Reservas antecipadas do livro e contato com os autores email: leidaatracao@terra.com.br
Saiba mais sobre os autores Carlos Torres & Sueli Zanquim e suas obras.

Seus livros já venderam mais de 170.000 exemplares no Brasil e na Europa e mudaram a vida de milhares de pessoas. A venda no site oficial ou nas melhores redes de livrarias como Saraiva, Livraria Cultura, Fnac, Bertrand, Amazon, Wooks, Chiado, Martins Fontes e outras.

16 de fevereiro de 2011

A Esfinge - A guardião do Tempo.

Vamos continuar a história da Escola de Mistérios do Olho de Hórus, uma casta sacerdotal fechada que foi um verdadeiro poder no Egito, foi organizada por sacerdotes sobreviventes do dilúvio, possuidores de registros e conhecimentos da desaparecida civilização atlante, seres muito evoluídos, que viram o cataclismo como oportunidade de estruturar uma nova civilização dedicada ao aperfeiçoamento espiritual.
Utilizaram os templos como livros vivos, para revelar as verdades sobre Deus e o funcionamento do Universo, acelerando a evolução de seu povo. Nos templos, concentraram o conhecimento e a riqueza, transformando-os em pólos impulsores do desenvolvimento da civilização egípcia.
Ensinaram que o espírito eterno reencarna, repetidamente, como homem na terra, para viver um processo de aperfeiçoamento criado por Deus. Encarna em diferentes corpos, nasce em diferentes famílias, lugares e épocas, em diferentes circunstâncias materiais, econômicas e de saúde.
Reencarna, repetidamente na Terra, enquanto o sistema solar dá uma volta ao redor do centro galáxia, que dura 25.920 anos, esta volta é chamada de ano cósmico. Durante esse ciclo, a consciência do homem é influenciada pela energia de diferentes constelações, assim como as estações climáticas, as constelações determinam os processos necessários à evolução.
Os egípcios acreditavam que as estrelas, que iluminam o dia do nascimento, marcam o destino do homem, e em escala maior, o de toda a humanidade.
Entendiam o destino como as dificuldades da vida, o que se deve experimentar para que se aprenda, acreditavam que o homem chega a verdade comparando os extremos, num Universo dual, de contrastes de luz e escuridão. Ao exercer seu livre arbítrio diante das circunstâncias que atravessa, o homem aprende com os resultados de suas decisões, é a angústia que permite entender a paz, o medo que ensina a harmonia, as consequências do ódio é que trazem a compreensão do amor. Assim, vida após vida, há um processo de aperfeiçoamento espiritual, o homem nasce cada vez mais sábio, respeitoso e tolerante, até o fim do ciclo, quando se torna um super-homem imortal. Nesse momento de iluminação, lembra-se de todas as vidas, da corrente de erros que cometeu, entendendo que graças a eles, compreende hoje a razão de sua existência. Em paz e harmonia, com o altíssimo nível de energia vital, irradiando, permanentemente, amor, conquista seus poderes superiores, e chega ao ciclo seguinte de evolução numa escala mais alta da realidade. O processo evolutivo transforma a sua animalidade original, tornando-o um mestre elevado, um respeitoso ser imortal, capaz de experimentar a ausência de limitações.
Esse modo de entender a vida proporcionou, milhares de anos de paz e harmonia aos egípcios, desenvolvendo uma civilização exemplar.
· Os sacerdotes, do Olho de Hórus, deixaram essas verdades no interior de seus templos, por isso, nesta série de programas, os percorremos, um a um.

A Esfinge

Hoje, como pesquisadores, vamos chegar até a planície de Gizé, para entender a mensagem da Esfinge, uma mensagem que nos chega através do tempo, pois este monólito de pedra é uma marca indestrutível para os pesquisadores do futuro.
A Esfinge revela movimentos astronômicos registrados há milhares de anos, e comprovados no ciclo anterior pela humanidade atlante, hoje a crença é que Atlântida foi um mito.
Lembremos que a história contada por Platão sobre o desaparecimento da Atlântida, tem origem egípcia, foram os sacerdotes do templo de Neif, que mostraram a Sólon os antiguíssimos registros sobre atlante, uma palavra egípcia relacionada com a água. O vocábulo Atlu significa água, limite da terra pela água, e Ante significa divisão de terra, a palavra composta Atlante, portanto, significa terra dividida pela água. Na história de Platão, a capital da Atlântida, Poseidônis, era uma belíssima cidade formada por círculos de terra, separados por canais de água.
Para descobrir os segredos da Esfinge, analisemos sua forma simbólica, seu gigantesco tamanho em pedra monolítica, sua localização precisa, e a direção de seu olhar. Vamos recriar os movimentos dos astros depois do dilúvio, as marcas de erosão pelas chuvas em seu corpo, e o seu significado.
Os sacerdotes sobreviventes ao cataclismo atlante, esculpiram uma gigantesca forma simbólica com uma série de signos astronômicos, um relógio que marca os ciclos maiores do sistema solar na galáxia. Analisaremos estes signos para entender que este é o maior e mais antigo registro do tempo do planeta.
A primeira data marcada é a do Zep-Tepi, o tempo novo, o momento em que se inicia o tempo zero de uma nova civilização depois do dilúvio. O Zep-Tepi é o primeiro passo no caminho de aperfeiçoamento espiritual da humanidade, e a Esfinge é a primeira pedra desse caminho.
A segunda data estabelecida é a do último cataclismo, que aconteceu há treze mil anos, o dilúvio foi chamado universal porque aconteceu em todo planeta, simultaneamente, não foi um fato restringido apenas ao Egito.
Os sábios sacerdotes tinham registros anteriores de outros cataclismos, um deles ocorreu no início da civilização atlante, há aproximadamente, 38.000 anos, sabiam que esta destruição era cíclica, que acontecia a cada ano cósmico. Este conhecimento lhes confirmou que os astros marcam a duração de todos os signos, nas diferentes escalas do Universo. As características da esfinge revelam a importância de todos os níveis e escalas do grande ciclo cósmico.
A volta do sistema solar ao redor do centro da galáxia, determina a duração das estruturas físicas que sustentam a organização humana, pois a cada 25.920 anos acontece um cataclismo, dando lugar a uma nova forma de desenvolvimento, uma possibilidade diferente de organização. As estruturas que organizam a vida e o desenvolvimento da humanidade sofrem destruições periódicas, ao final de cada ciclo cósmico, grandes mudanças acontecem no sol, causando fortes alterações climáticas, que destroem tudo o que foi construído na Terra.
Os sacerdotes do Olho de Hórus, ensinaram que isso fazia parte do processo criado por Deus, para permitir novos desenvolvimentos sobre a Terra, novas expressões que permitam encontrar diferentes formas de ver o Universo. É como se o corpo da humanidade morresse a cada 25.920 anos, para renascer numa forma mais perfeita, assim como acontece com o homem, mas na escala coletiva, de uma mente maior.
Na abóbada celeste, sobre o pólo norte, existem seis constelações conhecidas como constelações polares, abaixo, perto do equador, existem doze constelações zodiacais, se soubermos sobre qual das seis constelações polares e das doze constelações zodiacais, está situada a Terra num determinado momento, poderemos estabelecer a data correspondente.
O sistema solar dá voltas ao redor da galáxia sobre uma linha imaginária chamada eclíptica, cada volta dura 25.920 anos, um ciclo eterno, chamado de ano cósmico pelos sacerdotes egípcios. Eles dividiram essa volta de 360° do sistema solar, pela abobada celeste, em doze setores de 30º cada um, o sol os atravessa em 2.160 anos, são as doze constelações de estrelas, cada uma tem o nome de um animal, o círculo de animais, que é o zodíaco.
É durante essa volta que o planeta recebe as diferentes energias das doze constelações, ou signos zodiacais, que definem o destino do homem em cada reencarnação e as circunstâncias difíceis de aprendizado que ele deve viver.
Partindo da posição que ocupa o sistema solar atualmente sobre a eclíptica, ao zero grau, finalizando a Era de Peixes, entrando na Era de Aquário, retrocedemos 180°, a zero grau se encontrava o sistema solar a 12.960 anos, 180º para trás, na constelação de Leão. Os cientistas atuais dizem que, aproximadamente, nessa época, aconteceu o final de uma era, quando o gelo se derreteu e aconteceu o dilúvio.
A forma da esfinge une os dois símbolos que representam a constelação zodiacal e a constelação polar do céu, o leão e o homem, dando uma precisa marcação do tempo.
Dessa forma representa os dois níveis em que se encontram essas estrelas, o corpo de leão representa a constelação homônima, enquanto o homem é o símbolo da constelação polar a que chamamos de Hércules, e que os egípcios chamavam de Tum, o Adão da mitologia astronômica.
O movimento, combinado nesses dois planos celestiais, foi chamado de Pari Passo, as duas constelações pelas quais passa a Terra, em seu percurso pela Galáxia, na chamada precessão dos equinócios. A esfinge marca, assim, o Zep-Tepi, o tempo novo.
A estrela polar chama-se assim por sua localização sobre o pólo norte, diretamente, sobre a coluna vertebral do planeta, seu eixo, é uma estrela fundamental, o poder que preside os céus, vista da Terra, é ao redor dela que gira a abóbada celeste.
A inclinação do eixo de rotação do planeta em relação ao sol muda lentamente durante o percurso cósmico, e aponta num segundo círculo, mais acima no céu, para seis diferentes estrelas polares.
Os conhecimentos astronômicos egípcios, os registros herdados, permitiram-lhes saber que ao dividir em segmentos de 60°, no segundo círculo superior se veria que o eixo da Terra aponta em direção a uma diferente estrela polar à aproximadamente, cada 4.320 anos.
Seis constelações contêm as estrelas polares, as que se localizam exatamente sobre o pólo norte da Terra, a 60° de seu percurso pelo grande ano cósmico, são as chamadas constelações polares.
Na constelação da Ursa Menor está a estrela Polaris, localizada atualmente sobre o pólo norte, é a estrela que guia os navegadores.
Há 4.320 anos a estrela polar era Alfa Draconis, situada na constelação de Dracu, o Dragão. O poder que presidia, há 8.640 anos, era a estrela polar da constelação de Hércules, ou o homem.
Há 12.960 anos, quando aconteceu o dilúvio, a estrela polar, no círculo superior, era chamada Vega, da constelação de Lira. Em 60° antes, ou a 17.280, brilhava sobre o pólo norte a estrela Deneb, na constelação de signo do Cisne.
Há 21.600 anos, encontrava-se sobre o pólo a estrela Alfirk, da constelação de Zeteus. Exatamente, há 25.920 anos, com uma volta completa do chamado ciclo cósmico, a estrela Polaris, da Ursa Menor, brilhava sobre o pólo, como atualmente.
Estas duas séries de constelações afetam continuamente o homem, tanto as seis do círculo alto polar, quanto as doze do círculo baixo do zodíaco, ambas giram sobre um eixo polar virtual situado no centro da galáxia, o eixo da coroa.
Para os egípcios, toda a abóbada celeste descansa nas colunas polares distribuídas simetricamente a cada 60° sobre o círculo, para onde aponta o pólo da terra em seu percurso com o sistema solar pela galáxia.
A antiguidade e a precisão dos registros egípcios é evidente, os sacerdotes, guardiões do tempo, herdaram registros astronômicos de mais de 26.000 anos.
Os astrônomos atuais comprovam estes dois movimentos e o chamam a precessão dos equinócios, pois foram comprovados através das mudanças na linha dos equinócios.
O sol visto da Terra durante um ano solar, parece ter quatro esquinas, quatro posições que limitam seus movimentos no horizonte, são definidas pelos solstícios e equinócios de verão e de inverno. O solstício de verão, dia 21 de junho, é o dia mais longo, com a noite mais curta do ano, o solstício de inverno, 22 de dezembro, é o dia mais curto, com a noite mais longa do ano. Os equinócios de verão e de inverno são quatro dias em que o dia e a noite são do mesmo tamanho.
Na latitude de Gizé, o sol nasce em frente a esfinge, nos equinócios; a 28° a nordeste no solstício de inverno e, 28° a sudeste, no solstício de verão. Sendo os dias e as noites iguais, são dias de equilíbrio energético entre a luz e a escuridão, dias em que se abrem as portas dimensionais de espaço e tempo, sendo por isso importantes em todas as culturas da Terra.A cada ano, a linha imaginária que une os dois equinócios, muda ligeiramente de inclinação com relação ao sol, a cada 72 anos, um grau; a cada 2.160 anos, trinta graus; e a cada 25.920 anos, muda 360°.
Assim, o que se conhece hoje como precessão dos equinócios corresponde exatamente aos ciclos definidos pelos antigos no Pari Passo, os dois níveis da volta que correspondem ao grande ano cósmico. A forma da Esfinge, ao unir o signo de leão com o do homem, da constelação de Hércules, marca o momento imediatamente após o dilúvio, uma catástrofe que acontece periodicamente, no final do grande ciclo cósmico, a cada 25.920 anos.
A Esfinge é a maior escultura da Terra, seu imenso corpo foi esculpido numa só rocha para permanecer incólume através dos séculos, é um gigantesco monólito, uma única rocha talhada na planície de Gizé, com oitenta metros de comprimento, treze de largura, e vinte de altura, é do tamanho de um quarteirão de uma cidade média. Para dar forma ao seu corpo, cortaram e retiraram a pedra em enormes blocos que usaram depois para construir, em frente a ela, templos maciços.
Enigmática e poderosa é a obra de arte mais grandiosa da antiguidade, chegada até nós, viu nascer, mudar e desaparecer várias culturas ao seu redor.
A esfinge está situada num ponto muito especial na Terra, na planície de Gizé, também conhecida como Rostau, no antiquíssimo livro dos mortos. Seu corpo de leão descansa sobre a linha paralela ao norte do equador, aos trinta graus de latitude, quase exatamente sobre o meridiano que passa a trinta graus de longitude dos pólos norte e sul. Trinta graus de latitude, trinta graus de longitude, sobre um dos pontos diamagnéticos do planeta. Hoje se sabe que ao redor da Terra, sobre os paralelos de trinta graus norte e sul de latitude há distâncias harmoniosas, regulares e eqüidistantes por onde passa a rede eletromagnética do planeta.Todos os seres vivos, sem exceção, têm uma rede nevrálgica, uma matriz que capta e distribui de uma maneira harmônica, a energia que todo o corpo necessita.
A Terra está rodeada por esta rede, geometricamente pura, de linhas eqüidistantes, baseadas em poliedros regulares, por onde passa a energia que a mantém viva. São chamadas linhas lei e linhas hardman, formam uma matriz sobre a qual existe uma série de pontos nevrálgicos e que se produzem, naturalmente, vórtices energéticos, utilizados secretamente por governos e indivíduos com conhecimentos suficientes para produzir levitação e antigravidade. Estes vórtices eletromagnéticos estão harmoniosamente distanciados entre si, onde foram comprovadas anomalias magnéticas e energéticas.
O triângulo das Bermudas, do Dragão e do Diabo, onde ocorreram desaparecimentos misteriosos, são pontos diamagnéticos conhecidos; em outros estão estrategicamente localizadas pirâmides de diferentes culturas, ou bases de várias potências.
Utilizando a tecnologia adequada, pode se aproveitar a energia do planeta sobre esses pontos nevrálgicos para anular a gravidade de qualquer objeto em seu campo de ação.
Também nestes pontos foram realizadas experiências de translação dimensional, como as realizadas nos Estados Unidos, no chamado projeto Filadélfia, coordenado por Nicolas Desla, em 1943.
Nestes vórtices se produzem portas dimensionais que se abrem e se fecham ao entardecer nos dias de equinócios.
Os egípcios consideravam os dias dos equinócios, como a porta de Maat, a Deusa do Equilíbrio e da Justiça, nestes dias realizam-se cerimônias espirituais com os iniciados da escola de mistérios na planície de rostal, aproveitavam o vórtice para culminar os anos de preparação, nos quais os sacerdotes dos quinto e sexto níveis de consciência eram impulsionados por uma força externa para experimentar dimensões mais elevadas.
Com o conhecimento herdado dos sacerdotes do Olho de Hórus a respeito da rede eletromagnética construíram sobre ela a grande pirâmide para transformar, com fins espirituais, sua inesgotável energia. Na grande pirâmide, recebiam no corpo as energias condensadas do Planeta, conseguindo altíssimos níveis de vibração, como se obtivessem estados especiais de consciência.
A grande pirâmide foi chamada de Arca de Ra-Harmakhu, e foi construída sobre um vórtice eletromagnético para ser usada no dia do equinócio, quando os domínios da luz e da escuridão estão equilibrados pela Deusa Maat.(Deusa do Equilíbrio)
Nestes dias nasciam os Neters, espíritos excepcionais e os Shemsu-Hor, seguidores de Hórus, irradiando amor e guiando o povo, elevando o seu nível de consciência com o seu exemplo e informação sobre a realidade do Universo.
No livro dos mortos, na quinta divisão, chamada Rostau, aparece uma forma piramidal protegida em sua base por duas esfinges com forma de leão que, olhando o sol em cada equinócio protegem a entrada do Reino de Socar.
Os corredores que levam ao topo se parecem com as passagens da grande pirâmide, é lá que acontece a transformação do Osíris interior de todo ser humano, lá encontra a iluminação que o transforma em Hórus, o super-homem imortal. A forma de leão também tem relação com esse processo evolutivo, o leão é o mais evoluído dos animais, representa para os egípcios o momento final como animal, possuidor de uma consciência em evolução, que se converte num super homem. Estas e outro grande número considerações fazem do lugar onde está localizada a esfinge algo muito especial, além da crença de que a esfinge é apenas uma escultura e a grande pirâmide, um túmulo.
Duas razões deram lugar à crença de que o Faraó Quefren, que reinou do ano 2.520 a 2.494 a.C., ordenou que a esfinge fosse talhada num só bloco de pedra, a primeira é que acharam o seu rosto parecido com uma estátua de diorita negra do Faraó Quefren, que foi encontrada enterrada de cabeça para baixo, muito perto da esfinge, no chamado “Templo do Vale”, a estátua aparece com um falcão no ombro.
Ao retocar digitalmente a esfinge, para ter idéia da forma original de seu rosto, chegaram a conclusão de que as duas feições são muito diferentes das de Quefren.
Sabe-se que a esfinge foi chamada de Abul-Hol e durante muito tempo foi pintada de vermelho, a cor do Egito. O tempo levou embora o peitoral de pedras semipreciosas, o simbólico enfeite, as cores do seu elegante turbante e todas a pedras polidas em granito branco da pirâmide de Quefren.
A segunda razão é que entre os braços da esfinge encontrou-se uma lápide talhada na pedra, que em sua décima terceira linha tem a sílaba Quef, isso serviu como prova para que os egiptólogos profissionais atribuíssem a sua construção a Quefren.
A lápide foi escrita pelo Faraó Tutmosis IV, que reinou de 1.401 a 1.391a.C., para comemorar a restauração e retirada da areia que a cobria.
Ali se afirma que a Esfinge é a personificação de um grande poder mágico que existe neste lugar desde o início dos tempos o Zep-Tepi. Sendo Tutmosis IV muito jovem viu nos sonhos, o rosto da esfinge, dizendo que o tornaria faraó se a livrasse da areia que a cobria até o pescoço. A realidade é que não existe nenhuma inscrição que afirme quem a construiu, não se refere a Quefren como seu construtor, certamente, foi um dos restauradores, que como Tutmosis IV limpou-a da areia através dos tempos.
Em outra pedra talhada, chamada a lápide do inventário, encontrada em Gizé, por Auguste Marriet, se afirma que o Faraó Queóps, antecessor de Quefren, ordenou construir um templo ao lado da esfinge, o que prova que ela já estava lá e que seu sucessor, não pode ter sido o construtor, no entanto, esta lápide não é reconhecida pelos egiptólogos tradicionais, e alegam que não é original e que o estilo em que está escrita não corresponde a época de Queóps.
A realidade é que a esfinge permaneceu sepultada na areia por milhares de anos, várias vezes, governantes benévolos ordenaram limpá-la ficando descoberta durante algum tempo, para logo voltar a cair no esquecimento.
A direção de seu olhar acrescenta outro dado a esse mistério, sua cabeça de homem olha fixamente para o leste, contemplando o nascimento do sol, há milhares de anos.
Seu olhar marca intencional e precisamente o ponto no horizonte onde nasce o sol, nos equinócios, o verdadeiro leste, o ponto de cruzamento dimensional, a linha imaginária que, passando pelo sol, une o equinócio de verão e o de inverno, é utilizada atualmente para medir, com a variação de seu ângulo, o grande ano cósmico, a precessão dos equinócios.
Seu ângulo muda um grau a cada setenta e dois anos e move-se 30°, em 2.160 anos; 360°, em 25.920 anos, é a marca do ano cósmico, o ciclo que determina as reencarnações do homem, e a chegada dos cataclismos periódicos.
Utilizando a localização precisa da esfinge, cientistas norte americanos realizaram simulações da abóbada estelar programando, no computador, a posição da terra há 12.960 anos sob a eclíptica, a curva que percorre o sistema solar.
Ficou confirmado que, nesse momento exato para onde a esfinge olha, o ponto no horizonte situado ao leste verdadeiro, aos 30° de latitude, surgiam todas as noites, as estrelas da constelação de Leão. A esfinge olhava no horizonte, a sua frente, as estrelas do signo zodiacal de Leão, a constelação que atravessava o sistema solar naquele momento, confirmando a mensagem do tempo, de sua forma simbólica, de sua localização exata. Nesse mesmo momento, a 90° sobre esse mesmo horizonte, mas olhando em direção ao sul, situava-se a constelação de Órion, 90° sobre a linha do meridiano norte-sul, enquanto a estrela Sirius, a mais importante para os Egípcios, pois a sua aparição anunciava a enchente do Nilo, se situava ao nível do chão, 14° à esquerda o meridiano.
A data transmitida pela esfinge, o início da nova civilização, o Zep-Tepi, está confirmada pela relação da sua forma simbólica, com a constelação zodiacal de Leão e polar de Hércules. Seu olhar em direção à saída do sol no equinócio da primavera e à saída das estrelas de Leão à noite a convertem num registro astronômico preciso. Sua localização foi escolhida com muita precisão, para convertê-la num mensageiro, através dos tempos, que contasse aos pesquisadores futuros, o ciclo mais importante para o homem, o ano cósmico e a localização da rede eletro-magnética do planeta.
Outro momento na esfinge também confirma o Zep-Tepi, o momento de sua construção, trata-se de uma prova de origem geológica e climática, em 1960, o matemático francês Reneé C. Delubex, afirmou que o corpo leonino da esfinge apresenta sinais de erosão provocada pela chuva, isto surpreendeu a todos, pois está confirmado que a esfinge ficou enterrada embaixo da areia até o pescoço, 90% do tempo dos últimos 4.500 anos, desde 2.500 a.C., a data tradicionalmente aceita de sua construção pelo Faraó Quefren.
Apenas poucas vezes, alguns governantes benévolos se preocuparam em restaurá-la e retirar a areia de sua superfície. Uma dessas limpezas foi realizada por Napoleão, quando esteve no Egito, como é possível, então que o seu corpo apresente sinais de erosão devido a chuva, está mais do que comprovado que o clima do Egito, árido e pouco chuvoso não se modificou nos últimos 4.500 anos, os cientistas nos dizem que a mudança climática radical que aconteceu nessa região, no fim do pleistoceno, converteu-a aos poucos, no deserto que vemos agora. Isso quer dizer que a chuva que causou a erosão da esfinge só pode ter acontecido entre o ano 10.960 a.C. e o ano 5.000 a.C., quando a planície de Gizé converteu-se no areal que a sepultou até o pescoço e a protegeu do clima ao seu redor. Uma expedição da Universidade de Boston comprovou as marcas de erosão, confirmando que eram causadas pelas chuvas e determinou que as profundas marcas foram geradas durante milhares de anos.
Isso confirma a antiguidade da Esfinge e centra a atenção sobre a polêmica que existe entre os egiptólogos tradicionais, que não chegaram a um acordo sobre quando de fato confirmou essa civilização.
Pouquíssimos registros sobre governantes sobreviveram até hoje, e os existentes são aceitos apenas parcialmente. No Papiro de Turim e na Galeria dos Cartuchos, no Templo de Osíris, em Abidos, têm os nomes dos faraós aceitos atualmente, desde o primeiro faraó, o lendário Rei Menés, que aparece na Tabuleta de Narmia, a quem se atribui à unificação do Egito, por volta do ano 3.000 a.C., dando início a primeira dinastia da história oficialmente aceita. Acontece que estas listas, que o sacerdote Maneto escreveu no ano 300 a.C., em sua História da Civilização do Egito, começam, na realidade, muito antes no tempo, com outros governantes, que não foram aceitos, alegando-se que eram mitos, são o reinado de Shensuhor, seguidores de Hórus, os divinos ancestrais, seres iluminados que teriam governado o Egito durante 13.900 anos, depois o reinado dos Akku, os sábios, outros governantes excepcionais,cujo reinado, segundo essas listas, durou 11.000 mil anos, antes de começar o reinado dos faraós, que durou trinta dinastias.
Isso quer dizer, que a civilização existiu no Egito, ainda antes do dilúvio,durante o ciclo anterior a que chamamos Atlante, e que no Zep-Tepi, um novo ciclo recomeçou a partir dos conhecimentos herdados. Além disso, isso explica as incoerências da história oficial, que situa o início da civilização, por volta do ano 3.000 a.C., ninguém entende como as ciências, a arte, as técnicas de arquitetura, e a escrita de hieróglifos parecem nessa data totalmente desenvolvidas, com realizações iniciais nunca ultrapassados posteriormente.
Não se entende como o Complexo de Saqqara aparece, de repente, do nada, com ladrilhos cozidos, finíssimos acabamentos cerâmicos, harmoniosos detalhes arquitetônicos, colunas e pirâmides capazes de resistir durante milênios. É como se a nossa atual civilização, tivesse construído um ônibus espacial, sem ter desenvolvido nunca os aviões de lona, os DC-3, e os vôos geminis, que levaram o homem à lua.
É evidente que a civilização egípcia herdou conhecimentos do ciclo anterior, atlante, e que foi guiada em seus primórdios, por uma casta sacerdotal, de seres muito evoluídos espiritualmente, como afirmam as listas de governantes que chegaram até nós.
Isso confirma que a Esfinge foi talhada na pedra por sacerdotes da escola de mistérios do Olho de Hórus, logo depois do dilúvio, no período pré-dinástico do Egito. A esfinge é uma imensa escultura construída em uma só peça para resistir incólume a passagem dos séculos, sua forma simbólica foi cuidadosamente escolhida para tornar-se um relógio astronômico. Foi colocada de uma maneira precisa sobre um ponto diamagnético do planeta, indicando forças planetárias, no ponto onde, posteriormente, se construiu a grande pirâmide.
Seu olhar dirigido ao ponto preciso no horizonte onde surge o sol no dia do equinócio indica a importância da porta de Maat, a entrada ao Reino de Socar, o momento onde o dia e a noite tem a mesma duração.
Neste Universo de contrastes, somente através do equilíbrio entre a luz e a escuridão, ao comparar-se os extremos da dualidade, pode-se encontrar a Unidade. Consegue-se essa compreensão através da experimentação dos resultados das decisões tomadas ao longo de muitas reencarnações, encontrando o caminho do respeito e tolerância, que conduz à paz e à harmonia. Esta mensagem é transmitida em todos os templos da civilização egípcia, um caminho do aperfeiçoamento através da reencarnação para chegar à iluminação, era a sua crença fundamental. A esfinge confirma, também, a antiguidade da civilização egípcia, o momento do novo começo, do Zep-Tepi, há 12.900 anos, quando as estrelas da constelação de leão brilhavam sobre ela.
A esfinge marca a existência do ano cósmico, o ciclo mais importante para a humanidade, confirma que de fato, a civilização atlante existiu, representa a certeza de que existiu uma alta escola de sabedoria.

A Escola de Mistérios do Olho de Hórus

Esta história começa antes da destruição causada pelo dilúvio, quando ainda existia outra civilização na terra sobre o lugar que hoje, convertido em lenda, Chamamos de Atlântida.

Tinham uma sabedoria que era produto da evolução da consciência do homem por milhares de anos, eram verdades aprendidas sobre o funcionamento do Universo e do processo que chamamos vida.
O estudo das constelações lhes revelou que a humanidade era uma união vivente entre o céu e a terra, e que as estrelas e os sóis a influenciavam formando estações, ciclos e ritmos.
Sábios sacerdotes da escola de conhecimento de Naacal, na Atlântida,descobriram que o planeta estava nos momentos finais de um destes ciclos. Avisados, sem que lhes dessem ouvidos que uma catástrofe eminente destruiriam as estruturas que organizavam a vida do homem.
Sem o apoio da maioria da população, construíram alguns barcos fechados por todos os lados e os protegeram com campos eletromagnéticos de forças que podiam penetrar e dissolver a matéria.
Comandados pelo sumo Sacerdote Chiquitet Arelich Vomalites, subiram a bordo com suas famílias, alguns instrumentos e animais domésticos e se afastaram de Atlântida.
O planeta estremeceu, os céus derreteram e as águas arrasaram os continentes apagando quase todos os rastros de sua civilização.
Como evidência próxima ao Egito foram encontrados uns gigantescos monumentos de pedras chamados megalitos, que por seu tamanho, peso e difícil montagem revelam uma tecnologia desaparecida, certamente da civilização atlante.
A primeira evidência está em Baalbek, Líbano, lá se encontram os três maiores e mais pesados monumentos de pedra do mundo, chamados monólitos. Cada um pesa 1.200 toneladas, mede 25 metros de cumprimento, 8 metros de largura e 5 de altura.
O maior peso que podemos levantar com um guindaste é o ônibus espacial Discovery, que pesa somente 150 toneladas, 1/10 do peso dos monólitos. Não existe hoje tecnologia para levantá-las, e muito menos para posicioná-las com tanta precisão.
O lugar onde foram talhadas fica a três quilômetros, onde se encontra uma pedra do mesmo tamanho que nunca foi utilizada pelos construtores originais. Em virtude do seu tamanho, a misteriosa plataforma tornou-se um lugar sagrado para as culturas que depois do dilúvio se assentaram na região. Assírios, persas, gregos e por último os romanos, construíram seus principais templos sobre a plataforma.
A segunda evidência está em Jerusalém, a cidade é sagrada para três religiões, lá existem outros destes megalitos, monumentos gigantescos pesando, cada um, mais de 800 toneladas. Por seu enorme e inexplicável tamanho, também se converteram em lugares sagrados, em volta dos quais, cresceu Jerusalém. Fazem parte da enorme plataforma que sustentava o templo dos judeus e que hoje segura a mesquita de laksa e a cúpula da roca. As pedras fazem parte das fundações dos muros das lamentações, hoje se chega lá por um túnel que revelou as enormes pedras.
Os megalitos de Baalbek e de Jerusalém faziam parte de construções desaparecidas com o cataclismo universal e permaneceram em seu lugar, por serem tão imponentes. Este cataclismo destruiu a civilização atlante, isto aconteceu por volta do ano 10.900 a.C., quando o sistema solar transitava no signo de Leão, e está registrado nos livros sagrados de todas as culturas do mundo.
Quando se recuperou o equilíbrio, os sacerdotes sobreviventes ao cataclismo, desembarcaram dentro da superfície terrestre, num lugar onde sabiam que afluem as forças telúricas do planeta. Esperam utilizar essas forças para dar impulso ao pensamento do homem construindo maciças formas piramidais que ressoavam, concentravam e transformavam a vibração fundamental do planeta em energia.
Seres muito avançados espiritualmente, que tinham um conceito de progresso que não estava baseado em aquisições materiais, mas em encontrar a paz e a harmonia interior, transformando o limitado homem animal num super homem.
Estes sacerdotes num momento que chamaram de Zep-Tepi “o tempo novo” viram ressurgir das águas um oásis estreito e longo, uma terra fértil rodeada pelo deserto protetor, às margens de um longo rio, chamaram-no Egito.
A terra que emerge das águas, o país de um único rio o Nilo, com as melhores condições para gerar uma nova civilização.
Os sacerdotes viram o cataclismo como uma oportunidade de orientar a humanidade a um destino mais alto, e estruturar neste novo ciclo, uma sociedade dedicada ao aperfeiçoamento espiritual.
A esfinge demonstra os enormes ciclos de tempo que consideravam, sua forma de leão com cabeça de homem, ressalta do ciclo compreendido entre a era de leão e a de aquário, os tempos e influência da nova civilização. Viam a vida como um processo desenhado por Deus, no qual o homem reencarna sucessivamente para aperfeiçoar-se e ascender na hierarquia do Universo, o espírito do homem que não entende o Criador, nem a razão do Universo, ou de sua própria existência, se encarna num corpo para viver experiências que permitam adquirir sabedoria e compreensão.
O lugar em que reencarna e experimenta tudo tem dois extremos opostos, é o Universo polarizado e dual, que permite a comparação entre as partes para compreender qual é a verdadeira, aprende-se individualmente o resultado de cada decisão e comportamento da vida, o sofrimento permite entender a felicidade, e a angústia permite entender a paz. Ao longo de muitas vidas, comparando os dois extremos entende-se que a verdade está no centro, na neutralidade do amor, através da reencarnação o homem compreende a vida, se transforma num ser que respeita tudo o que existe, compreende que tudo tem a sua função, aceita que todas as circunstâncias, mesmo as mais difíceis são perfeitas, pois são lições para o aperfeiçoamento espiritual. Vida após vida, o homem vai subindo de nível, tem mais informação, permanece em paz e harmonia, maneja mais energia vital, se transforma num ser tolerante e respeitoso, e alcança mais poderes. Compreende que no universo dual, em circunstâncias contraditórias, a única coisa que não tem polaridade é o Amor, o Amor é neutro como Deus.
Com o zodíaco de Dendera, ensinaram que esse processo de aprendizagem concede a cada espírito um ciclo cósmico, doze eras zodiacais, que é um giro completo do sistema solar, recebendo a radiação de cada uma das doze constelações.
Durante esse 25.920 anos, reencarna 700 vezes em diferentes corpos, lugares, tempos, circunstâncias, condições e personalidades. Em cada vida aprende algo diferente, cada vez nasce influenciado de diferentes maneiras pelas forças que as estrelas irradiam, assim, todo o ser vivo cumpre um ciclo cósmico recebendo energia das doze constelações e influência dos céus, que marcam ritmos e produzem estados diferentes.
Conhecendo a relação deste processo de aprendizagem, das vidas do homem na terra, com o movimento do planeta e do sistema solar, regeram os seus planos pelas estrelas. Estruturaram um método para revelar informações sobre Deus, o Universo e o processo de aperfeiçoamento durante milhares de anos, uma forma de mostrar ao homem o que é a vida, e para que existe.
Estabeleceram fases para revelar informações sobre Deus ao seu povo, etapas que mudariam com as eras zodiacais, na abobada celeste, épocas dedicadas a estudar como Deus criou o Universo e depois a consciência do homem.

Cada fase da revelação foi dirigida por um centro religioso construído ao longo da coluna vertebral do Egito, o Nilo. Atuaram como os chakras, os centros de transformação e distribuição de energia e informação ao corpo do país.
Desenvolveram em quatro épocas, quatro centros religiosos, cada um deles dedicado a explicar e conseguir a compreensão do povo sobre uma fase do gênesis, cada um deles dedicado a um momento distinto do único Deus, com nomes e formas simbólicas diferentes.
O primeiro centro religiosoestabeleceu-se em Annu, chamada Heliópolis pelos gregos, ao começar a era de gêmeos, no ano de 6620 a.C., na época pré-dinástica do Egito, uma época dedicada à simetria na arte e na arquitetura, foi dedicada a revelar informações sobre as características, qualidades e significados de um Deus Absoluto, o único Deus, acausa original, o todo, que chamaram Atum-Rá,a unidade homogênea, estática, antes de manifestar o Universo.
O segundo temploestabeleceu-se em Menphis, ao começar a era de touro, ano 4460 a.C., foi dedicado a revelar informações de outro momento de Deus, quando manifesta o Universo, os planetas e os homens, quando ativa a sua vontade, a sua energia Divina e cria a matéria. Esta característica criadora de Deus chamaram de Ta. Durante essa época, sente-se a influência Mentu, o touro que representa a era de touro, em todo o Egito, até nos nomes dos faraós.
O terceiro centro religioso, foi criado em Hermópolis, dedicado a Thoth, assim chamaram o único Deus, quando multiplica a criação sobre a terra, com a diversidade da natureza, das plantas e dos animais.
O quarto centro religioso estabeleceu-se em Tebas, com a chegada da era de Áries, o Ram, no ano de 2.300 anos a.C. Foi dedicado a revelar informações sobre as características qualidades e significados de Deus, quando cria a sua imagem e semelhança a consciência do homem, chamaram-no Amon-Ra. Nesta época, acontece o momento culminante da civilização, constroem-se centenas templos onde a imagem de carneiros predomina, e os faraós incorporam Amon e Ram aos seus nomes.
As mudanças de era ou constelação zodiacal determinaram a duração de cada fase da revelação, o povo entendeu, aos poucos, que existe um só Deus, que por suas características e momentos diferentes em que cria o Universo e o homem, tem nomes diferentes.
Criaram uma escola de mistérios para transmitir o seu conhecimento, garantindo os sacerdotes sucessores de sua casta para continuar o processo de revelação. Desenvolveram-se ao redor dos templos e centros religiosos. Em seu interior, se dedicaram em converter os iniciados em seres respeitosos, capazes de guiar seu povo, e manejar as forças fundamentais da natureza.
Escolheram seus discípulos entre todos os meninos do Egito, pelo nível de consciência e de sensibilidade que demonstravam, dando-lhes a possibilidade de dedicar-se a uma vida de sacerdócio, deram-lhes informações sobre o processo de aperfeiçoamento, sobre Deus e o Universo, através da reencarnação, ensinaram-lhes ciência, artes, religião e filosofia, foram treinados a exercitar seu auto-controle, aprenderam a conservar a sua energia vital, a compreender a importância do respeito e do livre arbítrio, acelerando o seu processo evolutivo. Foram convertidos em sucessores de sua casta, sacerdotes com o conhecimento e o poder que este produz com a missão de guiar o povo no caminho de aperfeiçoamento geral.
Foram encontradas estátuas de sacerdotes, uns saindo de um cubo, outros representados como escribas, seres com o conhecimento. Alguns poucos tiveram adicionado aos seus nomes a palavra hotep, que significa sábio, com In Hotep ou Amen Hotep, filho de Hapu, como reconhecimento de sua sabedoria.Foi dos templos onde concentraram conhecimento, o poder, a riqueza material e espiritual que impulsionaram a organização da civilização egípcia.
Utilizaram o Olho de Hórus, como símbolo dessa organização fechada de sacerdotes que dirigiram o destino do Egito, nas sombras, atrás dos faraós. A escola de mistérios utilizou o olho de Hórus como seu símbolo, uma assinatura que aparece nos muros de todos os templos do Egito, um símbolo que traz à mente e evoca o seu significado, sua ação principal, e transmite uma idéia de uma maneira muito simples, além das palavras.
Seu significado pode ser entendido milhares de anos depois de ter sido desenhado, os olhos são o sentido do sol, a origem da vida, atuam percebendo a sua luz e a vibração da cor, transmitem à mente a intensidade e a força do fogo, os olhos são os terminais nervosos que percebem a vontade divina, a intensidade da luz, a força de Deus, que os egípcios chamavam de Phi, a força que condensa o espírito na matéria, dando lugar ao Universo, que é o lugar de experimentação da consciência, são os únicos nervos na superfície do corpo e que podemos observar em seu funcionamento vital, florescem dentro de umas esferas cheias de um líquido branco cristalino.
Os olhos simbolizam a dualidade o olho esquerdo é solar, sensível ao negativo, o olho direito é lunar, sensível ao positivo e afirmativo, cruzam a sua informação para produzir a imagem mental correta do espaço, simbolizam a experimentação da consciência num universo de contrastes, para encontrar a verdade por comparação entre as partes opostas, reagem à luz ativa do sol produzindo na mente a verdadeira luz, a energia vital luminosa, uma luz invisível que torna possível à inteligência a compreensão da realidade.
Os pássaros evocam a ação de voar, a liberdade sem limitações materiais, o Falcão, é o pássaro que vê melhor, Hórus, o Falcão, representa o espírito quando completa sua aprendizagem na vida mortal de limitada, quando entende as verdades do Universo, porque as verificou em muitas vidas e se eleva sobre as limitações materiais, sobre o tempo e o espaço.
O olho de Hórus é a consciência imortal que tudo sabe, tudo vê, pode voar muito alto, sobre tudo o que existe ou fixar a atenção em qualquer detalhe.
Evidentemente, os sábios sacerdotes se viam como observadores e guias de um movimento de aperfeiçoamento em direção a luz, por isso o seu símbolo era o Olho de Hórus, o olho que tudo vê.
A começar pelos templos, os sacerdotes do Olho de Hórus guiaram em paz e harmonia o aperfeiçoamento do povo, revelando informações sobre Deus, o Universo, e o processo que sofre a consciência do homem.
Protegido por muros altíssimos, cada templo era um enorme complexo, onde moravam milhares de pessoas, homens e mulheres igualmente, porque não havia distinção de sexo.
Dedicavam, pelo menos, 21 anos de suas vidas recebendo informação e treinamento, para se converterem em sacerdotes ou sacerdotisas.
O processo de aprendizagem era realizado em vários templos, onde permaneciam por longos períodos enquanto recebiam as informações necessárias, havia treinamento correspondente a esse, e provas de autocontrole para alcançar outro nível, em outros templos sobre o Nilo.
Cada templo era uma biblioteca viva com informação especializada, cada um continha uma informação diferente sobre o Universo, ou a razão da existência. Cada templo continha em seu interior tema sagrado distinto, com informações que dão sentido a tudo que existe.
O nível básico se realizava durante os primeiros sete anos, quando recebiam informações gerais sobre o Universo, e treinamentos para manipular os centros energéticos mais baixos do corpo.
Havia templos como o de Kom Ombo, dedicados a entender a necessidade do Universo dual e polarizado, para permitir à mente comparar entre extremos opostos e assim compreender a Verdade. Em seu interior aprenderam a controlar o medo da perda, a entender que se possui em cada vida, o necessário para adquirir as experiências de aprendizagem, tinha instalações que despertavam o medo da morte, para aprender a controlá-lo e entender que a morte é apenas um passo para outra experiência. Em túneis com água e crocodilos, grandes alturas, lugares fechados com serpentes, os iniciados provavam a sua determinação. Lá receberam a informação para superar o medo ao abandono, os instintos de agressão e defesa, a entender a existência de programas mentais inconscientes que geram reações automáticas, para poder controlá-las.
No templo de Luxor (Templo do Corpo), em Tebas, transmitiram os conhecimentos que tinham sobre o funcionamento do corpo e o treinamento para que a consciência se identificasse com ele.O templo inteiro era como um organismo humano, cada salão representando um órgão, com informações nos muros sobre sua função principal, sobre o benefício que o organismo inteiro tinha ao realizá-la e a sua relação com os outros órgãos. Em seu interior, realizavam exercícios de concentração e de movimento levando a sua mente a cada órgão, até que o corpo inteiro estivesse consciente e os manipulasse a vontade, como um excelente instrumento.
Vários templos, com sacerdotisas de Nephtys e Ísis se dedicavam a transmitir informações e treinamento sobre as percepções físicas, as emoções e desejos carnais, sobre a diferença das emoções superiores da intuição e da inspiração. Aprenderam a transmutar as paixões e as sensações do corpo com o poder do espírito, a elevar a consciência e sua depuração vital a solicitar a canalização de energia e inspiração de espíritos mais evoluídos, para despertar a criatividade.
Muitos templos, como o de Hathor, em Denderah, estavam dedicados à ciência, à astronomia, à astrologia e matemática. Em seus terraços, se dedicavam a registrar os céus, a entender as diversas energias que cada constelação emite e os efeitos que produzem, seguiam dia-a-dia, os desígnios das estrelas, controlando a duração do ano solar, a data exata da enchente do Nilo, o momento em que a terra mudou da era de touro para a era de áries, e os lugares que afetam o processo de evolução.
Depois de receberem informações dirigidas à razão, e treinamento para controlar sensações, emoções e pensamentos, dedicavam outros sete anos, ao lado direito do cérebro, a inteligência do coração, a encontrar a diferença entre pensar e meditar.
O templo de Karnak, o maior do Egito, estava dedicado à consciência, a analisar as forças que a moldam, a entender o processo de evolução e a acelerá-lo, utilizando conceitos, palavras, sensações, pontos exatos ou movimentos.
Aprenderam a concentrar-se em si mesmos, a diferenciar entre o Eu Superior e o ego, a identificar-se com um ser ou objeto externo, até sentir e transformar-se no que se pensa.
Realizavam exercícios de telepatia em lugares próximos, depois à distância, no momento determinado do dia até aprenderem a comunicar-se mentalmente a qualquer hora. Recebiam informações sobre o tempo e treinamento para vivê-lo como um eterno presente. Entendiam que pensar é comparar para conhecer, e que quando se sabe tudo, não se pensa e nem se compara. Aprendiam a mudar de estado ou de nível vibratório, a manejar as circunstâncias externas, conseguindo o equilíbrio emocional como uma decisão mental interna.
Cada templo continha três níveis de informações, era uma maneira de revelar informações simultaneamente a homens em diferentes níveis ou estágios evolutivos. O primeiro nível transmitia informações básicas dirigidas ao povo, cada templo contava uma história simples repleta de símbolos e personagens fantásticos, um drama sagrado facilmente compreensível, as idéias eram expressadas como mitos, em forma de história.
O mito, a história fantástica, foi utilizado, como método, para revelar ao homem um mundo que ele só entende imperfeitamente, os mitos ganham vida quando se acredita neles. Inventavam personagens com características simbólicas, com formas que traz a mente sua função e atividade principal, que participavam de histórias simples e parábolas, que contam verdades sobre a natureza humana sem a aridez e a abstração da filosofia ou da metafísica.
O povo recebeu informações sobre cada tema sagrado, ao conhecer a história central de cada templo, ao conhecer as fraquezas e forças de cada personagem, as circunstâncias que atravessam e a maneira como as resolvem. Utilizavam um segundo nível de informações dirigidos aos discípulos, seres com o nível espiritual mais elevado, aos quais se explicavam diretamente o mesmo tema sagrado, de uma maneira mais concreta e profunda.
Utilizavam as cenas descritivas do mito, talhadas nos muros dos templos, explicavam cada personagem, o que simboliza no Universo, a parte do processo de aperfeiçoamento que representava, o porque da sua forma, comportamento e sua função principal.
A sabedoria dos sacerdotes do Olho de Hórus fica evidente na história contada por cada templo e nas formas que utilizavam como símbolos, só ao olhá-los vem à mente a ação vital que representam, ou a qualidade que se ganha ao realizá-la, ao representar homens com cabeça de animal como símbolo, os transforma em idéias que evocam a característica vital do animal, trazem à mente a função do animal no Universo. Um homem, com cabeça de chacal adquire as suas características, seu instinto de orientação no deserto, seguindo as suas pegadas, chega-se sempre a terras cultivadas é, portanto, um excelente guia.
Cada símbolo evoca uma simbologia, a forma simples de um pássaro evoca na mente o vôo, a liberdade; um disco solar sobre a cabeça de um homem, fala da sua iluminação, da sabedoria que irradia, da informação que tem, do nível da sua consciência.
Estudaram, detidamente, os animais e insetos, assim reuniram um profundo conhecimento sobre a sua vida, sua atividade principal, suas necessidades vitais, os hábitos que desenvolviam para supri-las, sua dieta alimentar, a duração de sua gestação, seus hábitos sexuais, e o sentido principal da sua existência. Escolheram os animais mais idôneos para representar uma ação vital e o que acontece no universo quando se executa, o processo da lagarta que se arrasta e tece, para depois se transformar em borboleta.
De todos os pássaros, o falcão é o que vê melhor, tem um cérebro ótimo, com a vista mais perfeita e desenvolvida, por isso é escolhido como símbolo para representar essa função vital, o sentido da visão, uma figura humana com cabeça de falcão é um ser que tudo vê, que domina o panorama, vendo perfeitamente cada um dos detalhes em que foca a sua atenção.
As figuras chamadas Deuses ou Neters pelos egiptólogos, que acreditam que o Egito era politeísta e que adorava os animais, representam apenas uma ação vital, um comportamento que transforma e aperfeiçoa.
Cada ação importante da vida tem um símbolo que a representa, comunica a transformação que acontece na essência do indivíduo que a executa, o que obtém dela, um par de braços levantados, indica adoração, um par de pernas, a ação de andar, uma boca a ação de falar.
E por último, um terceiro nível de informação, cada templo guardou um código secreto embebido no próprio símbolo, era conhecido apenas pelos altos sacerdotes e mestres, com informações sobre forças e energias fundamentais, como controlá-las e utilizá-las para prestar serviço ao seu povo.
Em templos como o de Hórus, em Edfu, o sumo sacerdote levou seus discípulos mais evoluídos a deslocar sua consciência no tempo, abrindo o inconsciente para reviver e compreender as vidas passadas, em seu processo de reencarnação.
O sumo sacerdote foi sempre um ser muito adiantado no caminho espiritual, ele não se identificava com o corpo, conhecia perfeitamente o seu funcionamento e que energias utilizar para equilibrá-lo, e controlava, do centro nervoso no alto da cabeça, o mais alto nível de energia vital, permanecia no eterno presente irradiando amor, guiando e servindo com seu divino poder.
A matéria apenas recebe, se contrai, dar é irradiar, esta é uma característica vibratória do espírito, os seres de cada nível recebem e transmitem aos níveis inferiores.
Em seus salões, entenderam que a realidade se compõe de sete níveis de energia vibratória, sete correntes energéticas com sete diferentes níveis de poder ou força. Como corpo tem sete chakras ou centros de transformação da energia fundamental do Universo, cada ser humano, em sua vida presente, utiliza um desses sete centros, dentro de nível de evolução de sua consciência.
Quanto maior compreensão do Universo, mais respeito, mais alto o chakra, o centro nervoso utilizado para transformar a energia, maior quantidade de energia processa diariamente, mais poderes transcendentais tem.
O sumo sacerdote podia controlar forças fundamentais pelo altíssimo nível de energia vital em que permanecia o seu organismo, o seu sistema nervoso tinha uma resistência correspondente a esse nível de energia.
Assim, em todos os templos do Egito, os iniciados receberam informação e treinamento, aumentaram paulatinamente seu nível de energia vital e, de maneira correspondente, o nível de resistência dos nervos de seu corpo.
Aprenderam a manter-se em paz, harmonia, a respeitar tudo que existe, aceitar a perfeição do Universo, para conservar seus níveis de energia vital, no caminho do aperfeiçoamento que leva a onipotência, controle de forças e energia superiores.
Um intenso preparo físico, mental e espiritual que terminava com o momento de experimentar o tudo e o nada, o manifesto e o não manifesto, e receber, numa pirâmide, uma poderosa energia que permite vislumbrar o sétimo nível de consciência.
Durante a Era de Touro, se dedicaram a experimentar uma forma piramidal de tecnologia ressonante, que transformava as vibrações do planeta em energia, um conhecimento herdado a ser colocado em prática.
Colocaram maciças formas piramidais, de milhões de toneladas, em pontos nevrálgicos sobre a malha eletromagnética do planeta, massa piramidal que continha milhões de partículas de quartzo, vibrava com a terra, produzindo energia pela fricção de suas moléculas, num fenômeno que hoje chamamos de peso elétrico.
Construíram muitas pirâmides, até chegar ao modelo perfeito da pirâmide de Queóps, seus corredores, galerias e câmaras, transformaram essa energia em som, fazendo vibrar em níveis cada vez mais alto, aquele que fora preparado física, mental e espiritualmente. Esta força impulsionava a mente do homem a perceber outras dimensões, chegando a outros estados especiais de consciência, com esta ajuda externa, os iniciados vislumbravam o sétimo nível de consciência, retornavam relembrando o êxtase obtido, as verdades verificadas para transmiti-las a seus companheiros com palavras e ações.
Em suas meditações posteriores, obtinham novamente esse estado de unidade sem movimento até que se consolide definitivamente e eles fiquem de maneira permanente no estado de Deus-Homem, sempre irradiando a energia positiva de amor.
O conhecimento sobre as formas puras do Universo, os blocos básicos com que se organiza a energia e a matéria, foram fundamentais para o desenvolvimento da civilização egípcia, hoje chamamos essas formas puras de sólidos platônicos, cinco polígonos com seus lados e ângulos iguais, baseados em triângulos equiláteros, a forma divina, sem tensões.
Utilizando essas formas, puderam produzir efeitos de ressonância e concentração energética, para elevar a percepção da consciência, para conseguir efeitos de supercondutividade, com os quais se anula a força da gravidade.
Hoje se descobriu que o planeta tem pontos nevrálgicos chamados nódulos diamagnéticos, onde se podem controlar a força de gravidade do planeta e produzir fenômenos de supercondutividade.
A supercondutividade permite amplificar ou diminuir a força da gravidade. Ao aumentar o peso das pedras, se enterrava conhecimento sem que fosse necessário escavar, ao diminuí-lo, tornaram as pedras leves, para empurrá-las e movê-las facilmente desde pedreiras longínquas.
Na ilha de Serrel foram encontrados hieróglifos com fórmulas e ingredientes para produzir uma espécie de concreto que parece rocha, cientistas franceses os decifraram parcialmente, e suas experiências confirmam que se trata de polímeros, que ao solidificar-se produzem uma espécie de pedra. Isso explica a facilidade para fazer juntas tão exatas entre as pedras dos seus templos, conseguindo usar os blocos já fundidos como formas para os novos.
Mas o mais importante foi a sua visão de que a vida é um processo desenhado por Deus para ampliar a consciência do homem, que o espírito do homem encarna repetidamente num corpo para compreender a harmonia, pelos resultados de suas decisões.
Ao viver muitas vidas com experiências opostas, de angústia e de paz, e depressão e de felicidade, de riqueza e de pobreza, de saúde e de doença, compreende a razão da sua existência, e acaba com as limitações materiais, transformando-se num super-homem imortal, um ser que não perde na morte a consciência, ou a informação acumulada, um espírito sábio ao final de um processo, que sobe outro degrau na perfeição do Universo.
O homem reencarna muitas vezes, no princípio, a sua animalidade é dominante, a intolerância e a agressão determinam uma vida de sofrimento, aos poucos se enche de dores, e ao tentar remediá-las, deixa de atacar, encontra a paz e com ela altos níveis de energia vital.
Com a informação do processo de aperfeiçoamento e das leis que o regulam, os egípcios melhoraram de vida, aceitaram os momentos difíceis como parte do seu caminho de aprendizado, permanecendo em paz em harmonia.
Os templos revelaram como os homens, em um mundo de dor, podiam transformar-se em seres sem limitações físicas, com conhecimentos para transmutar a matéria, locomover-se livremente no tempo e no espaço.
Entre as contradições de cada vida se aprende algo, e se renasce um pouco mais sábio. Na polaridade entre a luz e a escuridão, entre o medo e o amor, se aprende a encontrar a paz e a harmonia, a manter a energia vital.
Ao sentir na pele a angústia que produz a ira, o ódio, o rancor, ou a vingança, se compreende o valor da harmonia. Ao compreender que cada decisão produz paz ou sofrimento, pode-se passar do inferno da vida, ao céu da mesma.
O povo entendeu que todas as ações da vida diária, pescar, semear, colher, são uma maneira de aproximar-se de Deus, de se aperfeiçoar a cada dia. Construíram uma comunidade em paz e uma tal felicidade, que quando o historiador grego Heródoto visitou o Egito no ano 500 a.C., não pode deixar de afirmar “de todas as nações da Terra, os egípcios são os mais felizes, sãos e religiosos”.
Apesar disso, não tinha uma palavra em sua língua significasse religião, não viam diferença entre o sacro e o mundano, viam-se como os encarregados de compreender que Deus, o Universo, e o Homem, formam uma unidade manifesta pelo amor.
Nestes programas do “Olho de Hórus”, veremos a mensagem que os egípcios transmitiram em seus templos, que todos os homens avançam por um caminho de aperfeiçoamento que leva muitas vidas, alguns estão mais evoluídos que os outros, mas todos chegarão à imortalidade, e à consciência permanente, somente aprendendo a ser flexíveis, a aceitar as circunstâncias, e a respeitar todos os seres que nos rodeiam.
O caminho pode ser de sofrimento, ou de paz e harmonia, depende da valorização do que se tem, e de agradecer a oportunidade de estarmos vivos, para tomar consciência do que fomos criados por amor.

15 de fevereiro de 2011

O POVO AZUL FALA SOBRE A ACELERAÇÃO DO TEMPO



Mensagem recebida dia 15 de fevereiro de 2011. ás 2.43 hrs
Queridos.

É perceptível e claro como estão sentindo a aceleração do tempo ai na Terra.
Isso é plausível já que estão adentrando para um novo modelo de vida. Uma nova forma de viver as suas vidas e lidar com os vossos egos inferiores.
Sabem quanto isso é necessário para atravessar de uma vez por todas as linhas invisíveis do esclarecimento mutuo.
Não há alternativa a não ser a do esclarecimento rápido e preciso.
Dizemos isso com foco direto sobre a lei das causas e efeitos.
Há uma legião aqui em trabalho de esclarecimento. Ainda muito dificultoso sim, devido as grossas cascas que ainda protegem as suas consciências.
Mas não há como impedir a força da luz e da verdade. Em breve ela chegará arrebatadora para trazer a mansa luz para as vossas mentes ainda obscurecidas pelo medo e pela mentira.
O mundo físico é um mundo repleto de ilusões e o medo é a maior de todas as ilusões.
Se até mesmo a morte que é a mãe de todos medos não existe, por qual motivo então teriam de dar tanto valor aos outros pequenos infortúnios terrenos?
Todos eles são meros tentáculos do medo original, o medo da morte.
Não tenham medo da morte. Pois só a vida é que existe.
Parem e vejam como não há motivos reais para temerem, somente para amarem.
O tempo acelerará para terem a possibilidade de avançar a patamares evolutivos superiores que já estão se posicionando diante de vocês.
A aceleração do tempo vem de encontro com a aceleração dos processos de causa e efeito. A grande Lei do Carma. A lei que limpa, que regenera, que esclarece e eleva.
O que fizerem a partir de hoje terá seus efeitos praticamente imediatos. Verão isso com seus próprios olhos. Em tempos passados, para se observar uma reação de uma ação ou uma escolha era preciso esperar semanas ou até meses. Ás vezes uma vida inteira. Tudo muito lento.
Daqui em diante as reações serão imediatas, demorarão apenas alguns minutos.
Por isso não haverá mais espaço para as mentiras, as enganações, as auto corrupções e as omissões. Fontes de sofrimento e escuridão.
Sabem que do estamos falando, não é?
De despertar de consciência. De lucidez.
Se quiserem ir adiante terão de conhecer e compartilhar a lei da ética consigo mesmos, pois ética significa amor.
Em momento de esclarecimento e gratidão.

O Povo Azul. ( Canalizado por C.Torres)

O MOTIVO PRINCIPAL DA ACELERAÇÃO DO TEMPO.

Já sabemos que a acelaração do tempo está presente. O dia de 24 horas hoje corresponde a 21.45 hrs. E isso vai se intensificar ainda mais. Sabem qual será o sintoma principal dessa acelaração? O motivo? Acelerar os processos de causa e efeito. Se fez aqui terá de resolver aqui. Se antes demorava semanas ou meses para se ter uma reação... perante uma ação ou uma escolha, demorará minutos. Não haverá espaço para mentiras e enganações.

É a grande faxina que virá para instituir um novo planeta de regeneração.

14 de fevereiro de 2011

Os Animais de Poder




Segundo registros, existem rituais onde os homens e animais se faziam presentes. Hoje os encontramos em nosso dia a dia na astrologia, na alquimia, nas cartas de tarô entre outros. Existem algumas maneiras de se descobrir o animal que está presente em nosso interior, seja através de ritual, concentração ou mesmo da intuição. Conhecido como Animal de Poder, Espírito Protetor, Totem ou Animal Guardião, estão mais próximos da Fonte Divina. Quando tomamos a consciência de sua existência, fortificamos os poderes que estão escondidos em nosso interior, pois há um aumento de nossa resistência a doenças e de nossa auto-confiança. Cada animal traz uma essência espiritual e, através dela, cada um com seu próprio modo ou estilo de vida, com sua própria medicina, nos leva a crescer e transmite-nos a sua sabedoria. Os animais estão mais próximos do que nós da Fonte Divina por serem míticos, oníricos. Ao compartilharmos de sua consciência animal transcendemos o tempo e o espaço, as leis de causa e efeito. A relação entre homem e animal é puramente espiritual, pois nosso instinto animal é mais forte e menos racional por serem manifestações dos poderes arquétipos do ser humano. Fortificam o vigor físico e mental, aumentando a disposição e o conhecimento, auxiliando ainda no diagnóstico de doenças e na realização de desafios.
Existem rituais, auxiliados pelo tambor que auxiliam na conecção com o animal, onde também são realizadas as Danças do Animal, que é uma forma de invocação. Cada animal possui uma essência, e assim cada um possui sua própria medicina e sabedoria. Relaciono abaixo alguns dos animais (incluindo os místicos) com seus significados:
Águia - Iluminação, a visão interior, invocada para poderes xamânicos, coragem, elevação do espírito a grandes alturas;

Aranha - Criatividade, a teia da vida, manifestação da magia de tecer nossos sonhos;

Abelha - Comunicação, trabalho árduo com harmonia, néctar da vida, organização.

Alce - Resistência, auto-confiança, competição, abundância, responsabilidade.

Antílope - Cautela, silêncio, consciência mística através da meditação, calma, ação.

Baleia - Registros da Mãe Terra, sons que equilibram o corpo emocional, origens;

Beija-flor - Mensageiro da cura, amor romântico, claridade, graça, sorte, suavidade;

Borboleta - Auto-transformação, clareza mental, novas etapas, liberdade;

Búfalo - Sabedoria ancestral, esperança, espiritualidade, preces, paz, tolerância;

Cabra/cabrito - Determinação para ir ao topo, nutrição, brincadeiras.

Camelo - Conservação, resistência, tolerância.

Canguru - Proteção maternal, coragem para seguir em frente nas fraquezas.

Castor - Novos canais de pensamentos, construção, segurança, conforto, paciência.

Cisne - Graça, fidelidade, ritmo do Universos, ver o futuro, poderes intuitivos, fé.

Coiote - Malicia, artifício, criança interior, adaptabilidade, confiança, humor.

Coelho - Fertilidade, medo, abundância, crescimento, agilidade, prosperidade.

Condor - Idem a águia, é um dos filhos do Sol no Peru, representa o Mundo Superior.

Coruja - Habilidades ocultas, ver na escuridão, a vigília, a sombra, sabedoria antiga.

Corvo - Guardião da magia, mistério, predições, mensageiro, dualidade, assistência.

Cavalo - Poder interior, liberdade de espírito, viagem xamânica, força ,clarividência;

Cachorro - Lealdade, habilidade para amar incondicionalmente, estar a serviço;

Cobra - Transmutação, cura, regeneração, sabedoria, psiquismo, sensualidade;

Coiote - Malícia, artifício, criança interior, adaptabilidade, confiança, humor.;

Coruja - Habilidades ocultas, ver na escuridão, a vigília, a sombra, sabedoria antiga;

Doninha - Poderes ocultos, vivencia, poder de esconder, observações, segredos.

Elefante - Longevidade, inteligência, memória ancestral, ancestrais enterrados.

Esquilo - Divertimento, planos futuros, reunião, observar o óbvio.

Esturjão - Determinação, sexualidade, consistência, profundidade, ensinamento.

Falcão - Precisão, mensageiro, olhar a volta, abertura a distância, oportunidades.

Formiga - Comunidade perfeita, paciência, trabalho duro, força, resistência, agressividade.

Gaivota - Voar através da vida com calma e esforço para alcançar objetivos.

Gambá - Campo de proteção, reputação, repelir quem não o respeita, respeito.

Gato - mistérios, poderes mágicos, sensualidade, independência, visões místicas, limpeza.

Galo - Sexualidade, fertilidade, oferendas, cerimônias, altivez.

Girafa - Calma, inspiração para se atingir grandes alturas, suavidade, doçura.

Golfinho - Pureza, iluminação do ser, sabedoria, paz, amor, harmonia, comunicação.

Gorila - Sabedoria, inteligência, adaptabilidade, guardião da terra, habilidade.

Guaxinim - Bom humor, limpeza, sobrevivência, tenacidade, inteligência, folia.

Hipopótamo - Desenvolvimento psíquico, intuição, ligação água-terra, aterramento.

Jacaré - Instinto de sobrevivência, o inconsciente profundo, o caos que precede a criação.

Jaguar - A busca em águas da consciência, mensageiro, interação mente e alma.

Javali - Comunicação entre pares, expressividade, inteligência.

Lagarto - Otimismo, adaptabilidade, regeneração, sonhos, renovação, transformação.

Leão - Poder, força, majestade, prosperidade, nobreza, coragem, saúde, liderança, segurança, auto-confiança.

Leopardo - Conhecimento do subconsciente, compreender aspectos sombrios, rapidez.

Lince - Segredos, conhecimento oculto, tradição, ouvir para o crescimento.

Libélula - Ilusão, ventos da mudança, comunicação com o mundo elemental.

Lobo - Amor, relacionamentos saldáveis, fidelidade, generosidade, ensinamento.

Macaco - Inteligência, bom humor, alegria, agilidade, perícia, irreverência, amizade.

Minhoca - Regeneração, resistência, auto-cura, transformação.

Morcego - Renascimento, iniciação, reencarnação, habilidades mágicas.

Onça - Espreita, proteção de espaço, silencio, observação. Precisão.

Pantera - Mistério, sensualidade, sexualidade, beleza, sedução, força, flexibilidade.

Pato - Desenvolvimento de energia maternal, fidelidade, nutrição energética.

Peru - Dar e receber, transcendência, dádivas, celebração.

Porco-Espinho - Fé, confiança, inocência, inspiração para realizações, dentro da essência.

Puma - Força, mistério, silêncio, sobrevivência, velocidade, graça, liderança, coragem.

Pica-Pau - Regeneração, limpeza, comunicação, proteção, unido aos Espíritos do trovão.

Pingüim - Viver em comunidade, fidelidade, lealdade nos romances.

Pombo - No cristianismo simboliza o Espírito Santo, paz, comunicação, mensagem.

Raposa - Habilidade, esperteza, camuflagem, observação, integração, astúcia.

Rato - versatilidade, alerta, introspecção, percepção, satisfação, aceitação.

Salmão - Força, perseverança, nadar contra a maré, determinação, coragem.

Sapo - Evolução, limpeza, transformação, mistérios, humor, ligado a chuva.

Tartaruga - Estabilidade, organização, longevidade, paciência, resistência, proteção, experiência, sabedoria, Mãe-Terra.

Tatu - Limites, doas dá a armadura, limites emocionais, protege a saúde.

Texugo - Agressividade, coragem, formar, alianças, persistência, agir em crise.

Tigre - Aproximação lenta, preparação cuidadosa, aproveitar oportunidades.

Touro - fertilidade, sexualidade, poder, liderança, proteção, potencia.

Urso - Introspecção, intuição, cura, consciência, ensinamentos, curiosidade.

Vaga-Lume - Iluminação, entendimento, força de vida, luz e escuridão, maravilhas.

Veado - Delicadeza, sensitividade, graça, alerta, adaptabilidade, coração/espírito, gentileza.

Animais Místicos
Cavalo Alado - Elevação, transmutação, beleza, viagem astral,aventuras, mistério, fascínio.

Centauro - Instinto animal, ligação homem-animal, anarquia, sexualidade, fertilidade, cura.

Dragão - Potência e força viril, proteção Kundalini, calor, mensageiro da felicidade, senhor da chuva, fecundação, força vital.

Elefante Branco - Força, bondade, escolha de caminhos, ligações extraterrestres, mistério.

Fênix - Renascimento, fascínio, animal do Sol, imortalidade da alma, elevação, purificação.

Sátiro - Libertinagem, divertimento, impulso sexual, instintos, fantasias sexuais.

Unicórnio - Rapidez, mansidão, pureza, salvação, espiritualidade, inofensivo.

Maytrea o Messias da Era de Ouro.

Quem é o Novo messias?

Maitreya, o Mestre Ascenso cujo nome significa "bondade", está cumprindo seu juramento de tutorar na Terra as almas que desejam trilhar o caminho do Bodhisattva. Ele, que vestiu o manto do Senhor Divino na Escola de Mistérios da Lemúria (Éden), veio em resposta ao chamado da Mãe Divina para salvar os Portadores de Luz.
Maitreya foi o segundo discípulo (após Gautama) a responder à chama de Sanat Kumara na Terra. Em 1º de janeiro de 1956, numa cerimônia realizada no Retiro de Royal Teton, Gautama sucedeu a Sanat Kumara no cargo de Senhor do Mundo e Maitreya sucedeu a Gautama nos cargos de Cristo Cósmico e Buda Planetário, passando o manto de Instrutor do Mundo aos candidatos a este cargo, Jesus Cristo e Kuthumi.
A Mestra Ascensa Pórcia definiu o cargo de Cristo Cósmico como sendo a incorporação do momentum conjunto da consciência crística de cada alma individual em evolução na Matéria, e o próprio Senhor Maitreya deu ao mundo uma explicação a esse respeito em seu ditado de 14 de novembro de 1973:
"Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo. E quando vós manifestais o Espírito Santo, eu então apareço como a Noiva Vestida de Branco. E vedes assim que a mestria da consciência do Cristo Cósmico é a realização da mestria dos quatro pontos da Cidade Quadrangular e os quatro lados dos quatro corpos inferiores. Portanto, a marca da consciência do Cristo Cósmico e daquele que atinge esse patamar é tornar-se o tudo em todos".
Seu nome significa Compaixão, e como Instrutor do Mundo completou as grandes religiões.
Ele encarnou na Índia como Krishna para promover a religião Hindu e mais tarde Ele foi o Pai que instruía e agia através de Nazareno. (Jesus)
Maitreya, nesta Nova Era, vestiu o Manto de Cristo Cósmico, que pertenceu a Jesus na Era de Peixes, Jesus, que padeceu e morreu na cruz, completando assim a religião Cristã.
Ele tem sido esperado há gerações por todas as principais religiões. Os cristãos conhecem-no como o Cristo e estão na expectativa de Seu iminente retorno. Os judeus esperam-no como o Messias; hindus aguardam a chegada de Krishna; budistas esperam Buddha Maitreya e os muçulmanos esperam-no como Iman Mahdi ou o Messias. Os nomes podem diferir, mas existe a crença de que todos esses nomes se referem a mesma pessoa - O Professor do Mundo- cujo nome é Maitreya.
Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião.
Nestes tempos de grandes crises políticas, econômicas e sociais, Maitreya inspirará a humanidade para que esta se sinta como uma família e criará uma civilização baseada no compartilhar, na justiça econômica e social e na cooperação entre todos os homens.
Ele lançará um apelo para salvar milhões de pessoas que morrem de fome a cada ano num mundo de fartura e abundância. Entre as recomendações de Maitreya está uma mudança nas prioridades sociais de modo que a alimentação, a moradia, a educação e a saúde pública adequada se convertam em direitos universais. Sob a inspiração de Maitreya a humanidade fará as mudanças necessárias e criará um mundo mais razoável e justo para todos.
"As esperanças agora são grandes para MEU Reaparecimento. Com alegria ME apresentarei às pessoas. Busquem por MIM e ME encontrarão esperando. Procurem por MIM e peguem Minha mão. EU necessito sua ajuda para estar diante de vocês, para abençoar este mundo e ensinar, para mostrar aos homens que o caminho é simples, requer somente aceitar a justiça e a liberdade, Compartilhar e Amar"
A Arte da Realização do Ser
"Não vim para fundar uma nova religião", diz Maitreya, o Professor do Mundo. "Vim para ensinar a arte da realização do ser", algo que não é nem ideologia nem uma religião, mas que beneficia as pessoas de todas religiões e aquelas que não pertencem a nenhuma religião. "Eu busco expressar o que Sou através de vocês, por isto venho".
Segundo Maitreya, "Só o Ser importa". "Vocês são este ser, um ser imortal". O sofrimento é causado pela identificação com tudo o que não é o Ser. Perguntem a si mesmos: Quem sou eu ? E verão que estão identificados com a matéria (corpo), ou com o pensamento (mente), ou com o poder (espírito). Porém, vocês não são nenhum destes". Mente, corpo e espírito são os templos do Senhor. O Ser experimenta nestes templos "o supremo Ser e a manifestação do Senhor".
Uma das formas mais fáceis de conhecer-me, diz Maitreya, é serem honestos em sua mente, sinceros em seu espírito, praticando o desapego. Qualquer ação realizada com desonestidade da mente, insinceridade espiritual e apego, é destrutiva. Por exemplo, se pensam numa coisa, dizem outra, e fazem ainda outra diferente, estão perdidos. A honestidade da mente conduz à palavra honesta e à ação correta. Esta harmonia conduz à paz e a felicidade.
Sem o desapego não há salvação. O desapego é a "droga" mais poderosa. Aprender o desapego é uma arte. Um cientista desapegado, aprenderá as leis da física e química (que são leis da criação) e as aplicará, criando coisas que constituem a obra de Deus. O artista, com desapego, será capaz de descobrir Deus através de suas próprias experiências.
"Sejam como são", nos ensina Maitreya. "Não percam frente a outros, o respeito a si mesmos, sua dignidade". Não permitam que ninguém projete suas sombras sobre vocês. Um mestre transmite experiências, mas não projeta sua sombra sobre o discípulo. Não sigam a outros. Se praticares a honestidade da mente, a sinceridade do espírito e o desapego, conhecerás o teu Ser, conhecerás a Mim, conhecerás ao Senhor.
Não vim para criar seguidores, diz Maitreya. Cada um de vocês deveria continuar desenvolvendo-se dentro de sua própria tradição religiosa. Um verdadeiro discípulo é aquele que respeita as tradições. Respeitem suas próprias religiões, suas próprias ideologias, em suma, sua própria forma mental e experimentarão o Mestre.
"Mesmo quando me virem, não corram atrás de mim. Se correrem atrás de mim, vão Me perder. Não posso ser monopolizado, pertenço a todos".
A Missão de Maitreya
Maitreya veio para lutar contra a ignorância e o medo, a divisão e a necessidade. Suas armas são a compreensão espiritual, o conhecimento e o amor. Sua brilhante armadura é a própria verdade em si mesma.
Muitas pessoas esperam a volta de Cristo com medo e confusão. Sentem que Sua aparição levará a grandes mudanças em todos os sentidos da vida. Com razão supõem que Seus valores vão alterar necessariamente suas formas de pensar e viver e se assustam ante tal perspectiva. Além disso, tão mística foi a visão do Cristo apresentada ao longo dos séculos pelas igrejas, que muitos temem seu juízo e poder onipotente; esperam um Deus vindo para castigar os maus e recompensar os fiéis. É muito triste e lamentável que uma visão do Cristo tão deformada, haja impregnado a consciência humana. Não existe semelhante ser. Para compreender a verdadeira natureza do Cristo é preciso vê-LO como um entre os Filhos iguais de Deus; cada um dotado de pleno potencial divino, diferenciando-se unicamente no grau de manifestação desta divindade.
Que Ele tenha conseguido a plenitude desta divindade é a sua gloria, e muito bem podemos mostrar nossa reverência frente a isto. Também é indiscutivelmente certo que este mesmo êxito é realmente incomum. Mas o mais maravilhoso do Cristo para o homem, é que ELE foi um deles. Não há nada nas provas e sofrimentos dos homens, que Ele não tenha conhecido. Cada passo do caminho que os homens recorrem, Ele dolorosamente já pisou. Não há nada, no completo panorama da experiência humana de que Ele não tenha compartilhado. Assim, na verdade Ele é o Filho do Homem...Esclareçamos em nossas mentes as razões de seu regresso. Compreendamos a natureza do trabalho que ele impôs a si próprio. Para estabelecer entre nós a realidade de Deus, Ele veio. Para recriar os Mistérios Divinos, Ele está aqui. Para ensinar aos homens como amar, e amar novamente, Ele está entre nós. Para estabelecer a fraternidade do homem, caminha uma vez mais sobre a Terra para manter a fé com o Pai e com o homem, Ele aceita este encargo. Para anunciar a nova era, Ele voltou. Para consolidar o tesouro do passado, para inspirar as maravilhas do futuro, para glorificar a Deus e ao Homem, Ele desceu de sua alta montanha.Que semelhante trabalho não é fácil, nem sequer para o Filho do Homem, é evidente. Os antigos costumes de divisão e separação tem fortes raízes, enquanto o medo e a superstição enfeitiçam o homem há milhões de anos. Mas nunca antes, na história do mundo, veio um Professor melhor equipado para seu Trabalho. Maitreya veio para lutar contra a ignorância e o medo, a divisão e a necessidade. Suas armas são a compreensão espiritual, o conhecimento e o amor. Sua brilhante armadura é a própria verdade em si.

ENERGIA DESCONHECIDA VEM EM NOSSA DIREÇÃO.

Nas profundezas do centro da Via Láctea, há um buraco negro a que a comunidade científica chamou de Sgr. A (Sagitário A).
Os Maias o chamavam de Árvore da vida e foi passado a eles que, no centro da galáxia, existe um ponto conhecido como “Hunab Ku”, um local de onde a consciência vem.
Os “ANTIGOS” insistiam para que compreendêssemos que “Hunab Ku” executa tudo o que acontece nas galáxias e atua através de EXPLOSÕES PERIÓDICAS extremamente poderosas de Energia Consciencial a partir do centro galáctico.
Os maias indicam que o tempo flui de forma circular ou em ciclos e os antigos transmitiram a mensagem de que algo extraordinário vai acontecer em 21 de dezembro de 2012, quando termina o ciclo de contagem longa no Calendário Maia
A vida na Terra vai enfrentar a Evolução!
Tudo indica que haverá um alinhamento cósmico entre a Terra, o Sol e o centro da Via Láctea – Hunab ku.
Os anos entre 1980 e 2016 são chamados de zona de alinhamento Galáctico ou era 2012.
Uma energia de plasma etérico está se movendo com uma velocidade muito além de nossa percepção e compreensão atuais. Conforme os “ETs” claramente transmitiram em alguns de seus desenhos em cultura, vamos “visualmente” constatar esse fenômeno na Terra em dezembro de 2012.
Os dados baixados no campo de cultura representam uma passagem de um enorme objeto celeste maior que Júpiter próximo da órbita de Plutão.
Você não precisa ter conhecimento em astrofísica para determinar se os planetas experimentarão uma força gravitacional extrema dos dois lados – o sol e o objeto celestial maciço na borda de nosso sistema solar.
Há uma descrição clara de que, como resultado disso, nosso sistema solar vai experimentar uma cisão. Em outras palavras, o nosso sistema solar nunca mais será a mesmo.
Por favor, considere que esta informação nunca foi concebida para espalhar o medo, mas para informar a humanidade sobre a real situação e como nós, seres humanos, podemos desempenhar a nossa parte neste cenário cósmico complexo.
Na linha de fundo, nós, assim como muitas outras raças no universo, somos seres multidimensionais e nossa essência continua a existir depois da nossa partida definitiva de nossos corpos biológicos deste plano de existência. Os ETs também transmitiram que, nesta data, um cometa brilhante também será visível no nosso céu e haverá uma Nova Lua.
Em 21 de Dezembro de 2012, às 11:11 AM, horário universal (a que as pessoas se referem como Ponto do Tempo Zero), o nosso Sol e nosso planeta estarão em perfeito alinhamento com o centro galáctico.
É interessante que, no mesmo dia, quando a eclíptica do nosso sistema solar interceptar o plano galáctico, o sol deve estar no seu máximo solar! De acordo com a escala de expansão de massa … estamos falando de máximo solar extremo! (vale lembrar que também previsto pela Nasa, só que 3000 anos mais tarde que os Maias.)
Os antigos consideram essa data como uma data de renascimento…o começo de uma Nova Era, resultado desse alinhamento com o Centro da Galáxia.
Os cientistas registraram um comportamento extremamente incomum do nosso sol, o que influencia diretamente todos os planetas do nosso sistema solar. Sem mencionar que há evidências de que nas atmosferas dos planetas em nosso sistema solar, há uma mudança drástica e que há indícios de que os planetas, por alguma razão desconhecida, estão enfrentando aumentos na massa.
Reparem no crop circle que representa o sistema solar em 21 de dezembro de 2012 (acima), a massa do Sol cresceu tanto que praticamente engoliu Mercúrio e Vênus.
São as emanações energéticas estranhas a partir do centro da Via Láctea, a verdadeira causa de mudanças tão visíveis que estão ocorrendo em nosso sistema solar e os maias dizem que as emissões colossais de “uma forma desconhecida de energia” vai chegar a partir do centro da Via Láctea, o que vai mudar os fundamentos da física do nosso mundo, novas condições materiais e imateriais de vida, que durarão até o final do próximo ciclo.
Em 21/12/2012, de acordo com os registros antigos maias, a humanidade entrará em uma Nova Era de Consciência Superior. É interessante que, neste momento, todos os que estarão presentes neste planeta estarão enfrentando, mais ou menos, uma mudança na consciência. Em 2012, todos nós teremos uma chance de superar as velhas formas e aprender a viver em paz e harmonia com todo o resto que existe no Cosmos.
Este processo de renascimento para os seres semi-etéricos, de acordo com os dados que foram gerados a partir dos pictogramas nas culturas de todo o mundo e principalmente no Reino Unido, vai começar em algum lugar entre 13 e 21 dezembro de 2012 (O fim do quinto sol) e será concluído em 28 março de 2013 o que, na verdade, é o fim do calendário Sol-Vênus e, ao mesmo tempo, o início do sexto sol.
Durante este processo a partir da direção do centro da Via Láctea, os raios cósmicos chegarão e trarão a reprogramação final do DNA de vida que existe neste sistema solar. É por isso que é extremamente importante que todos nós prestemos atenção para as mensagens que estão chegando nas culturas.
A TERRA BOMBARDEADA COM RAIOS GAMA

Após tantos dados sobre esta questão, podemos concluir que, durante este evento, o nosso planeta será bombardeado com raios gama mais mortais jamais encontrados sendo emitidos pela Via Láctea, 3.5 trilhões de elétron-volts. Os executores dos Crop Circles estão nos mostrando que nós estaremos expostos a este fluxo de raios gama por, pelo menos, alguns meses quando, então, a reprogramação do nosso DNA acontecerá.
Nós todos sabemos que os outros planetas do nosso sistema solar também estão sendo afetados pelo aquecimento global.Também já sabemos que a maioria dos dados que estamos recebendo da mídia são falsos e a causa destas mudanças extremas não é o fator humano. Torna-se óbvio que a nossa estrela tem muito a ver com o Aquecimento Global, mas esta é apenas uma influência local. A evidência aponta que o nosso próprio sol é influenciado pelo equador galáctico onde trilhões de elétron-volts estão sendo vomitados para fora da fenda escura.
Como estamos expostos à essas energias da fenda escura (Centro da Galáxia), vamos continuar a experimentar climas severos graves, efeitos geológicos como terremotos, tsunamis, furacões e atividade vulcânica com maior freqüência e intensidade.À medida que penetramos na parte mais densa do plano galáctico e experimentamos os efeitos gravitacionais, podemos testemunhar erupções solares sem precedentes, chuvas de meteoros inesperadas e, infelizmente, o deslocamento geográfico dos polos.
O Dr.Paul LaViolette, presidente do Instituto de pesquisa científica interdisciplinar da Fundação Starburst, descobriu que pelo menos duas super ondas com o poder de gerar uma Nova Era Glacial estão viajando em nossa direção a partir de seu local de origem distante em torno de 26 mil anos-luz – o Centro Galático da Via Láctea.
Observações recentes têm mostrado um aumento dramático na energia de raios gama no equador da Galáxia, o que será maximizado durante o alinhamento com o nosso sistema solar em 21 de Dezembro de 2012.
As amostras do núcleo dos gelos podem nos dar provas sólidas de que uma explosão semelhante aconteceu antes, nos gráficos Beryllium10 que indicam a densidade de raios cósmicos, nos ataques à atmosfera da Terra, podemos ver os picos claramente.
Há um pico muito grande em torno de 37 mil anos atrás, o que corresponde, de acordo com o que sabemos, a extinção dos neandertais. Se você olhar para os antigos mitos de índios Hopi, incas, maias, vedas e outros; você poderá ver que eles estão falando sobre as idades e raças que já existiam e foram extintas em determinados momentos. Então, esses picos de raios cósmicos parecem ser gatilhos climáticos para uma era glacial ou para uma época extremamente quente.
Do registro de eventos similares que acontecem em outras galáxias, podemos calcular que estes raios cósmicos estão viajando em torno da velocidade da luz. Mas isso é questionável, a velocidade poderia ser mais rápida em algumas grandes explosões.
Isto não é impossível quando se sabe que, no caso do centro da Via Láctea, há um buraco negro altamente denso que, com sua força gravitacional extrema, está puxando uma enorme quantidade de poeira cósmica e gás para o ponto central e, quando o processo atingir seu ponto culminante, bum … há uma explosão tão poderosa que libera jatos de feixe visível que consistem, principalmente, de gás ionizado e plasma.
Os raios cósmicos que estavam viajando em alta velocidade podem, até certo ponto, explicar os fenômenos de mamutes congelados e outros animais com a comida em sua boca como algo imprevisível e repentino que aconteceu numa escala global sem qualquer aviso e provocou uma Era Glacial.
Estranhamente, a antiga profecia Hopi diz:
Chegará um tempo em que uma estrela azul aparecerá no céu … Sua luz vai quebrar a escuridão da noite … Esta luz azul vai trazer um vento … Um vento que nunca tinha sido visto na Terra por um longo tempo … A Estrela Azul trará um fogo … Este fogo será tão brilhante e quente que vai transformar a matéria do Universo … A luz azul desta estrela é um sinal de que o quarto mundo está acabando … A estrela azul fará com que os oceanos se elevem em direção a terra, inundando o mundo … Quase todos os seres vivos vão perecer fisicamente nesta grande catástrofe.
Como não podemos ver o núcleo galáctico em razão da intervenção das nuvens de poeira, a maioria da luz azul a partir da explosão do núcleo galáctico virá dos elétrons de raios cósmicos emitidos a partir do núcleo. Durante sua jornada de 26 000 anos-luz até nós, os poderosos elétrons de raios cósmicos continuamente gerariam e transmitiriam um feixe de luz azulada.
Logo depois de se tornarem visíveis para nós em 13 dezembro de 2012, a super onda de raios cósmicos vai começar a penetrar no campo magnético protetor do nosso sistema solar. Isto irá impactar o nosso Sol e os planetas do nosso sistema solar causando um mau tempo severo, desastres naturais e um deslocamento dos polos magnéticos e geológicos (… e todos nós sabemos a que isto conduz).
No momento da virada (deslocamento de polos), a gravidade que mantém a água nos oceanos não será mais capaz de sustentar o equilíbrio (balanço) e aquela água não controlada pela gravitação estável vai escapar por um lado, o que significa nada mais do que uma Nova Inundação Global! Isto vai acionar Tsunamis de algumas milhas de altura, o rasgo de continentes, cinzas de vulcões e ventos como nenhum outro visto até agora.
Isto acontecerá quando a precessão da Terra terminar em 21/12/2012 (que leva 25.765 anos para completar): a rotação vai parar, e quando isto acontecer na superfície, os que sobreviverem até então experimentarão o que os antigos registros descrevem como “o céu e a Terra alternam os lugares e, no dia seguinte, o sol nasce de um lado diferente”. Os antigos deixaram clara advertência sobre este evento, milhares de anos atrás. Temos de parar de ser ignorantes!
Mas o que acontece com o sol? Os simpáticos “ETs” ou “Os visitantes”, se é que podemos chamá-los assim, apesar do fato de que há uma grande probabilidade de que eles têm estado aqui por mais tempo do que a nossa raça, tinham claramente desenhado, em 22 de julho de 2008 em um campo de cultivo em grande Avebury Manor (Reino Unido), que nosso sol vai passar por uma expansão em sua massa e que irá engolir Mercúrio e Vênus.
A NASA e o Governo da Sombra estão escondendo informações de nós. Eles têm tecnologias séculos à frente, testadas em bases militares secretas subterrâneas ao redor do mundo.
Mas temos que continuar com aquilo que temos e tentar entendê-lo antes que seja tarde demais. Por uma questão de fato, mesmo sem 2012 nos próximos 10 anos, haverá uma nova ordem mundial neste planeta e ele não será um lugar agradável para se viver …
Enfim, a coisa vai cada vez pior, o sol vai queimar cada vez mais quente, como nunca antes, pois a gravidade da faixa central da galáxia já está fazendo a sua “magia”. Esta força gravitacional e a troca de energia também estão vindo através de alguns raios cósmicos menores que já estão impactando o nosso sistema solar.
Mas não se enganem, estes raios cósmicos menores não são comparáveis com a proporção da Nexus – uma tempestade de super ondas – que está chegando. As coisas que eu estou apresentando são apenas assim, partes de ciclos naturais, e é melhor que eles sejam entendidos desse modo, sem medo, sem pânico e sem preconceitos.
Mas vamos ver o que os simpáticos “ETs” têm a dizer sobre o evento de 2012
O povo da Terra, pela primeira vez em um longo período de tempo, terá a oportunidade de visualmente constatar no céu a vinda dos raios cósmicos do centro galáctico exatamente em 13 de dezembro de 2012 quando a Nova Lua e algum Cometa estarão alinhados com o centro galáctico . Torna-se óbvio que os raios do centro da galáxia chegam periodicamente de acordo com seu tamanho e força.
O último e o maior dos raios cósmicos de todos a partir do evento Super Onda (uma forma desconhecida de energia vindo em nossa direção), vai terminar a reprogramação do DNA das formas de vida orgânica neste sistema. Ele vai chegar exatamente em 28 de março de 2008, quando oficialmente é o fim “do calendário de Sol-Vênus”, e o começo do Sexto Sol!
O que isso significa?
O banho do nosso planeta e suas formas de vida em energia de raios gama projetada a partir do centro galáctico. Este evento cósmico tem sido previsto por registros culturais de muitos povos. É o triunfo da compaixão e da inteligência sobre a violência e a ignorância.
Este objetivo deverá ser alcançado através da transmutação real de material genético humano, o nosso DNA, quando ele for banhado em luz galáctica que emana do nosso próprio sol, na qualidade de transdutor do Centro Galáctico.
O clima está fora de controle e, cada vez mais, “surpresas” vão começar a aparecer. Furacões, ciclones, terremotos, vulcões, deslocamento no equilíbrio magnético planetário, tsunamis e o que mais for que acabará por levar a uma mudança na polaridade magnética da grade energética da Terra e, finalmente, uma mudança geológica de pólos.
Começa a ficar mais e mais claro para as pessoas o que significa o deslocamento de polo sob o aspecto geológico. Isto significa novas inundações globais, rasgo de placas tectônicas, afundamento de partes de continentes, elevação de novas terras, etc.
O Sol, por “coincidência”, vai passar pelo deslocamento de polo novamente, sendo que até agora, até onde sabemos, estava o fazendo a cada 11 anos. A “Elite” sabe o que está chegando, mas não vai informá-lo às pessoas.
A análise das estratégias políticas e militares do mundo tem mostrado que câmaras vastas são construídas assim como campos enormes de prisioneiros. Isso significa que existe uma estratégia de que grande parte da população humana será exterminada pelos acontecimentos que estão por vir.
Nós também estamos no meio de um conflito espiritual, o lado escuro é enganador e poderoso mas é a opção errada. A primeira coisa é rejeitar o sistema. Os arquivos de vídeo como Zeitgeist 1 e 2 e similares fornecem muitas pistas sobre o que está acontecendo. Elite dominante ou Governo da Sombra está com medo do que está vindo para cá.
Assim, o que é inteligente fazer?
Muitas coisas, mas principalmente, manter-se vivo até a chegada dos primeiros feixes. Eles se tornarão visíveis em 13 de dezembro de 2012 e o primeiro chega após 8 dias exatamente às 11:11 AM quando o alinhamento vai acontecer.
Após a chegada dos primeiros feixes do centro galáctico, estamos seguros. Eles serão fortes o suficiente para limpar o plano astral e, depois, não importa se perdermos nossos corpos físicos. Estamos seguros. A Nexus irá limpar toda a sujeira dele.
Conselho 1: Se as coisas vão como vão, não vá às instalações subterrâneas que serão oferecidas a você. É melhor ficar de fora do que se esconder no subsolo. O caminho abaixo leva à Nova Ordem Mundial – a idéia distorcida que se estende por todo o caminho de volta para a antiga Atlântida.
Conselho 2: Ao redor do Mundo, uma certa percentagem de pessoas são mais ou menos informadas sobre o cenário de 2012 e estão constantemente verificando informações novas a respeito. Eles se conectam uns com os outros através do que é chamado de “grupos de sobrevivência”. Estes e fóruns semelhantes na Web estão fazendo um ótimo trabalho em informar as pessoas.
É a única coisa que podemos usar para nos comunicar. Mas eles irão introduzir algumas restrições importantes na internet em breve, assim eu não sei por quanto tempo nós poderemos navegar nesta enorme biblioteca de conhecimento e informação.
Conselho 3: Siga os dados que vem dos “crop circles”. Cabe a cada um de vocês escolher se vai acreditar nessas mensagens ou não. Seja qual for a sua escolha, ela é sua e os benefícios ou conseqüências são seus. A Criação Divina irá se certificar de que a informação certa chegue a cada um que valer a pena, mas a escolha é sua.
Conselho 5: Não permita jamais que você ou seu filho seja injetado com vacina. Nunca e por nenhuma causa. Não vou comentar mais sobre isso.
Conselho 6: Em “certas circunstâncias”, deixei o corpo físico antes do feixe ter chegado? E agora? Nesse momento, o espaço astral deste planeta não é seguro, se é que posso dizer isso, e muitos seres não podem deixá-lo com segurança.
Há uma grande chance (temos que estar abertos a todas as possibilidades) de que a maioria da população, depois de deixar o corpo físico com os próximos eventos, irá diretamente para a dimensão astral. O ajuste da consciência tem de ser feito o mais rapidamente possível.
Eu não recomendo entrar em túneis escuros com luz no final. Esta poderia ser uma manipulação mais fácil das entidades multidimensionais que não são amigáveis a nós. Se você não tiver certeza, não seja “amigável” com as entidades antes de os raios do centro da galáxia chegarem.
Existe a possibilidade de que, no plano astral, imensas naves serão estacionadas, com um plano para usar sua avançada tecnologia para interceptar quantas consciências puderem, mesmo as consciências que estavam em corpos humanos e, depois de cortar a sua consciência, colocá-las na consciência de sonho para que elas não saibam o que está acontecendo (acredito que eles têm a tecnologia e as habilidades para fazer isso) e depois colocá-las dentro de containers energéticos, transportá-las para outros sistemas.
Finalmente, podem colocá-las em outros corpos de forma que a manipulação e a explicação do campo de energia gerado chamado aura – que é um resultado da fusão da nossa consciência com as energias do espaço envolvente – possa continuar.
Tente ficar acordado no plano astral e evitar túneis, vórtices, etc no plano astral. Resista a qualquer pressão exterior de alguém para entrar em nave, portal, etc para aguardar a Nexus chegar.
Se você ficar, enquanto na dimensão astral, você logo se acostuma a esta nova densidade, e se isso acontecer, não espere, mas deixe este planeta e vá diretamente em direção ao centro da galáxia. No momento em que um dos feixes de Nexus o toca, você está seguro!

Devemos ter medo?
NÃO
A realidade cósmica é maior do que somos. Estamos no início da mudança que é a culminação natural das coisas. Devemos temer a ignorância e o preconceito. Somente o conhecimento da verdade irá libertá-lo e ele estará lá para você quando você mais precisar.
Estamos perto de algo extraordinário. Todos os nossos problemas em breve se acabarão e, em breve, vamos existir plenamente conscientes numa densidade mais elevada e nos tornar conscientes da nossa verdadeira natureza e a verdadeira natureza de todas as coisas no Universo.
O que mais é inteligente fazermos?
Olhe para trás para sua vida e veja onde estão as obstruções e onde você encontra marcas desagradáveis. Corrija os erros que você fez, seja corajoso para desculpar quando precisar e peça perdão quando for necessário. De todos os inimigos em sua vida tente fazer um amigo ou, se isso não for possível, faça um esforço para ter um relacionamento neutro com esta pessoa, o que leva automaticamente à desintegração da energia mental gerada ao longo do tempo.
Lembre-se, estamos todos conectados. Nós apenas não nos vemos por causa desta limitação dos cinco sentidos que temos.
Devemos estar alegres por estarmos presentes aqui neste momento no tempo, pouco antes do final de um ciclo de tempo.
Se você olhar com os olhos do seu bom senso e inteligência, você vê deslocamento de polo, catástrofes inevitáveis como resultados de condições naturais e leis cósmicas. Mas se você olhar com os olhos do seu coração, o quadro é diferente e dentro de si mesmo, você sabe que no final, tudo estará ok.
Fique acordado. Siga o caminho do amor e o universo vai abrir seus caminhos que o levarão para a segurança. Basta abrir seu coração e ouça para onde ele aponta.
Nós carregamos extrema força mental natural, mas estamos apenas programados, a partir do sistema social, para não usá-la.
As pessoas simplesmente têm que quebrar os velhos sistemas de crenças em pedaços, remover todas as figuras do xadrez e iniciar a partir do tabuleiro vazio.
O Superior Divino não espera de nós a obtenção de armas, o que leva ao lado negro; Ele espera que estejamos acordados, que lembremos, compreendamos, transcendamos, evoluamos e eliminemos o lado sombrio. Não se iludam, o lado sombrio está ciente do que está por vir, então se nós não fizermos isso, ele provavelmente estará sobre a maioria de nós e do nosso planeta antes da Nexus chegar. É por isso que eles estão tentando nos mostrar o caminho através das mensagens em culturas.
Espero que as pessoas tenham sabedoria e visão clara para ver o que eu estou vendo. Creio que é isso que nós, como seres humanos, temos que fazer com todo o coração e toda alma.
O amor não tem limites. Permita que a voz do seu coração fale com você, ouça a sua verdade, conheça a sua orientação, sinta o seu amor. Saiba que há apenas uma direção a seguir e que esta é para cima e para um lindo mundo novo. Somos todos responsáveis neste momento para criar o que sempre foi destinado a ser … e vivê-lo, finalmente.

Fonte :http://www.provafinal.net