Marte com a menor distância  
A oposição de Marte vem cerca de uma semana antes da maior aproximação do planeta vermelho à Terra. Na noite de 14 de abril, Marte estará a apenas 57 milhões de milhas (92 milhões de quilômetros) de distância – cerca de 60 por cento da distância da Terra ao Sol (que é em média 93 milhões de milhas, ou 150 milhões de km). (A oposição e aproximação máxima poderiam ocorrer no mesmo dia, se as órbitas dos planetas fossem perfeitamente circular, em vez de ligeiramente elípticas). 
Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Na noite de 14 de abril, Marte estará a apenas 57 milhões de milhas (92 milhões de quilômetros) de distância da Terra em sua máxima aproximação de nosso planeta, e sera bem visível como o objeto mais brilhante do céu. O dia 14 de abril é um dia movimentado para os entusiastas do espaço. Essa data também marca um eclipse lunar total visível do hemisfério norte.
Em apenas 4 dias, o planeta Marte fará a sua maior aproximação à Terra desde 2012, o astrofotografo australiano Anthony Wesley não pode esperar. Usando um telescópio de 16 polegadas, ele tirou essa foto:
marte-aproximação
Essa sua imagem de alta resoluçãao mostra a cobertura de gelo do polo norte rapidamente derretendo e se evaporando (no planeta vermelho o verão começou em fevereiro).
Nuvens orográficas cobrem o vulcão Elysium, perto do equador marciano, e uma grande nuvem ainda mais brilhante e azul esta sobre a cratera de impacto Hellas no hemisfério sul. Hellas é o ponto mais baixo em Marte, e alguns focos evidentes de neblina indica que pode haver nevoeiro gelado. 
marte-tamanhos aparentes
O tamanho aparente de Marte na medida em que se aproxima da Terra. No centro, no dia 14 de abril, o momento de sua máxima aproximação, quando será o objeto mais brilhante do céu.
Obtendo resultados tão próximos ao telescópio espacial Hubble de um telescópio de 16 polegadas requer uma boa combinação de visão e longos anos de experiência. Wesley é um dos astrofotógrafos amadores mais importantes do mundo e ele rotineiramente produz imagens como esta. 
Observadores com menos experiência podem tirar boas fotos, também, especialmente nas noites à frente na medida em que o planeta Marte se aproxima da Terra.
marte-spica-rising_strip
Procure pelo laranja escuro de Marte nascendo no leste em torno de cerca de 22:00 horas e distante cerca de 5º da brilhante  e azulada Spica, uma estrela de 1 ª magnitude e alfa da Constelação de Virgem. Para mais informações sobre o que você pode esperar para ver clique aqui.

10 de abril de 2014

Gênesis, Nibiru e a “criação” de Adão e EVA

Gênesis, Nibiru e a “criação” de Adão e EVA

Posted by  on April 10, 2014
O Livro do Gênesis, a criação de Adão e Eva do barro e o planeta NIBIRU:
Uma análise comparativa da estória da criação do ser humano, contida no primeiro livro da Bíblia, o Gênesis, capítulo VI, com fatos históricos descritos em milhares de documentos decifrados da antiga civilização suméria a respeito da criação do homem, da família humana.
A comparação é feita com base na tradução dos antigos textos sumérios efetuada pelo pesquisador, erudito, consultor da NASA e linguista, autor de vários livros sobre Nibirue os Annunakis e NephilinsZecharia Sitchim, uma das quase cem pessoas no planeta que foi capaz de entender e traduzir tais textos (enquanto esteve vivo, foi o trabalho de sua vida. Sitchim faleceu em 09/10/2010).  A comparação pode não agradar aos mais piedosos e conservadores que creem que o velho testamento da Bíblia seja algo original e incontestável“ em seu conteúdo.
Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir”.  João 16:13 
Criação de Thoth3126@gmail.com 
E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas;  e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.
Os filhos de Deus, aqui citados, são seres de outros planos de consciência e de outros locais de nossa galáxia e de outros sistemas estelares. Nesse final de ciclo histórico de nossa humanidade, muitos deles estarão aqui presentes em CORPOS HUMANOS, para colherem daquilo que SEMEARAM ao longo da história da nossa ATUAL humanidade, que começou em 430.000 a.C., ainda em meio à história deAtlântida e marca o começo do período do Kali Yuga, a idade do FERRO para os hindus, cujo maior período de densificação/materialização acontece em seus últimos 5.125 anos que se iniciaram em 3.113 a.C. e finalizam em 21 DE DEZEMBRO DE 2012. No livro apócrifo, As Chaves de Enoch, são identificados os filhos de Deus que foram atraídos pelo ambiente material de nosso planeta e “caíram” no mundo tridimensional onde a forma (matéria-corpo) é mais valorizada do que a essência (energia-espírito), alguns são muito conhecidos e tem nomes como Azazel e Semjasa (os “Anjos Caídos”, Watchers).
Então disse o “SENHOR”: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão Cento e Vinte Anos. 
Este período de tempo citado especificamente de 120 anos tem conexão com a história de outro planeta de nosso sistema solar, que possui comportamento orbital anômalo em relação aos demais planetas do sistema. Ele é conhecido como NIBIRU e existem registros de sua existência encontrados em meados do século XX nas ruínas da Mesopotâmia, hoje o IRAQUE. Grande parte do material já foi traduzida da escrita cuneiforme da época por arqueólogos e eruditos dos grandes centros de estudos arqueológicos do hemisfério norte, sendo o mais conhecido ZECHARIA SITCHIN que produziu uma série de livros, As Crônicas da Terra,  com base nas suas traduções dos tabletes de barro sumérios..
É possível se identificar o período orbital do planeta Niburu entre o nosso sistema e o sistema solar de SIRIUS, ao qual NIBIRU também orbita, sendo essa  a principal anomalia desse planeta: orbitar dois sóis, (o nosso e SÍRIUS, na Constelação do Cão Maior-Canis Major). Uma órbita completa de Nibiru entre esses dois sistemas estelares , o nosso sol e a estrela SIRIUS (8,3 anos luz distante de nosso sol) demanda 3.600 dos nossos anos, o que significa apenas UM ANO para os habitantes de NIBIRU.Os habitantes desse planeta (chamados na bíblia de ANNUNAKIS E NEPHILINS) “criaram a nossa espécie humana ENQUANTO CORPO FÍSICO, o Homo Sapiens Sapiens”, mas a nossa alma, O SER REAL DE CADA UM É CRIAÇÃO Divina.
A intervenção desses seres em nosso planeta, iniciada há 432 mil anos atrás, marca o início da idade conhecida pelos hindus como KALI YUGA, a idade do ferro, quando tudo no planeta atravessa um período de MÁXIMA DENSIFICAÇÃO DA ESFERA PLANETÁRIA, inclusive do próprio HOMEM, enquanto entidade FÍSICA. A duração do “reinado do homem FÍSICO”  sobre o planeta é predeterminada em 120 CICLOS (ANOS) DE NIBIRU conforme podemos ver no seguinte cálculo:
120 órbitas de NIBIRU X 3.600 anos de nosso tempo da Terra = 432 mil anos. Desse modo deduz-se que a criação do homem de barro centrado apenas no intelecto/ego e seu corpo físico tem um prazo predeterminado para durar exatamente 120 anos (órbitas) de NIBIRU, esse prazo finalizou, terminou em 21 de DEZEMBRO DE 2012. Ver mais em:  http://osnefilins.tripod.com/.
Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus “entraram” às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. 
E em Números, capítulo 13, vers. 32 e 33  durante o EXODO encontramos também:
“E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e nós éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos nós aos seus olhos”.
Sobre gigantes ver mais em: http://arqbib.atspace.com/gigante.html
ANU-Nibiru
Acima: Representação de ANU, o então rei de Nibiru e chefe dos Annunakis, em painéis e estelas sumérios, assírios, também são encontrados na cultura dos egípcios e maias. Nas quatro antigas civilizações citadas, existe uma evidente presença de seres extraterrestres de todos os tamanhos e até de gigantes, como visto nesta estela da suméria.
 E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Então arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração.
Este “Senhor” a que se refere a passagem não é o Deus Onipotente e Onisciente, o verdadeiro Criador de TUDO QUE EXISTIU, EXISTE E EXISTIRÁ, o Pai mencionado por Jesus Cristo e outros antes dele, diversas vezes. Aquele senhor é um senhor pequeno, mas com grande poder de criação tecnológico, com avançada tecnologia genética, que também era o senhor do planeta NIBIRU. O homem físico foi criado para trabalhar para os deuses, para ser seu escravo, em projetos de mineração de ouro no sul da África, falando em termos de mão de obra física.
Porque a alma que sempre habitou A FORMA DE BARRO DO HOMEM, essa sim sempre foi criação de DEUS, é DIVINA EM ESSÊNCIA. O verdadeiro e primordial Criador, não possui atributo humano de qualquer tipo, para sentir alguma emoção como arrependimento, que é um sentimento que demonstra LIMITAÇÃO e ERRO e é inerente a seres em PROCESSO DE EVOLUÇÃO, como o homem e os seus deuses ancestrais. 
Sobre Nibiru e Anu saiba mais em: 
  1. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/
  2. http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/
  3. http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/
“O homem tornou-se como um de nós, conhecedor do bem e do mal. Que ele, agora, não estenda a mão e colha também da árvore da vida, e coma, e viva para sempre” (Gênesis 3.22).
Nessa passagem anterior do Gênesis vemos que deus é citado no PLURAL (tornou-se como um de NÓS), quem fala nesse momento são os pequenos falsos deuses de Nibiru e de outras partes de nossa galáxia. O verdadeiro Criador, Deus, quer o homem/mulher de volta ao seu seio, mas tem que ser o homem EVOLUIDO NA COMPREENSÃO DE SI MESMO, em sua essência divina (e menos centrado no corpo físico e em seu ego temporário), e de sua relação com o verdadeiro Criador para então, como um filho pródigo, poder voltar a viver em um ambiente divino onde o corpo FÍSICO DE CARNE E OSSOS como o nosso não mais existe. 
E disse o SENHOR: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de havê-los feito. 
Aqui temos de novo um atributo humano de “arrependimento” presente na divindade, que comprova que essa divindade não é o DEUS absoluto, Criador e fonte de todas as coisas, inclusive Criador dos pequenos “deuses” geneticistas de Nibiru e alhures. O verdadeiro Deus Criador é a origem, o mantenedor e o que causa a dissolução de tudo que é material em função do processo evolutivo, em todos os níveis de existência. Na cultura hindu, temos: Brahma, Deus criador, Vishnu, o mantenedor e Shiva o destruidor, no sentido de renovação do velho para que possa emergir um NOVO nível de consciência, processo de renovação que estamos vivendo e FINALIZANDO nesse exato momento de nossa civilização.
Noé, porém, achou graça aos olhos do SENHOR. 
No final de ciclo que antecedeu o dilúvio (10.986 a.C., com o afundamento de Atlântida) a figura de Noé representa todos os seres humanos, que aos olhos do verdadeiro Deus Criador (porque os falsos deuses criadores de NIBIRU e de outros locais tiveram que fugir do planeta senão também pereceriam com o dilúvio) apresentavam a condição de almas que tinham nível evolutivo suficiente para mereceram a salvação e seus líderes foram avisados com 50 anos de antecedência da catástrofe que se aproximava. O dilúvio teve maior impacto na área geográfica conhecida hoje como mar do Caribe e Atlântico Norte e registra o afundamento do continente de Atlântida onde o nível local de destruição foi total, completo e absoluto o mesmo não acontecendo com tanto impacto nas demais áreas do planeta, principalmente em regiões com grandes (ARCAS) montanhas como os Andeso Himalaya, Atlas, Alpes, Kilimanjaro, etc…
Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus.
É possível para o homem hoje “andar com Deus” como os Noés no tempo do dilúvio, basta evoluir na compreensão de quem somos e sermos verdadeiros Cristãos (ou Budista, Confucionista, seguidor de Krishna, a religião não importa…), tolerantes, pacíficos, moderados, honestos, indulgentes com o erro alheio, altruístas, percebendo que grandes mudanças já estão em curso. 
Devemos buscar orientação interna (a verdadeira) ouvindo nossa voz interior que nos conecta com a vontade e os planos do Criador para nós como indivíduos e como coletividade, dando valor às mensagens que nos chegam através das meditações e pelos sonhos, orientações vindas de nosso Eu Superior o “Pai” em cada um).
Agindo assim estaremos agindo como àqueles que eram os Noés antes do dilúvio e nos salvaremos, talvez não fisicamente, mas sim salvaremos a nossa alma, porque não haverá ambiente físico seguro no planeta no próximo final de ciclo que se aproxima, pois o nível de modificação de toda a crosta terrestre será inimaginável.
E gerou Noé três filhos: Sem, Cam e Jafé. A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência.
Corrupção também provocada pelos deuses menores, os assim chamados“ANJOS CAÍDOS” que hoje estão, em sua maioria encarnados como seres humanos, em guerra aberta contra a evolução e a libertação da Alma humana, criando jogos de poder, de guerra, são os participantes dos vários grupos que disputam o controle do planeta, atuando como e através dos grupos como os Illuminatis, Bilderbergers, Rothschild, Sionistas, Fabian Society, Clube de Roma, Igreja Romana, fanáticos religiosos de todos os credos, políticos corruptos, NWO-Nova Ordem Mundial, etc…colhendo o que semearam, e também serão “julgados” no final do ciclo que se avizinha.
Sobre os anjos caídos saiba mais em
  1. http://thoth3126.com.br/os-anjos-caidos-the-watchers-os-vigilantes/
  2. http://thoth3126.com.br/reptilianos-livro-body-snatchers-cap-1-e-2-parte/
  3. http://thoth3126.com.br/reptilianos-do-sistema-estelar-de-draco/
  4. http://thoth3126.com.br/grupo-bilderberg-misterios-e-controle-alienigena/
E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra. 
No final do período de Atlântida, a magia negra foi largamente praticada nos templos atlantes em demanda de alguns deuses que precisavam de sangue humano para que sua “ira” fosse aplacada.
Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra. 
Nesse parágrafo podemos tomar como literal o aviso de deuses criadores para suas criaturas de que havia um perigo eminente a caminho. Assim foi na cultura suméria antiga com o deus EA/ENKI (um deus Nephilim de NIBIRU) avisando seu (um Adamu de barro, sua criação) protegido, UTHNAPISTIM (O Noé sumério) do desastre eminente do qual ele devia se proteger seguindo as instruções dadas por ele, EA/ENKI em relação a “construção de uma arca”.
Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume. E desta maneira a farás: De trezentos côvados o comprimento da arca, e de cinqüenta côvados a sua largura, e de trinta côvados a sua altura. Farás na arca uma janela, e de um côvado a acabarás em cima; e a porta da arca porás ao seu lado; far-lhe-ás andares, baixo, segundo e terceiro.
Em 1843, o pesquisador Paul Emile Botta descobriu novos relatos sobre a inundação nas ruínas de Nínive ( na antiga Mesopotâmia, no norte do hoje Iraque), famosas por conter a maior biblioteca da Antigüidade, construída no século VII a.C. por Assurbanípal, rei da Babilônia. Posteriormente no mesmo local foram descobertas várias tábuas de barro com escritos que só seriam decifrados por volta de 1900. O texto falava sobre a Epopéia de Gilgamesh, história que remontava aos sumérios, milhares de anos antes da Babilônia e Assíria se tornarem grandes potências
Gilgamesh, segundo os escritos, havia se encontrado com seu antepassado Utnapistim – também chamado de Uta-Napistim ou Utna-Pishtin (o Noé sumério) –, de quem esperava obter o segredo da imortalidade. E Utnapistim lhe contou sobre a época em que os deuses resolveram punir a humanidade com uma inundação. O deus Ea/ENKI deu a Uthnapistim todas as informações necessárias para construir um navio (ou subir para as montanhas Taurus ao norte da Mesopotâmia), que deveria abrigar sua família e animais. Os 40 dias e noites da Bíblia são reduzidos aqui para seis, quando o navio acabou encalhando no monte Nisir, entre o rio Tigre e o curso inferior do rio Zab, no Curdistão, onde existe uma cadeia de montanhas.
Essa Foto foi feita no Monte Ararat (Cordilheira dos montes Taurus), que segundo a Bíblia, teria sido lá que a enorme Arca de Noé (fossilizada no canto inferior direito) repousou (Gênesis 8: 4-5)
Porque eis que eu trago um dilúvio de águas sobre a terra, para desfazer toda a carne em que há espírito de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra expirará. 
Os SumériosNem todos os povos aceitaram o Dilúvio como fruto da ira divina. Na verdade, a idéia de que o fato bíblico não tivesse passado de uma grande inundação na Mesopotâmia começou a ganhar forma com as descobertas arqueológicas de Sir Charles Leonard Wooley, na cidade suméria de UR (a cidade natal de ABRÃO), entre 1926 e 1929. Encontrando camadas de limo numa profundidade onde seria impossível existir limo, ele chegou à conclusão de que aquilo era sinal de uma grande inundação do rio Eufrates, ocorrida por volta de 4.000 a.C.
Unindo seus achados com os resultados iniciais de outras pesquisas na Mesopotâmia, Wooley concluiu que a inundação teria encoberto uma região de 630 quilômetros de comprimento por 160 de largura, ao nordeste do Golfo Pérsico.  No entanto, estudos posteriores e mais detalhados demonstraram que o dilúvio descoberto por Wooley não havia afetado a área inicialmente imaginada por ele e, desta maneira, não poderia ser o bíblico. 
A distribuição das antigas cidades/estações dos deuses annunakis na antiga Mesopotâmia, os criadores da civilização suméria, hoje o atual IRAQUE. Ao norte a civilização Assíria e a localização de sua capital Nínive, local fundado pelos que vieram de Capela.
 Mas contigo estabelecerei a minha aliança; e entrarás na arca, tu e os teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos contigo.
Os filhos de Noé, SEM, CAM E JAFÉ representam os TRÊS principais ramos das raças de Atlântida (que foi a QUARTA RAÇA RAIZ) que sobreviveram a catástrofe do dilúvio e começaram a repovoar, com sua multiplicação e descendência, toda a terra, COMO SEMENTE DA QUINTA RAÇA RAIZ. A raça vermelha de Atlântida degenerou após o dilúvio e povoou as três Américas, formando os povos indígenas conhecidos como “Peles Vermelhas” na América do Norte, e todas as nações indígenas das Américas Central e do Sul.
Essa raça vermelha com o passar do tempo desenvolveu um grande conhecimento, respeito e amor pelo ambiente natural em que vivem e pela Mãe Terra, com exceção de algumas tribos da América Central, que ao tempo da chegada dos conquistadores espanhóis, ainda praticavam rituais com sacrifício humano, reminiscências ainda do tempo em que estas almas viveram no período final de Atlântida, quando a magia negra e sacrifícios humanos foram praticados naquele antigo continente.
E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie, farás entrar na arca, para os conservar vivos contigo; macho e fêmea serão. Das aves conforme a sua espécie, e dos animais conforme a sua espécie, de todo o réptil da terra conforme a sua espécie, dois de cada espécie virão a ti, para os conservar em vida. E leva contigo de toda a comida que se come e ajunta-a para ti; e te será para mantimento, a ti e a eles. Assim fez Noé; conforme a tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez.
Outros Dilúvios e ArcasMitologias de diferentes culturas falam sobre dilúvios que teriam encoberto a Terra e de sobreviventes que construíram uma embarcação a mando de um deus. Algumas versões modernas utilizam teorias ocultistas ou simplesmente não aceitas pela ciência para explicar o Dilúvio:
  • Caingangue - uma lenda dos índios brasileiros caingangue diz que, durante o dilúvio, as almas de seus ancestrais estavam ocultas no centro da Terra. Elas voltaram à superfície na região de Guarapuava, no Paraná, nas Montanhas Negras, ou Krinxy.
  • Escandinávia - nos Edas, os poemas nórdicos do século III, está escrito que a Terra surgiu num dilúvio do sangue de Ymir, durante uma guerra entre deuses e gigantes.
  • Kogi - os índios kogi ou kágabas, que habitavam a região da Sierra Nevada de Santa Marta, na Colômbia, referiam-se a um dilúvio de 4 anos para punir os seres que tinham tendências contrárias à natureza. O sacerdote Seizankuan construiu um barco mágico onde colocou todos os tipos de animais e outras pessoas. Depois de 9 séculos as águas baixaram e todos puderam ‘descer do céu’ onde tinham se refugiado.
  • Incas - Viracocha, o grande deus dos incas e criador do mundo, ficou descontente com os homens e mergulhou o mundo num dilúvio.
  • Babilônia - herdeira das tradições sumérias, a civilização babilônica falava do dilúvio, que destruiu a civilização formada pela união entre os filhos dos deuses e as filhas dos homens. Antes da enchente, os reis lunares reinariam por 432 mil anos.
  • Rig Vedas – os textos hindus também se referem a um dilúvio. Manu é o personagem a quem é dada a possibilidade de escapar construindo um barco gigantesco que, depois, encalha numa montanha.
  • Grécia – na mitologia grega, Zeus destruiu o mundo com um dilúvio devido à corrupção da humanidade. Deucalião é o nome do sobrevivente que construiu uma arca e flutuou 9 dias e 9 noites, chegando ao Monte Parnaso.
  • Polinésia – a luta entre Rangi e Papa, os pais dos homens e deuses, resultou em nuvens e furacões que arrasaram a Terra.
Direita: O Disco Alado com Anu no centro, uma representação da suméria para o planeta dos deuses, Nibiru.
Sioux – o ancião Coiote foi avisado de uma grande inundação e construiu um barco para escapar. Esse barco também ficou encalhado no alto de uma montanha, depois que as águas do mundo baixaram.
Maias – não falam de uma arca, mas do fim do mundo pelas águas. O mundo ou civilização destruída precedia a nossa atual.
Bororo – na versão dos índios brasileiros, Jokurugwa matou o espírito Jakomea que, para vingar-se, fez as águas inundarem a terra. Kokurugwa refugiou-se no alto de um monte e sobreviveu.
Faetonte - planeta ao qual se referem alguns textos antigos, também conhecido como Maldek, o astro que faltaria entre Marte e Júpiter. Uma catástrofe teria destruído o planeta e seus fragmentos caíram à Terra causando o dilúvio.
Cosmogonia Glacial – teoria elaborada por Hans Hörbiger, também chamada de Doutrina do Gelo Eterno (Welteislehre) e ligada às idéias nazistas.Preconizava uma série de destruições no planeta com a queda de sucessivas luas. A última catástrofe, há cerca de 13 mil anos, poderia ter causado o dilúvio.
UMA BREVE “CRONOLOGIA” DA CRIAÇÃO DO HOMEM NA BÍBLIA:

A primeira criação:

Na bíblia deus resolve criar o homem, conforme podemos ver no capítulo 1 do Gênesis(o Gênesis é uma cópia do documento ENUMA ELISH, o épico sumério da criação ), que relata a 1ª criação do HOMEM E DA MULHER AO MESMO TEMPO, também é interessante de se notar que deus fala no plural porque deve estar acompanhado de “outros deuses”, conforme segue descrito no Gênesis, Capítulo 1, versículos 26 a 28:
 E disse Deus: Façamos o homem à nossa (parece que “deus” não esta sozinho)imagem, conforme nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criouE Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.
A segunda criaçãoEm torno de 430.000 a.C. marca o início da interferência dos“deuses” de Nibiru e de “deuses” de outros planetas e sistemas solares na história da disputada Terra. Período em que o grande continente de Atlântida estava consolidando sua ocupação pelos descendentes da 3ª raça raiz, os lemurianos, que finalmente haviam se separado sexualmente de hermafroditas (ainda com os dois sexos-polaridades no mesmo “corpo”-muito menos denso dos que ocupamos atualmente) para seres que se expressavam em dois sexos em corpos diferentes, masculino e feminino em corpos individuais.
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Essa 3ª raça raiz se deslocou antes do afundamento completo do continente Lemuriano nas águas do Oceano Pacífico para o que viria a ser conhecido como aAtlântida, no hoje Oceano Atlântico norte, um momento registrado em Gênesis, e aqui Deus muda para O SENHOR DEUS, e nessa criação  o HOMEM-ADÃO esta sozinho e dele surge a mulher EVA (momento da separação das polaridades criando dois“corpos” com sexos que se complementam, masculino e feminino), conforme segue no Gênesis, Capítulo 2, Versículos 7 e 18 a 23,:
E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. Gênesis 2:7
E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.
E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea. Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. 
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Esta parte do Gênesis 2, versículos 18 a 23, determina o momento da segunda criação do homem e da mulher. É interessante de se notar a diferença que existe em relação ao Deus Criador dessa parte do Gênesis 2, onde ele é chamado de o SENHOR DEUS e na passagem já citada anteriormente, de Gênesis 1 onde o Criador é chamado de forma diferente, APENAS como DEUS.
A criação humana descrita em Gênesis 1 é inerente ao verdadeiro Deus Criador, e relata a criação da ALMA HUMANA POLARIZADA EM DOIS GÊNEROS, ainda antes de um corpo físico, como o que temos hoje, ter sido criado. Essa é a condição original de nossa existência verdadeira, antes da QUEDA DE NOSSA ALMA NA MATÉRIA, após termos sido tentados pela “serpente”, que nos induziu a “comer do fruto da árvore do conhecimento DO BEM E DO MAL (quando “habitamos” um corpo humano)”.
Todo o livro do Gênesis é cópia de textos muitíssimos (como o Enuma Elish da Suméria) mais antigos e sagrados de povos da região mesopotâmica e além, que são registros muito anteriores ao surgimento do povo hebreu cuja história se inicia somente em 3.760 AC, ano oficial do início do calendário hebraico vigente nos dias de hoje e que seria o ano em que ocorreu o encontro que Deus teve com Abrão e fez um pacto com o mesmo enquanto ele residia em UR, próximo à foz do rio Eufrates uma cidade fundada pelos habitantes de Nibiru há milênios atrás.
O início do calendário hebreu em 3.760 coincide com uma das passagens do planeta NIBIRU pelo nosso sistema solar (ele voltaria mais uma vez em 160 AC e seu retorno deve ocorrer somente em torno de 3.452, ou seja daqui a mais 1.440 anos em nosso futuro). Uma pista para a origem do “povo hebreu” esta no nome dos seus pais:
ABRAÃO E SARA: a origem desses nomes é da antiga ÍNDIA, são nomes derivados do casal divino hindu BRAHMA (Abraão) e SARASVATI (Sara). Aquilo que viria a ser o núcleo da criação do povo hebreu foi uma tribo chamada primeiramente de Saldeus – que depois do Dilúvio passou a se chamar Caldeus – que migrou da Índia para a Mesopotâmia em tempos muito remotos.
Representação de EA/ENKI trabalhando em laboratório junto com Ninhursag/Ninmah e acima o símbolo do planeta alado para NIBIRU.

A TERCEIRA CRIAÇÃO DO HOMEM

Existe ainda uma TERCEIRA CRIAÇÃO do ser humano descrita de forma velada no Gênesis, que pode ser percebida quando Eva, ao ser tentada pela serpente (Ea/ENKI), come e oferece a maça a Adão, e então ambos são EXPULSOS DO PARAÍSO (…terrestre, a Mesopotâmia, o Jardim do E.Din dos deuses de Nibiru na Terra), e aqui deus volta a ser chamado de O SENHOR DEUS (Aquele que fica irado com certa facilidade) novamente, conforme segue: Gênesis, Capítulo 3, versículos: 9 a 23:
E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?
E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.
E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?
Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.
E disse o SENHOR Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.
Então o SENHOR Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.
E chamou Adão o nome de sua mulher Eva; porquanto era a mãe de todos os viventes.
E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.
Então disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente, O SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado. Gênesis 3:9-23
No relato descrito nessa passagem do Gênesis, o momento da TERCEIRA CRIAÇÃO DO HOMEM E DA MULHER é consumado quando o Senhor Deus (ENKI/EA com a ajuda de Ninhursag, ambos de Nibiru) providencia VESTIMENTAS DE PELES (SÃO os CORPOS MATERIAIS DE BARRO QUE A NOSSA ALMA AINDA “VESTE”) o momento que testemunha a intervenção “divina de deuses inferiores” que criaram geneticamente o Adão e a Eva de BARRO, o homem físico, sem nenhum objetivo altruísta já que o homem foi criado para ser escravo desses deuses e para trabalhar na mineração de ouro no sul do continente africano, mineral que era necessário para a atmosfera de NIBIRU quando esse planeta adentra o nosso sistema solar.
Uma estela suméria mostrando o sistema solar com DOZE corpos celestes, incluindo o Sol ao centro e ONZE PLANETAS (Maldek e Nibiru inclusos).
Essa intervenção extraterrestre na criação FÍSICA do ser humano, quando é usado material genético dos próprios deuses, que modificam a condição de um ser animal bípede existente naquela oportunidade e naquele tempo, um Homus Erectus qualquer, que com aquela intervenção passa a possuir, com aquisição do material genético dos deuses, autoconsciência (comeu a maça, da Árvore do Conhecimento-Consciência), pois uma alma humana, a partir daquela intervenção passa a habitar um corpo FÍSICO, passa a VESTIR UMA TÚNICA DE PELE.
Aqui é importante esclarecer que a civilização atlante e todas os demais (como na antiga Índia/BHARATA) antigos povos da terra, antes do dilúvio, não possuíam UM CORPO FÍSICO TÃO DENSO COMO NÓS OCUPAMOS HOJE, uma condição natural da quarta raça raiz que fisicamente falando não era material e tão densa como a nossa constituição física atual, a quinta raça raiz..
Em um cilindro da Suméria reproduzido acima vemos a equipe nibiruana de pesquisa constituída pelos “deuses”: ENKI/EA de pé e sua esposa Ninhursag (Ninmah/Ninti) sentada segura no ar ADAMU, o homem híbrido Erectus Nibiran /Homo híbrido que eles fizeram e Ningishzidda (Filho de ambos) de joelhos à esquerda. Esta registrado em um tablete de argila: “As Minhas mãos fizeram isso!” Ela gritou vitoriosamente. Ninhursag (Ninti/Ninmah) também chamada como a deusa Nintu=Senhora do Nascimento, que ajudou EA/ENKI a “criar” o homem (em laboratório) na antiga Mesopotâmia, em tablete da suméria. Atrás dela a “Árvore da Vida”.
Sobre a criação do homem saiba mais nas próprias palavras de ENKI:
  1. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki/
  2. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-atestado/
  3. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-1/
  4. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-primeira-tabuleta-parte-2-final/
  5. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-terceira-tabuleta/
  6. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quarta-tabuleta/
  7. http://thoth3126.com.br/o-livro-perdido-de-enki-quinta-tabuleta/
O Planeta Terra vem, ao longo dos últimos 432 mil anos ATINGINDO SEU PONTO MÁXIMO DE EXPRESSÃO MATERIAL (QUE OCORRE NO FINAL DO CICLO, ISTO É,nos últimos 5.125 anos QUE SE INICIOU EM 3.113 a.C., o final do Kali Yuga, a idade do FERRO dos hindus, período que termina em 21 de dezembro de 2012, quando começaremos a acessar (os que estão evoluindo e não dormindo) um novo nível de consciência muito menos denso materialmente do que o existente hoje.
Uma reprodução de um anjo feminino, uma lembrança subconsciente de nossas origens, uma lembrança de Ninhursag (Ninmah/Ninti) envolta pelas duas serpentes que representam a Kundalini e a energia cósmica.
Será mais um passo que estaremos dando para voltarmos a nossa condição original, NÃO SER MAIS UMA ALMA CORPORIFICADA EM UM PLANETA DE 3ª DIMENSÃO, MAS UMA ALMA REALIZADA E EVOLUIDA, após a nossa passagem pelo mundo denso, usando corpos (peles) animais materiais como os que usamos hoje, dando um salto evolutivo, para uma nova espécie (na realidade nova em relação a nossa condição atual) em que utilizaremos 70% DE NOSSA CAPACIDADE CEREBRAL ao invés dos meros 5% atuais, seremos muito mais energia e menos matéria e voltaremos a ser telepáticos…
O homem físico, material, DENSO e usando “túnicas de pele” começou a ser criado (pelos deus ENKI/EA) em torno de 150 mil AC e é finalizado como unidade independente polarizada em corpos com dois sexos em torno de 70 mil a.C., conforme podemos encontrar descrito em trechos do texto sumério ENUMA ELISH, do qual o Gênesis é uma cópia muito ruim